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segunda-feira, 29 de abril de 2019

PORQUE SOU TEMPLO NÃO PRECISO IR AO TEMPLO?



Nos últimos anos tem surgido um modismo desses perigosos que surgem de tempos em tempos e que geram estragos incalculáveis no seio da igreja: um que diz que na Nova Aliança somos templos do Espírito Santo e agora, por causa disso, não precisamos frequentar os cultos nos templos. Segundo tal doutrina, a igreja não precisa de templo, e o prédio onde nos reunimos não pode ser chamado de templo. Então, é preciso esclarecer isto com propriedade. De fato, a Bíblia diz que agora somos templos do ESPÍRITO SANTO:

I Coríntios 3:16,17 - "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá, porque o templo de Deus, que sois vós, é santo".

I Coríntios 6:19 - "Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?"

É fato inquestionável que somos templos do ESPÍRITO SANTO. Todavia, em qualquer vernáculo, há palavras de duplo significado. No entanto, isso não anula a propriedade de templo dos prédios onde nos reunimos coletiva e biblicamente para adoração, como faziam nossos irmãos da igreja primitiva. Tampouco, isso dispensa a necessidade de nos reunirmos em assembleias para adoração. A diferença é que somos templos do ESPÍRITO SANTO e como tais abrigamos em nós mesmos o habitante ou morador ESPÍRITO SANTO. Já os templos de alvenaria, abrigam durante os cultos a DEUS, os adoradores que tem neles o ESPÍRITO SANTO. Uma coisa não anula a outra. Em todo o Novo Testamento a Bíblia revela reunião dos crentes para adorarem a DEUS, o que fortalece a fé, viabiliza o ensino coletivo da palavra, a pregação do evangelho para maior números de pessoas, a adoração conjunta e, especialmente, cultiva e fortalece a comunhão do corpo de CRISTO, da união para adoração. Então, vejamos apenas alguns textos que refutam já na Nova Aliança, a falsa doutrina que dispensa a necessidade de reunião no templo para cultuar ao SENHOR:

Atos 2:1- “Cumprindo-se o Dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar”.

Atos 2:46,47 – “E, perseverando unânimes todos os dias no TEMPLO e partido o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o SENHOR à igreja aqueles que se haviam de salvar” (grifo meu).

Atos 4:31 – “E tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”.

Atos 5:42 – “E todos os dias, no TEMPLO e nas casas, não cessavam de ensinar e de anunciar a JESUS CRISTO” (grifo meu).

I Coríntios 14:16 - "Que fazer, pois, irmãos? Quando vos CONGREGAIS, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação".

Hebreus 10:25 - "Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que vai aproximando aquele dia".

A visão de alegria em cultuar, de aprender no templo, de acessar a presença do SENHOR na adoração coletiva e do prazer de estar no templo, que é chamado também de Casa de Deus ou de Casa de Oração, é a mesma do Antigo Testamento:

Mateus 21:13 - E JESUS "disse-lhes: Está escrito: 'A minha casa será chamada casa de oração'; vós, ao contrário, estais fazendo dela um 'covil de salteadores'.

Salmos 27:4 – “Uma coisa pedi ao SENHOR e a buscarei: que possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR e aprender no seu templo”.

Salmos 84:10 – “Porque vale mais um dia nos teus átrios do que, em outra parte, mil”.

Salmos 122:1 – “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR”.

Conclui-se então que frequentar o templo continua sendo ato necessário, obrigatório, devocional e extremamente benéfico para manter a intimidade com DEUS e com o Corpo de Cristo.


Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 12 de abril de 2019

PREGADORES QUE NÃO QUERO OUVIR



NÃO ME CONVIDEM PARA OUVIR "PREGADORES" QUE:



▪ Não pregam a Bíblia ou não a conhecem intimamente. 
▪ Usam frases de efeito o tempo todo para tentar impressionar o povo.
▪ Distorcem o texto bíblico para produzirem mensagens a seu bel prazer.
▪ Leem o texto bíblico, fogem dele e começam entregar "profetadas" ou falsas revelações para toda a igreja, chamando pessoas por cor da roupa ou mesmo por nomes antecipadamente investigados.
▪ Estrangulam o texto para produzir mensagens metafóricas ou alegóricas sem qualquer fundamento de fato teológico ou tipológico bíblico. 
▪ Antes de pregarem começam a narrar suas viagens anteriores ou detalharem suas próximas agendas. 
▪ São apenas "profetas" e não pregadores ou MAIS profetas e MENOS pregadores.
▪ Impostam as vozes tentando impactar ou impressionar aos expectadores.
▪ Falam mais sobre suas histórias pessoais, vidas pregressas ou ascensões do que das histórias da Bíblia. 
▪ Lisonjeiam líderes ou aqueles que lhes convidam afim de conseguirem mais agendas.
▪ Gastam 40 minutos vendendo materiais como DVDs e livros, depois investem apenas 20 pregando.
▪ Vivem distribuindo cartões e suplicando por agendas. Quem abre a porta da palavra é DEUS. 

No mais, não me importa se são simples, cultos ou conhecidos. Se pregam a Bíblia e de fato são usados por DEUS, sem enfeites ou falsos efeitos, os ouvirei com imenso prazer!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 30 de março de 2018

O VALOR DA CRUZ DE CRISTO - O que a cruz representa para nós, cristãos



A cruz de Cristo é o elo da comunhão entre o homem e o seu Criador, é a essência da reconciliação. Não é à toa que a cruz é o principal símbolo do cristianismo. Cada religião tem seu símbolo emblemático que remete diretamente à sua principal mensagem e no caso do cristianismo é a cruz. Em qualquer lugar que você avistar uma cruz, saberá que ali existe ou passou alguém que prega a Jesus Cristo. Até nos filmes e séries de TV, somos informados claramente sobre isto.



Nós evangélicos, especialmente no Brasil, pouco usamos o símbolo físico da cruz em nossos templos ou cultos por causa da veneração ou da idolatria dirigida à ela pelo romanismo, o que, sinceramente, não justifica, apenas explica a quase rejeição. Mesmo no Brasil, em regiões com cultura européia, como no sul do país, por exemplo, grande parte das igrejas evangélicas utiliza a cruz como símbolo presente, inclusive as Assembleias de Deus que, historicamente, não usam o símbolo da cruz em seu cotidiano. Por quase toda a América do Sul e América Central, se vê o uso da cruz nos templos evangélicos, assim como também na América do Norte (Estados Unidos), nos países da Europa e na Inglaterra, berço de grandes pregadores que marcaram épocas. Portanto, é impossível desvencilhar-se da cruz como símbolo dos seguidores de Cristo e é estranha a rejeição radical dela por grande parte dos evangélicos! Sem cruz, não haveria cristianismo. A cruz sustenta o sacrifício da redenção, autentica todos os milagres realizados por Jesus, reconcilia o homem com Deus, aponta para a ressurreição e sustenta a doutrina da eternidade. Vejam o que diz o texto da epístola de Paulo aos Efésios 2. 16:


"E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades".


Claramente, nesse texto, a cruz mata as inimizades e nos reconcilia com DEUS, nos tornando o corpo de CRISTO! O apóstolo Paulo vai mais longe, e diz que há muitos que são inimigos da cruz de CRISTO, conforme Filipenses 3. 18:


"Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo",


Não dá para ser inimigo da cruz de Cristo, seja em forma de doutrina, ou mesmo como símbolo magno da salvação. O próprio Paulo ainda frisa que se há algo no qual devemos gloriar-nos, é na cruz de Cristo: 



"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" (Gálatas 6:14).




Conclui-se que a cruz deve ser escândalo para os ímpios e não para nós. Ela deve ser rejeitada pelos que rejeitam a Cristo, nunca pelos que o reconhecem como Salvador e Senhor de suas vidas. A cruz não deve jamais ser idolatrada ou reverenciada como aquela que nos salva, porque quem nos salva é Cristo que passou por ela; a cruz foi apenas o instrumento usado para o sacrifício do Cordeiro. ELE deve ser adorado, venerado, reverenciado, exaltado, glorificado, amado e reconhecido como Salvador. Todavia, foi na CRUZ que ELE pagou o preço da nossa redenção! Para nós, a cruz não é vergonha alguma, ela é o poder de Deus que nos resgata do pecado para uma vida de santificação.



"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus" (1 Coríntios 1:18).




Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

SIMPÓSIO PARA PREGADORES E ASPIRANTES



Vem aí o Primeiro Simpósio para Pregadores e Aspirantes, no mês de abril. O evento será realizado nas dependências do templo sede da Assembléia de Deus Ministério do Belém, da cidade de Guararapes/SP, região de Araçatuba, presidida pelo Pr. Luís Ricardo Souza. São esperados pregadores e aspirantes ao ministério da palavra de toda a região, para um momento de aprendizado. Os palestrantes serão o pregador e Pastor Otoniel Gomes e o pregador e Pastor Jesiel Freitas. O Pr. Otoniel Gomes abordará os temas HERMENÊUTICA E EXEGESE, enquanto o Pr. Jesiel Freitas abordará o tema HOMILÉTICA. As inscrições já estão abertas e os interessados pagarão uma taxa simbólica de 20 Reais com direito ao certificado e ao coffe breack. O simpósio ocorrerá no dia 30 de abril, segunda-feira, das 19 às 22 horas e 30 minutos, no templo da AD, localizado na Rua Lauro Eduardo Hederich, 669, Centro. Maiores informações, através do número (18) 99804-4253 com o Pr. Luíz Ricardo ou com o Pr. Willian Monteiro.

Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 6 de julho de 2017

A ÉTICA QUE SUFOCA A OUSADIA


"Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda ousadia a tua palavra". Atos 4:29


Há um fenômeno extremamente negativo ocorrendo no meio evangélico, e precisa ser abordado com firmeza e seriedade. É o fenômeno da falsa ética na pregação do evangelho do Senhor Jesus Cristo, que tem camuflado a covardia com que muitos pregadores, pastores e igrejas vem exercendo o ministério da pregação. É triste, lamentável e profundamente reprovável do ponto de vista teológico. Pregadores e pastores não podem esquecer que tem a responsabilidade expressa na transmissão das verdades bíblicas e na comunicação das doutrinas divinas, por mais antipáticas ou anti-sociais que elas pareçam. Em nome da ética e da "educação", estão pregando apenas o que lhes convêm, ou o que agrada aos ouvintes, inclusive, sob a falácia de que o amor é mais poderoso que o juízo.

É bom lembrar, que não há amor onde não existe verdade ou onde ela exista apenas pela metade. Amar os pecadores, significa dizer-lhes que CRISTO salva e que, para isso, precisa perdoar-lhes os pecados, redimi-los deles e torná-los seus filhos. O processo para isto, por parte do pecador, é reconhecer seus pecados, arrepender-se deles, confessá-los e pedir o perdão de Deus, passando a viver para ELE. E não há como o pecador arrepender-se de seus pecados se primeiro, não saber o que é pecado, o que o separa de Deus e o que fazer para livrar-se deles. Daí porque, o evangelho precisa ser pregado na íntegra, genuína e ousadamente, sem desvios e sem omissões. Não é papel da igreja ser simpática com o mundo ou afagar suas práticas pecaminosas em nome do amor. Um pai que ama o filho, aponta-lhe os erros, ensina-lhe o que é certo e o que é errado e, quando este filho erra, abraça-o oferecendo-lhe perdão, mas mostrando-lhe a necessidade de abandonar a prática do erro. Não há como ser diferente.

Outro dia, ouvi que a igreja não pode nem deve ser radical na exposição ou na denúncia do pecado. E ouvi de alguém que, no mínimo, deveria pregar veementemente contra ele. Já disse alguém, que não devemos nos preocupar em ofender a consciência do pecador que não se preocupa em ofender a santidade de Deus. Igreja não é centro de terapia afagadora de infratores da lei divina; Igreja é agência de Deus na comunicação do evangelho de forma plena, clara, direta e, inclusive, se necessário, de forma agressiva. Silenciar diante do pecado não é um exercício de ética, mas prática de covardia diante da responsabilidade mais sublime da igreja de CRISTO! A igreja não pode esquecer que seu papel é ser LUZ DO MUNDO e SAL DA TERRA. Gosto do texto bíblico que transcrevi no início desse artigo: 

"Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda ousadia a tua palavra".

Talvez, você tenha o desejo de me perguntar o que dezenas de pessoas me perguntam por onde passo anunciando o evangelho: "Mas, pastor, o que devemos fazer diante das leis que estão tentando criar para prejudicar igrejas, pastores e pregadores?"... Bem, a resposta é simples: se você é um cristão genuíno, um verdadeiro pregador ou pastor, deve fazer o óbvio: desafiá-las, pregar a verdade a todo custo, a tempo e fora de tempo. Se algum dia você for processado, preso e condenado por pregar a verdade, glorifique a Deus! Era assim que faziam os crentes e pregadores da igreja primitiva; Enfrentavam seus opositores com OUSADIA e não se acovardavam em nome da ética. Quando as autoridades judaicas prenderam e questionaram o apóstolo Pedro e os demais apóstolos por anunciarem a verdade do evangelho, essa foi a resposta precisa, corajosa e digna da parte deles:

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens".

Nem preciso dizer que praticamente todos eles morreram martirizados por pregarem o evangelho. Prefiro ser como Estêvão, que sendo apedrejado pregou a verdade até seu último suspiro, que morrer como um covarde que teve vergonha do evangelho de CRISTO. E, o que dizer de Paulo, Pedro, Tiago, Mateus e todos os demais? Não aceitemos a ética que sufoca a ousadia!


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 


quinta-feira, 12 de maio de 2016

ASSISTA: Pr. Jesiel Freitas - Gideões 2016



Mensagem ministrada no Ginásio em Camboriú/SC, por ocasião do 34º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora, no última dia 02 de Maio de 2016.


sábado, 30 de abril de 2016

GIDEÕES 2016 - PR. JESIEL FREITAS MINISTRARÁ NESTA SEGUNDA-FEIRA PELA MANHÃ


Nesta segunda-feira, dia 02 de maio, no período da manhã, o Pr. Jesiel Freitas estará ministrando no 34º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora em Camboriú, estado de Santa Catarina. Sua ministração está programada para ser a segunda da manhã. O culto terá transmissão ao vivo pela internet para centenas de países do mundo. Contamos com sua intercessão e sua presença no Ginásio, se estiver em Camboriú. Veja o vídeo:



Ministério Palavra no Altar


quarta-feira, 6 de abril de 2016

PR. JESIEL FREITAS SERÁ UM DOS PRELETORES DOS GIDEÕES 2016


No próximo dia 23 de abril, terá início o 34º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última hora. Serão dez dias de evento, até o dia 03 de Maio, onde centenas de pregadores e cantores ministrarão mensagens abordando o tema "missões" e louvarão ao SENHOR. Milhares de pessoas de diversas partes do país e do exterior participam do evento todos os anos tornando a cidade de Camboriú, no estado de Santa Catarina, povoada por visitantes que invadem ruas, hotéis, ginásios e casas. Moradores da cidade chegam a deixar suas casas, viajando para outras cidades, enquanto alugam-nas para os turistas. O tema do evento este ano será: "Gideões, um grande clamor já se escuta dos quatro cantos da terra. Nossa hora chegou, avançai!". Entre as centenas de preletores convidados, está o Pr. Jesiel Freitas que este ano teve a honra de ser incluído na lista dos pregadores do evento. A AD Palavra no Altar, igreja presidida por ele, está intercedendo a favor do Congresso. Abaixo, segue a lista dos pregadores dos Gideões em 2016:

  • Pr. Nilton dos Santos – SC (Vice-Presidente da CIADESCP)
  • Pr. Sergio Melfior – SC (Secretario da CIADESCP)
  • Pr. Napoleão Falcão – PB
  • Pr. Gilvan Rodrigues – PB
  • Pr. Gilmar Santos – GO
  • Pr. Jander Magalhães – MG
  • Pr. Alex Gonçalves – RJ
  • Pr. Carvalho Junior – SP
  • Pr. Paulo Marcelo – PR
  • Ap. Rogrido Salgado – SP
  • Pr. Marco Feliciano – SP
  • Pr. Samuel Mariano – PE
  • Pr. Augusto Medeiros - BA
  • Pr. Leandro Correa – RS
  • Pr. Elias Torralbo – RJ
  • Pr. Átila Brandão – BA
  • Pr. Moisés Martins – SC
  • Pr. Heliton Meneses - GO
  • Pr. Nielsen Gonsalves - PR
  • Pr. Obadias Benones – SC
  • Pr. Alexandre de Bem – SC
  • Pr. Claudio Luz – SC
  • Pr. Lorinaldo Miranda - PR
  • Pr. Elias Vieira – PR
  • Pr. Junior – USA
  • Pr. Alexandre Marinho – RJ
  • Pr. Rafael Pereira – MG
  • Pr. Nerildo Accioly – SP
  • Ap. Luiz Henrique – CE
  • Pr. Fábio Gardiolli – SC
  • Pr. Samuel Aguiar – ES
  • Pr. Wagner Costa – Canadá
  • Missª. Aparecida Borges - RN
  • Pr. Vagner Lisboa – PR
  • Pr. Jesiel Freitas – SP ***
  • Pr. Robson Alencar – RJ
  • Pr. Gimar Santana – RJ
  • Missª. Sara Pavasse – SC
  • Pr. Junior Trovão – RJ
  • Pr. Bruno Hassan – RJ
  • Pr. Jaime Rosa – PR
  • Pr. José Santana - BA
  • Pr. Fernando Peters – USA
  • Pr. Senair Rodrigues - SC
  • Pr. Dione Santos – RJ
  • Pr. Lucas Lima – SP
  • Pr. Paulo Moura – SP
  • Pr. Paulo Ribeiro – SC
  • Pr. Marcelo Faria – SP
  • Pr. Renato Quadrelli – SP
  • Pr. Mauricio Maciel – SC
  • Pr. Julio Ribeiro - SP
  • Pr. Fabio Roberto – RJ
  • Pr. Wellington Reis – USA
  • Pr. Adriano Ribeiro – Nova York, USA
  • Pr. Adão Santos – CE
  • Pr. Kerllen Moretti - ES
  • Pr. Divoncir de Jesus – USA
  • Pr. Elizeu Rodrigues – GO
  • Pr. Mizael Santana – BA
  • Pr. Alison Bernardino – SC
  • Pr. Oseias Gomes – PR
  • Pr. Angelo Galvão – SP
  • Pr. Fernando Pires – RS
  • Pr. Wanderlei Carceliano – SP
  • Pr. Joel Magalhães – MT
  • Pr. Diego Pilegi – MS
  • Pr. Josué Bayer – USA
  • Pr. Manoel de Brito – PB
  • Pr. Sandro Santos – Áustria
  • Pr. Jiovane Santos - TO
  • Pr. Lucier de Freitas - Camboriú, SC
  • Pr. Petronio Coutinho – SP
  • Pr. Leonardo Mercier – ES
  • Pr. Wilton Marques - PA
  • Pr. Samuel Gonçalves - RJ
  • Pr. Anselmo Dantas – SP
  • Pr. Arle Santos – MG
  • Pr. Anderson Rodrigues - PA
  • Pr. Raimundo Nonato – Camboriú, SC
  • Pr. Hidekazu Takayama
  • Pr. Carlos Eduardo – SP
  • Pr. Samuel Bettencourt – PA
  • Conf. Nayllan Eleres – PA
  • Pr. Anderson Silva – SP
  • Pr. Samuel Costa – ES
  • Pr. Ivo Rodrigues - GO
  • Pr. Carlos Cardozo – ES
  • Pr. Romildo A. de Azevedo – RO
  • Pr. Salatiel Pontes – PA
  • Pr. Marcos Melo – PA
  • Pr. Antonio Moura – SP
  • Pr. Cleverson Lacerda – SP
  • Pr. Fernado TremeTreme – SP
  • Pr. Eduardo Silva – SP
  • Pr. Ayume Nascimento – PB
  • Pr. Clebson Bandeira – MA
  • Pr. Julio Cesar – RJ
  • Pr. Osvaldo Morales – RJ
  • Pr. Valmir Carvalho - SP
  • Pr. Abílio Santana – BA
  • Pr. Joselio Souza - RN
  • Pr. Tiago Gonçalves - SP
  • Pr. Emerson Magno – MG
  • Pr. Wollace Atribanny – SC
  • Pr. Welligton Vidal - GO
  • Pr. Carlos de Jesus – GO
  • Pr. Joel Silva – SP
  • Pr. Everaldo Senna – SP
  • Pr. Edilson Neves - SP
  • Pr. Gilmar Senes – SC
  • Pr. Haroldo Paiva - CE
  • Pr. Milton Rufino – SP
  • Pr. Rafael Faustino - RJ
  • Pr. Erinaldo Golveia – SP
  • Pr. Yossef Akiva – SP
  • Pr. Eliezer Borges – SP
  • Pr. Rogerio Barros – RJ
  • Pr. Anderson Predes – RN
  • Conf. Rodrigo Lazarotto - Camboriú, SC
  • Pr. Valter Silva – SP
  • Pr. Fabio Cruz - PA
  • Pr. Ricardo Italo – SP
  • Pr. Jeferson Ribeiro - SP
  • Pr. Ademilson – ES
  • Pr. Alexandre Brito – SP
  • Pr. Marcos Ramos – Italia
  • Pr. Davi Feitosa – BA
  • Pr. Oseias Estevam – SP
  • Pr. Isaias Almeida – RS
  • Pr. Sergio Junior – Suiça
  • Pr. Ismael Moraes – PR
  • Conf. Erick Pires – GO

O Pr. Jesiel Freitas e o Ministério Palavra no Altar, contam com suas orações.

Ministério Palavra no Altar
Equipe de Intercessão

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

GRATIDÃO A DEUS PELA SUA MISERICÓRDIA E CUIDADO!



Eu, minha esposa Luciana de Freitas e o Ministério Palavra no Altar, agradecemos a todos os amigos e pastores que abriram as portas de suas igrejas e nos convidaram para ministrar em 2015. Nosso muito obrigado! A DEUS toda glória! Estamos prontos para servir a DEUS e para servi-los em 2016.

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A MENTIRA DO PRECONCEITO DOS EVANGÉLICOS


Uma falácia criada pelos ímpios e alimentada pelos teólogos liberais



Não é estranho que os cristãos sejam rotulados de preconceituosos pelo mundo. Não é novo, não é admirável e não é anormal. Os ímpios nunca aplaudiram os crentes e nunca aplaudirão, aliás, os crentes incomodam e muito os incrédulos. E isto acontece porque a mensagem que os crentes pregam julga a consciência, o comportamento e as práticas pecaminosas dos homens e mulheres distanciados de Deus. O que é estranho e fora de padrão é que um determinado segmento evangélico acuse os próprios evangélicos de praticarem o preconceito apenas porque pregam contra o pecado. Os liberais verberam aos quatro ventos que nossa mensagem deve ser carregada apenas do amor de Deus para com os homens já que vivemos no tempo da graça. E encontram seus discípulos e admiradores em nosso meio. Não é difícil, afinal, em muitos altares andamos pobres de conhecimento, de Bíblia e de mensagem cristocêntrica de fato. Se surpreendidos em um momento qualquer, sem que haja reflexão saudável sobre os ensinamentos de Cristo, não é difícil que passemos a nos questionar e até nos culparmos pelo deslize do preconceito. Mas, será que realmente praticamos o preconceito? Somos intolerantes com os pecadores ou somos intolerantes com o pecado? Consideremos o significado da palavra "preconceito", que vem do latim praeconceptu.

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa = Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial. Opinião desfavorável que não é baseada em fatos objetivos (intolerância). Estado de abusão, de cegueira moral. Superstição. 

Dicionário Michaelis da Língua Portuguesa = Conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados. Opinião ou sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão. Atitude emocionalmente condicionada, baseada em crença, opinião ou generalização, determinando simpatia ou antipatia para com indivíduos ou grupos.

Etimologicamente, de acordo com "A vida íntima das palavras" de Deonísio da Silva (Editora ARX, 2012), preconceito é o que é "concebido ou gerado antes, obtido antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo. Diz-se do juízo sem base, exarado a partir de intolerâncias prévias". 


Bem, é suficiente para percebermos que os cristãos, especialmente os evangélicos, não são preconceituosos e portanto, não motivam ou semeiam o preconceito. Mesmo assim, os teólogos liberais infiltrados no movimento evangélico e oriundos de seminários e escolas teológicas por todo o país, ao relativizarem as escrituras e a moral dela procedente, concluem e propagam que somos preconceituosos. Para os liberais tanto quanto para os adeptos da predestinação e da salvação incondicional, basta crer em Cristo e declará-lo que independentemente de suas práticas morais e religiosas, você estará salvo. É um erro fatal. Tem matado a fé nos corações de milhares de pessoas, confundido cristãos até bem intencionados por todos os lugares e exterminado igrejas inteiras na Europa, na América Central e agora, no Brasil. Para os liberais, a Bíblia não é integralmente digna de credibilidade ou literalidade nos livros históricos e nos apontamentos doutrinários. Em consequência, concluem que a graça justifica tudo, que o juízo divino deve ser descartado e portanto, ficar fora de nossas mensagens e que somente o amor de Deus deve ser apresentado à humanidade. Apontar pecados, denunciar a iniquidade e confrontar o pecador e suas impiedades com a Palavra de Deus é um erro, segundo os teólogos liberais. 

Equivocados e petulantes, postulam que pregamos a intolerância e disseminamos o preconceito por todos os lugares. Acusam-nos de legalistas, de fundamentalistas e de vazios de amor para com os pecadores sem Deus. Então, é importante esclarecer responsavelmente o seguinte: não somos preconceituosos nem plantamos o preconceito. Se preconceito é "ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial" ou "conhecimento ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados" ou ainda o que é "concebido ou gerado antes, obtidos antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo", logo, seguramente, não é o que fazemos. Se pregamos contra o pecado, o fazemos com base segura na Bíblia Sagrada, sem pífias interpretações, sem maquiagem do sagrado e sem fugirmos da verdade que somente a graça pode libertar o homem da escravidão da iniquidade e reconciliá-lo com Deus. Desde quando pregar contra a prostituição é preconceito? Quando tornou-se preconceito pregar contra a mentira, contra o roubo, contra a inveja, contra o homicídio, contra a corrupção, contra o adultério, contra o homossexualismo, contra a adivinhação, contra a feitiçaria, contra a idolatria em todas as suas formas, contra o satanismo ou contra a invocação aos demônios? Somos preconceituosos quando apresentamos a mensagem que aponta o pecado e mostra ao pecador o caminho da libertação e da salvação? De forma alguma! O que anunciamos não é preconceito e sim CONCEITO. Não é sem base, não é sem conhecimento adequado, não é concebido ou gerado antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo e não é sem fundamento sério. Pregamos a Cristo e Cristo liberta.

Falta de amor é não apontar o pecado, é não mostrá-lo como destrutivo aos homens e negar-se a anunciar a salvação em Cristo e o juízo divino ao mundo. Afinal, que bíblia estão lendo os que nos acusam em nosso próprio convívio? Onde encontraram esta falsa liberdade que faculta a todos a permanência numa vida descomprometida com Deus e com os seus valores?

Há poucos dias, vi um desses liberais publicando em seus perfis e páginas virtuais elogios recebidos de pessoas de vários segmentos por sua postura "amorosa" para com os pecadores e para com o pecado. Expressões de gratidão, reconhecimento pela sua tolerância e simpatia por sua postura politicamente correta. Jactava-se de cultivar e alimentar a solidariedade dessas pessoas pela sua heroica postura contra os evangélicos, seus próprios irmãos, e defender os "pobres perseguidos" pelo "preconceito evangélico". E aí, pergunto: desde quando faz parte do evangelho preocupar-se com a simpatia dos que afrontam a Deus com seus pecados e sua dura cerviz diante da mensagem libertadora de Cristo? É verdade que Jesus sempre deixou os pecadores à vontade com suas rebeldias e afrontas ao evangelho? De modo algum! À mulher adúltera ele disse: "vai e não peques mais"(João 8: 11); ao jovem rico e apegado aos bens, desafiou: "Vai, vendo tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me" (Marcos 10: 21) e aos discípulos disse: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me" (Mateus 16: 24). Não é porque ele se assentava à mesa com rejeitados pela sociedade, porque permitia que as prostitutas, os cobradores impiedosos de impostos e toda sorte de gente se aproximasse dele, que não lhes apontava o pecado e suas consequências. Sempre foi assim entre religiosos e não religiosos. Ele disse: "Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á" (Mateus 16: 25).

Se o mundo nos admira, se está satisfeito com nossa postura, se não se sente nem um pouco incomodado com a mensagem que pregamos, então o que estamos de fato pregando? O evangelho realmente deve ser pregado de maneira que não confronte o mundo com seus pecados? Como fazer isto quando "Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno" (I João 5: 19) ou como fazer isto sem atrair o ódio do mundo contra nós, quando o próprio Senhor Jesus disse: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia" (João 15: 18,19). E ainda: "Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não tem desculpa do seu pecado. Quem me odeia odeia também a meu Pai. Se eu não tivesse feito entre eles tais obras, quais nenhum outro fez, pecado não teriam; mas, agora, não somente tem eles visto, mas também odiado, tanto a mim como a meu Pai" (João 15: 22-24).

Então, concluímos: a acusação de que há preconceito praticado pelos evangélicos é MENTIRA! Não há preconceito algum. Realmente amamos os pecadores, os recebemos a qualquer tempo, vamos até eles o tempo todo, lhes oferecemos o evangelho, lhes revelamos Cristo pela pregação e os alertamos do juízo vindouro inevitável. É fato! Pregar contra o pecado e seus malefícios, não é preconceito, é conceito bíblico divino! Finalmente, cumpramos integralmente a ordem do Senhor Jesus: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar TODAS as coisas que vos tenho ordenado" -grifo meu - (Mateus 28: 19,20).

Sem preconceito, apenas conceito. Tolerantes com o pecador e intolerantes com o pecado.


Pastor Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 5 de junho de 2015

A IGREJA DEVE FICAR CALADA?

Estão certos os que defendem o silêncio da igreja diante do pecado e dizem que só o amor de Deus deve ser mostrado ao mundo? 

Radicalismo, extremismo ou excesso de qualquer tipo jamais devem ser características da igreja de Cristo. É fato. O equilíbrio é sempre o bom tempero para qualquer coisa, e isto não deve mudar, nem pode. O que deve ser reavaliado, no entanto, é o comportamento social da igreja na atualidade. E há razões de sobra para pensarmos responsavelmente na questão, e pensarmos biblicamente, afinal, sem Bíblia não há igreja. Que influência de fato a igreja de Cristo está exercendo sobre o mundo? Ela realmente tem sido a voz de DEUS para os perdidos além das quatro paredes dos templos? Cumprimos apenas o "ide" para a pregação do evangelho ou cumprimos também o papel de confrontadores do pecado,  de profetas da última hora, de denunciantes da iniquidade e moderadores morais? Sim, moderadores morais! Este é um dos papéis da igreja através da exposição e confrontação do pecado. Ela não tem o dever de evitar na íntegra o apodrecimento moral, até porque é impossível, todavia, ela possui o papel de freá-lo, ou pelo menos de viver tentando fazê-lo quando expõe o pecado de forma clara e direta. Afinal, esta é uma das principais finalidades da igreja exposta por Cristo aos discípulos no evangelho de Mateus 5.13, conforme lemos: "Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para lançar fora, e ser pisado pelos homens". Penso que uma igreja que se cala, que silencia diante do pecado e das aberrações que surgem no tempo do fim, é uma igreja omissa, inútil, neutra e, como disse o Senhor Jesus, tornou-se insípida. E, fatalmente será pisada pelos homens que, aliás, esperam avidamente a oportunidade de fazê-lo.

Vejo diariamente alguns professos apologistas, pregadores e até pastores dizendo que a igreja não deve envolver-se diretamente com as questões concernentes ao mundo à nossa volta até porque está perdido mesmo, então temos que aprender a conviver pacífica e passivamente com ele. Inflamam-se quando apontamos práticas pecaminosas, mudanças culturais, transformações morais e comportamentos claramente nocivos às pessoas, à espiritualidade e às nossas famílias. Aparecem defendendo heroicamente nas redes sociais os meios de comunicação que deturpam valores, práticas desde sempre condenadas pela Bíblia, grupos e movimentos que não só praticam o que não agrada a Deus, mas que também lutam para imporem seus devaneios e comportamentos abominados pelo SENHOR. Vivemos no Brasil um momento de euforia social em relação a diversos temas: aborto, correção dos filhos, prostituição, equilíbrio dos meios de comunicação, homossexualidade, corrupção política, maioridade penal, limites para os professores e para os alunos em sala de aula e outros. E a verdade é uma só: perdeu-se o controle de muitos comportamentos nocivos, aprofundou-se o estado de permissividade e inverteu-se muitos valores que claramente estão levando o país e o mundo ao caos. Tempos do fim, profecias se cumprindo? Sim, claro que sim. Bem, e o que devemos fazer? Afastar-nos disso tudo, desistirmos de pregar a verdade e assistirmos passivamente famílias se esfacelando, a sociedade zombando de Deus e parte da igreja se acovardando diante do seu papel e do seu dever de proclamar a verdade? Anunciarmos cômoda e confortavelmente apenas o amor de Deus para a humanidade e evitarmos o constrangimento, a antipatia e o anúncio antiquado da justiça, do juízo divino e das verdades presentes na totalidade do evangelho? Devemos pensar seriamente sobre isto.

Entre as questões envolvidas diretamente na responsabilidade da igreja como agência divina na terra, apresento algumas que considero essenciais, inevitáveis e obrigatórias. Em primeiro lugar, o apóstolo Paulo recomendou entranhavelmente: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12: 2). Logo, contrariando todo pensamento de que a igreja deve conformar-se, aceitar e viver passivamente no mundo, devemos estar cada dia mais inconformados. Em segundo lugar, a igreja precisa brilhar com suas boas obras: "Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus" (Mateus 5: 14-16). Se a igreja fizer o que o mundo faz e comportar-se como o mundo se comporta, sua luz não aparecerá ou será sufocada pelo alqueire do mundo.  Em terceiro lugar, a sabedoria de Deus em todas as suas faces precisa tornar-se conhecida do mundo espiritual e do mundo físico; seja a face do amor, ou seja a face da justiça. Em Efésios 3: 10 está escrito: "para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais". É a igreja quem deve propagar a multiforme sabedoria de Deus em todos os lugares, dentro e fora dela. Se porventura calar-se, omitir-se, silenciar ou acovardar-se, estará escondendo o que deveria revelar. Há um quarto ponto que devemos considerar seriamente: era admirável nos apóstolos e primeiros discípulos de Cristo a coragem para confrontar os homens que lhes resistiam, mesmo que respeitando-lhes em suas funções, priorizando o que Deus lhes incumbira de fazer. Em Atos 4: 18-20, após Pedro e João serem levados perante o Sinédrio (tribunal religioso dos judeus) por anunciarem a Cristo e suas doutrinas, interpelados e proibidos de pregarem o evangelho, reagiram exemplarmente: "E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus. Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido". Notem, que eles não estavam apenas os proibindo de pregarem o evangelho, mas também de ensinarem no nome de Jesus. Esta deve ser a postura firme da igreja: ensinar o que Deus lhe ensinou sobre o pecado e suas consequências. Acima de tudo, ouvir a Deus. Tudo o que o mundo e os homens disserem contra a Bíblia Sagrada, está abaixo de Deus. Novamente, em Atos 5: 28,29 eles são repreendidos pelas autoridades religiosas após saírem miraculosamente da prisão, onde foram trancafiados por pregarem o evangelho da verdade, e acusados de lançarem o sangue de Jesus sobre elas (juízo). A resposta deles narrada pelo evangelista Lucas é firme, veemente e, para muitos religiosos dos nossos dias, radical demais. Eis a narrativa: "Não vos admoestamos nós expressamente que não ensinásseis nesse nome? E eis que enchestes Jerusalém dessa vossa doutrina e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem. Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens".  Essa mesma coragem, essa mesma dose de ousadia gerada pela presença e pelo revestimento do Espírito Santo, deve estar viva na igreja de hoje: "e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus" (Atos 4: 31).

Em quinto lugar, em tempos iniciais da igreja, o apóstolo Paulo declarou o poder do evangelho para o judeu e para o grego, para o seu povo e para os gentios. No contexto atual, é o mesmo que dizer: para o crente e para o mundo sem Deus. Então, Cristo e sua doutrina devem ser anunciados dentro da igreja e fora dela. Sua palavra deve santificar a igreja e julgar o mundo apontando-lhe os erros e mostrando-lhe o caminho da salvação. Em Romanos 1: 16, o apóstolo brada: "Porque eu não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiramente do judeu e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé". O que será que o destemido apóstolo dos gentios diria a respeito da igreja de hoje? Que avaliação ele faria dos "apologetas" que reprovam a intrepidez e a veemência dos profetas que denunciam o pecado e expõem ao mundo suas objeções e protestos contra tudo que se rebela contra Deus? Ele aprovaria, incentivaria ou aplaudiria o silêncio dos omissos e covardes que recuam diante da pressão do mundo? Certamente que não! E a igreja deve seguir corajosamente em frente sem jamais camuflar o juízo divino sob pretexto de revelar apenas o amor de Cristo! Em sexto lugar, nem Cristo, nem Paulo, nem Pedro ou qualquer um dos apóstolos esconderiam do mundo, como não esconderam naqueles tempos, a ira e o juízo de Deus sobre o pecado e sobre os pecadores inconversos. E foi isso que prosseguiu dizendo o pregador convertido na estrada de Damasco, um pouco mais a frente em Romanos 1: 18 e 19: "Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou". Nem a hermenêutica, nem a boa exegese nos farão enxergar de outra forma o dever da igreja de profetizar com autoridade, de denunciar com veemência e de se contrapôr ao pecado!

Só podemos concluir seguramente que não devemos sentir medo, nem nos calarmos, mas falarmos como "disse o Senhor em visão, a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales" (Atos 18: 9). A igreja e seus pregadores não foram chamados para se tornarem ícones da simpatia, para agradarem ou para suavizarem a mensagem do evangelho. Os profetas de hoje são os pastores, os evangelistas e os pregadores do seio da igreja. Como os profetas do passado, precisam estar dispostos a morrerem pelo evangelho, se necessário for. Não se pode aceitar ou pensar que a igreja de Cristo deva ser insípida, deva perder ou abrir mão do seu poder de salgar o mundo! Isto é ser cristão. Ao pregador britânico Leonard Ravenhill, atribui-se a seguinte afirmação: "A pior coisa que pode acontecer a um pregador é ele se tornar cortês". Não tenho dúvida alguma disto e creio que os pregadores convictos de suas chamadas também não tenham. A igreja precisa exercer influência poderosa sobre o mundo, ou acabará inevitavelmente admitindo o que afirmou Charles Spurgeon, pregador batista reformado britânico que viveu de 1834 à 1892, tendo pregado seu primeiro sermão aos dezesseis anos de idade: "Sei porque a igreja tem pouca influência no mundo atualmente: é porque o mundo tem muita influência na igreja". Que Deus nos guarde dessa tragédia espiritual e que nos dê coragem e responsabilidade suficientes para sermos guardiões da ousadia e do evangelho que denuncia o pecado! A igreja deve ficar calada? Não! Jamais! Deve gritar o mais alto que puder o amor de Deus e seus juízos eternos.

Pastor Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

ENTRE O PICADEIRO E O ALTAR - Pregadores que tratam a igreja como circo


"Respeitável Público: Com vocês... ooo PREGADOOOORR!!"


É quase isto! Anuncia-se o pregador e então aparece atrás do púlpito alguém vestido num terno colorido, sapatos multicores, gravata linguiça ou gravata multicores com pedrarias a gosto, calças apertadas (cores a gosto - vermelho, verde, azul, roxo, preto, branco, amarelo), e outros adereços esquisitos. Outro dia, um deles apareceu com gravata, lenço e echarpe amarelos... Nitidamente estava preparado para um desfile na passarela, mas jamais para o púlpito! Um amado amigo meu, pregador renomado, disse há pouco tempo enquanto ministrava: "boa parte dos pregadores de hoje não está vestindo-se para vir ao culto apresentar-se a DEUS, mas para as mulheres que frequentam os cultos!" Logo pensei: "bem, a maioria deles ou entende bem pouco ou nada de ética, ou bem pouco ou nada de mulheres". Que DEUS perdoe-me o divertimento imaginário neste aspecto, mas, seria cômico se não fosse trágico! Deve o pregador vestir-se sobriamente, como é digno do púlpito. Não entendam-me mal, por favor, mas tenho inquietante irritação quando vejo coisas assim, e olhem que não tenho visto poucas. Já são vários anos viajando e ministrando em todo tipo de eventos por esse país e tenho sentido-me muitas vezes constrangido com algumas aberrações e situações ridículas com as quais deparo-me!

Tem mais: além do visual chocante, hilário ou deprimente, alguns também pecam gravemente na comunicação. Na débil tentativa de impressionar o público com uma linguagem mais rebuscada ou erudita, alguns lançam mão de termos desconhecidos, palavras não coloquiais e expressões esquisitas. Impostam suas vozes profundamente numa terrível manobra para chamarem atenção do público. Por outro lado, há os que exibem péssimo português. Outros, cumprimentam os obreiros ao chegarem no ambiente, com uma falsa e exibicionista reverência, inclinando-se à frente quase como o fazem os japoneses em sua característica cultura. Perdoem-me, mas não resisti. Senti-me impulsionado a escrever sobre isto. Gostaria mesmo que os companheiros e irmãos pregadores compreendessem isto de forma educativa, instrutiva, conselheira, como uma crítica positiva. Penso que o posso fazer como pastor e pregador do evangelho, embora consciente de minha pequenez, de minhas limitações e de minha disposição em SERVIR ao SENHOR.

Outra coisa estranha são as acrobacias ensaiadas por alguns que movimentam-se desenfreadamente, agitam os braços freneticamente, gritam excessivamente o tempo todo, saem correndo no meio da igreja e coisas do tipo. Conheço alguns que ocupam o tempo no altar contando anedotas e fazendo o povo rir, em alguns casos, inclusive, com linguajares e histórias que não caem bem no ambiente espiritual e especialmente no púlpito da Casa de DEUS! Não que o bom humor não seja bem-vindo, e gosto de ouvir pregadores alegres, mas faça-se tudo com ordem e decência. Igreja não é circo, altar não é picadeiro e pregador não é palhaço; com todo respeito aos profissionais do ramo! Fico realmente estarrecido com estes comportamentos e creio que boa parte dos meus caros leitores sinta o mesmo! Claro que há aqueles pregadores que ocupam o outro extremo: postam-se rigidamente atrás do púlpito, não movem-se um centímetro sequer e discursam como se estivessem engessados, numa falsa ética e numa postura forçada, que foge ao natural e claramente o público percebe que aquela não é a real personalidade do pregador. Penso que o pregador deve agir naturalmente, óbvio que com aquela reverência necessária e característica ao púlpito, ao altar, à igreja, mas nunca mecânica ou roboticamente. Nem tampouco sem saudáveis limites que são inerentes ao bom senso.

Definitivamente, precisamos rever os conceitos. Especialmente os novos pregadores devem cuidar-se para não caírem nesses modismos e nessas esquisitices do nosso tempo. A igreja é lugar santo, o púlpito é sagrado e o altar dispensa comentários! Mais espiritualidade e menos espetáculos, mais GRAÇA e menos gracejos, mais unção e menos frases e gestos de efeitos forjados. O povo precisa ouvir a mensagem genuína do evangelho, ministrada por pregadores autênticos e comprometidos única e exclusivamente em fazer aparecer JESUS ao invés deles! O centro da mensagem é sempre CRISTO e nunca o pregador; a personalidade do culto é o SALVADOR e não o mensageiro e a pregação é um grito revelador em direção aos pecadores e não um espetáculo para promover o pregador. A igreja é uma comunidade de salvos adoradores, e não um circo de expectadores desejosos de espetáculos centrados no homem! Definitivamente, não confundamos ALTAR com PICADEIRO!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CRUZADA SÃO LUIS PARA CRISTO 2014 - Com Pr. Jesiel Freitas e Pr. Gilmar Santos



Nos próximos dias 2 e 3 de outubro, acontecerá em São Luis, no estado do Maranhão, a Cruzada São Luis Para Cristo. Realizada todos os anos, a cruzada de evangelismo e milagres tem sido um marco na capital maranhense. Milhares de pessoas são esperadas para ouvirem as mensagens e receberem as ministrações de cura com os pastores Jesiel Freitas (SP) e Gilmar Santos (GO). Várias conversões e testemunhos de milagres são relatados nesta grande cruzada anual. Também haverá participações de cantores e grupos de louvores de São Luis. Nas duas noites o Pastor Jesiel Freitas e o Pastor Gilmar Santos ministrarão juntos. A Cruzada é promovida pela Assembléia de Deus Ministério Cristo Para Todos liderada em São Luis pelo Pr. Siclay e nacionalmente pelo Pr. Gilmar. A programação e o local estão no cartaz acima.

Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 26 de junho de 2014

AD CATANDUVA FAZ CAMPANHA NAS TERÇAS DE JULHO - Pr. Jesiel Freitas será um dos ministrantes


A Assembléia de Deus, Ministério de Catanduva, estará promovendo uma campanha de evangelismo, adoração e avivamento em todas às terças-feiras do mês de Julho. A ideia é aproveitar o período férias para reunir o maior número possível de pessoas no templo central. Vários pregadores estão convidados para participar da Campanha, entre eles o Pastor Jesiel Freitas, do Ministério Palavra no Altar. Você confere no cartaz abaixo o endereço e toda a programação do evento:



Ministério Palavra no Altar
(18) 9.8133-3627
(17) 9.9726-0024
Email: prjesielfreitas@yahoo.com.br
Facebook: Jesiel Freitas
Twitter: @JesielFreitas
Youtube: Pastor Jesiel Freitas 


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