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terça-feira, 18 de setembro de 2018

DIREITO BÍBLICO DE LEGÍTIMA DEFESA


Nós estamos às vésperas das eleições majoritárias no Brasil, e com isso, muitas polêmicas naturalmente tem vindo à tona. Uma delas, envolve a proposta de um dos candidatos à presidência da república, de facilitar a posse de arma para o cidadão de bem. Por causa dessa proposta, muitas pessoas se levantaram questionando a legitimidade da proposta e o direito que um cristão pode ou não ter, de possuir uma arma de fogo ou de agir em sua própria defesa.

Bem, vamos à Bíblia Sagrada, pois é ela nossa bússola, nossa fonte de inspiração e que contém todas as respostas para todos os questionamentos humanos. Começo deixando claro que, em lugar algum a Bíblia condena, reprova ou proíbe o Direito de Legítima Defesa. Então, vou lançar mão de um dos exemplos mais interessantes vindo do início da criação: A Bíblia diz que o primeiro assassinato da história foi o de Caim que matou o seu irmão Abel. Nessa época, não existiam armas de fogo e, possivelmente, nem facas como as que temos hoje. Poderia existir facas grosseiras, bem rústicas, feitas de pedras, mas não essas de hoje. Caim pode ter usado uma dessas ou mesmo uma pedra para matar seu irmão por ciúmes. Notem que a maldade não estava no instrumento que ele usou, mas no seu coração que tomou a iniciativa ou decisão de ceifar a vida do seu irmão.

Em nenhum momento no texto de Gênesis Capítulo 4 você encontrará DEUS eliminando as pedras do planeta ou condenando o uso de facas, mas o encontrará impetrando ação condenatória contra o assassino. Foi uma pena capital. Caim carregou as consequências pelo resto de sua vida.

Mas, para que não haja dúvidas, vou citar como referência um texto que narra as palavras do próprio Senhor Jesus, quando fala sobre a necessidade de vigilância para o Dia da sua volta. Está no Evangelho de Mateus, capítulo 24 e versículo 43, que diz: "Mas, considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite haveria de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa". Do que ele está falando: do direito de legítima defesa. O que JESUS está dizendo é que um pai de família responsável, jamais deixará de defender a sua família de ameaças de terceiros, de bandidos ou de homens ou pessoas mal intencionadas. Isto é DIREITO BÍBLICO DE LEGÍTIMA DEFESA.

Mesmo no Antigo Testamento, onde a lei era rígida e DEUS também falava claramente com o seu povo, note qual era a lei divina para quem matasse no direito de legítima defesa: Êxodo 22:2-3 nos diz: “Se um ladrão estiver roubando, e, sendo ferido, morrer, quem o feriu não será culpado de seu sangue”.

Quando o mesmo Senhor JESUS estava passando seus últimos momentos com os discípulos, e sabendo o que eles enfrentariam após a sua partida, incluindo os perigos em suas jornadas para espalharem a mensagem do evangelho, os orientou a fazer o seguinte: “...Mas agora, quem tem uma bolsa, tome-a, e faça o mesmo quem tiver uma espada; e quem não tiver uma espada, venda sua capa e compre uma” (Lc. 22:36). Devemos considerar o seguinte: a espada era a arma mais letal de uso pessoal ou individual que havia naquela época, portanto, correspondia a arma de fogo nos dias atuais.

Ainda falando sobre o cuidado que todos devemos ter com nossas famílias, ouçam o que disse o apóstolo Paulo à Timóteo no capítulo 5 e no versículo 8: "Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família negou a fé, e é pior do que o infiel". Ou seja, é dever do pai de família ou do tutor de uma família, cuidar da segurança de sua família. Claro que, o contexto imediato fala de PROVISÃO, mas em sentido indireto, também fala de PROTEÇÃO! Só não se pode confundir Direito Bíblico de Legítima Defesa com VINGANÇA. Isto é outra coisa! Direito de Legítima Defesa diz respeito a reação imediata, instantânea ou reflexa ao momento da prática ou da tentativa da prática de um crime ou de agressão grave por alguém e não à vingança premeditada. Defesa fala de defender a vida e evitar perdê-la, não de vingar a morte de outrem por quem já não há mais o que fazer. Esse tipo de punição diz respeito a justiça legal, aos meios legais ou aos tribunais devidamente estabelecidos, como você queira entender.

Veja o que diz em Romanos 13:4, “...a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Mas se fores mal, teme; pois não é em vão que vem a espada; pois é ministro de Deus, um vingador para castigar o que pratica o mal.”.

Então, a resposta para a pergunta: O CRISTÃO TEM O DIREITO BÍBLICO DE LEGÍTIMA DEFESA OU DO USO DE ARMAS EM LEGÍTIMA DEFESA?

RESPOSTA: SIM, O CRISTÃO TEM O DIREITO BÍBLICO GARANTIDO DE LEGÍTIMA DEFESA!

Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 7 de junho de 2018

QUANTO A PROSPERIDADE FINANCEIRA


Cultura - É preciso compreender primeiramente o que difere cultura do quê é moralmente correto na prática de fé. Especialmente entre os povos orientais, prevalecia a cultura de que as riquezas materiais eram comprovação de vida abençoada por Deus ou de pleno sucesso. Todos os que lemos e compreendemos genuinamente a Bíblia, sabemos que isto não é verdade. Jó era um homem próspero, porém isso não era tudo em sua vida nem o mais importante. É possível ver duas coisas profundamente interessantes em sua vida: primeiro, o seu amor à DEUS acima de todas as coisas. Todo o relato de sua provação, seus diálogos com DEUS, com sua esposa e com seus amigos, deixam isso bem claro. A segunda coisa essencial é que Jó não tinha avareza. Tudo o que tinha recebia a mordomia correta: basta ler integralmente os textos para saber que ele ajudava os órfãos, as viúvas e qualquer necessitado que buscasse seu socorro.

A avareza é fator fundamental para definir a relação de alguém com DEUS e com o dinheiro. Na verdade, a relação errada com o dinheiro e com os bens materiais pode ser o caminho mais curto para o inferno, visto que a AVAREZA é pecado grave, não por classificação comum, mas por ser vício sórdido do qual as pessoas têm muita dificuldade em se libertarem.

Outrossim, a Bíblia e o próprio Senhor JESUS mostram o apego às coisas terrenas como desapego às coisas espirituais ou celestiais. ELE deixou claro que o apego ao dinheiro e às coisas materiais, a avidez pelas riquezas ou pelo enriquecimento são demonstrativos claros de onde o seu coração está. Vejam o texto de Mateus 6: 19-21:

"Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração" (grifo meu).

Então, na verdade, muito claramente, qualquer apego com as coisas materiais ou a chamada prosperidade financeira, não contribui com as coisas espirituais, tampouco é prova absoluta de bênção. Há muitos ímpios ricos e cruéis que nada tem de DEUS!

PORTANTO, a pregação da prosperidade financeira, tanto quanto às famigeradas campanhas nas igrejas para tal, são falsas, equivocadas e não harmonizam com o principal propósito de DEUS com os homens. Para concluir, sabemos que o amor ao dinheiro é um mal terrível, claramente condenado pela Bíblia:

I Timóteo 6: 6-10 - "Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores".

Conheço muitos crentes ricos ou estabilizados de vida financeira que são extremamente AVARENTOS, apegados às coisas financeiras. Vêem, muitas vezes, os irmãos necessitados, ou mesmo o pastor da igreja em dificuldade, ou a própria igreja, a assistência social, e não são capazes de ajudar. Normalmente dizem: "eu já entrego o meu dízimo".

Na verdade, grande parte dessas pessoas, quando entrega o dízimo não é por fidelidade, mas por tentativa de BARGANHA com DEUS. Dá com único objetivo de "prosperar" ou receber algo em troca. Digo, com segurança, que é um dinheiro sem valor, quando não, amaldiçoado.

A Bíblia ainda diz que os avarentos não serão salvos: "nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus" (I Coríntios 6: 10)

Portanto, um dos piores vícios do homem é a AVAREZA, o apego aos bens materiais e a ganância por dinheiro, excetuando-se àqueles que tem propósitos corretos, corações genuinamente libertos e mordomia cristã perfeita em DEUS!


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

segunda-feira, 2 de abril de 2018

CRISTO, O ÚNICO QUE DEVE SER ADORADO!


Por quê nós evangélicos não adoramos nenhum outro ser além de DEUS em sua trindade, Pai, Filho e Espírito Santo? Vamos às razões de fato bíblicas, pois a Bíblia, e nada mais, é nossa regra imutável de fé e prática (o texto é grande, mas vale a pena):


"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4: 12).

Nenhum outro ser ou pessoa pode receber mérito, reconhecimento ou louvor pela nossa salvação, afinal, foi o Senhor Jesus Cristo, e só ELE, que deu a sua vida no calvário por cada um de nós. Exatamente por isso, o texto acima, de Atos dos Apóstolos, afirma que "em nenhum outro há salvação". Para frisar com clareza a declaração, o evangelista Lucas registra as seguintes palavras do apóstolo Pedro: "porque também debaixo do céu nenhum outro NOME há" (grifo meu), e completa, "pelo qual devamos ser salvos". Nenhum outro nome... nem o próprio Pedro, nem Paulo, nem João (íntimo de Jesus), nem Estêvão, nem Tiago nem tão pouco sua mãe, Maria. Vejamos o seguinte texto bíblico:

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (1 Timóteo 2: 5).

Claríssimo, elucidador e profundamente doutrinário! Só o SENHOR JESUS, ninguém mais. Nas palavras do próprio CRISTO, fica claro qual o caminho para o céu:

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14: 6).

São textos simples, cristalinos como a água limpa, só não os enxerga ou não os compreende os que decidem não fazê-lo. A Bíblia Sagrada também condena contundente e taxativamente a prática da idolatria; citarei apenas três referências bíblicas do Novo Testamento: "Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria” (I Coríntios 10: 14); “O restante da humanidade que não morreu por essas pragas nem assim se arrependeu das obras das suas mãos; eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver, nem ouvir, nem andar” (Apocalipse 9: 20); “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1: 22,23).

O que significa a palavra IDOLATRIA? Na língua portuguesa significa "ação de cultuar ídolos"; "culto que se faz aos ídolos"; "adoração a ídolo", ou seja, prestar reverência, honra religiosa ou espiritual, louvor aos ídolos do imaginário ou da religião. DEUS condena a idolatria e ponto. Então o paganismo, para justificar suas práticas, trocou a palavra IDOLATRIA por VENERAÇÃO, o que se resume exatamente na mesma coisa. Quando alguém presta culto por veneração, está prestando culto idolátrico. Simples, matemático, lógico e facilmente compreensível por qualquer mente inteligente. Se você se prostrar, se inclinar, se ajoelhar, prestar culto, dirigir orações ou reverenciar espiritualmente, então você está praticando a IDOLATRIA. Veja o texto de Êxodo 20. 3-6:


“Não terás outros deuses além de mim. Não farás para ti nenhum ídolo, ne­nhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor,o teu Deus, sou Deus zelo­so, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos”.

Não pregamos o desrespeito à qualquer pessoa: nem aos idólatras, muito menos aos personagens bíblicos que participaram da propagação do evangelho no mundo... nenhum dos apóstolos ou discípulos de JESUS, nem mesmo à sua mãe Maria. Afinal, temos admiração e amor por todos eles e por ela como seus irmãos em CRISTO, nada mais! E é bom deixar claro, que nenhum deles pode "velar" por nós, "olhar" por nós, ou interceder por nós. Estão mortos e aguardando a ressurreição do Dia de Cristo como todos os que morreram NELE! Tudo o mais é fantasia, idolatria, pecado e engodo diabólico. É Bíblia e nada mais. Tenho respeito por todos, todavia, não respeito e jamais respeitarei ou comungarei com a prática da idolatria. Se eu for conivente, serei tão transgressor quanto. Pecado é pecado é pronto. Não dividirei a minha adoração!

Para concluir, quanto aos que acham que os mortos podem interceder por nós, prevalece a clareza da Bíblia Sagrada:

"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma" (Eclesiastes 9: 5).

"Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor" (Deuteronômio 18: 10-12).

Só permanece na ignorância quem quer. Tudo está na Palavra de Deus.


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 30 de março de 2018

O VALOR DA CRUZ DE CRISTO - O que a cruz representa para nós, cristãos



A cruz de Cristo é o elo da comunhão entre o homem e o seu Criador, é a essência da reconciliação. Não é à toa que a cruz é o principal símbolo do cristianismo. Cada religião tem seu símbolo emblemático que remete diretamente à sua principal mensagem e no caso do cristianismo é a cruz. Em qualquer lugar que você avistar uma cruz, saberá que ali existe ou passou alguém que prega a Jesus Cristo. Até nos filmes e séries de TV, somos informados claramente sobre isto.



Nós evangélicos, especialmente no Brasil, pouco usamos o símbolo físico da cruz em nossos templos ou cultos por causa da veneração ou da idolatria dirigida à ela pelo romanismo, o que, sinceramente, não justifica, apenas explica a quase rejeição. Mesmo no Brasil, em regiões com cultura européia, como no sul do país, por exemplo, grande parte das igrejas evangélicas utiliza a cruz como símbolo presente, inclusive as Assembleias de Deus que, historicamente, não usam o símbolo da cruz em seu cotidiano. Por quase toda a América do Sul e América Central, se vê o uso da cruz nos templos evangélicos, assim como também na América do Norte (Estados Unidos), nos países da Europa e na Inglaterra, berço de grandes pregadores que marcaram épocas. Portanto, é impossível desvencilhar-se da cruz como símbolo dos seguidores de Cristo e é estranha a rejeição radical dela por grande parte dos evangélicos! Sem cruz, não haveria cristianismo. A cruz sustenta o sacrifício da redenção, autentica todos os milagres realizados por Jesus, reconcilia o homem com Deus, aponta para a ressurreição e sustenta a doutrina da eternidade. Vejam o que diz o texto da epístola de Paulo aos Efésios 2. 16:


"E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades".


Claramente, nesse texto, a cruz mata as inimizades e nos reconcilia com DEUS, nos tornando o corpo de CRISTO! O apóstolo Paulo vai mais longe, e diz que há muitos que são inimigos da cruz de CRISTO, conforme Filipenses 3. 18:


"Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo",


Não dá para ser inimigo da cruz de Cristo, seja em forma de doutrina, ou mesmo como símbolo magno da salvação. O próprio Paulo ainda frisa que se há algo no qual devemos gloriar-nos, é na cruz de Cristo: 



"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" (Gálatas 6:14).




Conclui-se que a cruz deve ser escândalo para os ímpios e não para nós. Ela deve ser rejeitada pelos que rejeitam a Cristo, nunca pelos que o reconhecem como Salvador e Senhor de suas vidas. A cruz não deve jamais ser idolatrada ou reverenciada como aquela que nos salva, porque quem nos salva é Cristo que passou por ela; a cruz foi apenas o instrumento usado para o sacrifício do Cordeiro. ELE deve ser adorado, venerado, reverenciado, exaltado, glorificado, amado e reconhecido como Salvador. Todavia, foi na CRUZ que ELE pagou o preço da nossa redenção! Para nós, a cruz não é vergonha alguma, ela é o poder de Deus que nos resgata do pecado para uma vida de santificação.



"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus" (1 Coríntios 1:18).




Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

SIMPÓSIO PARA PREGADORES E ASPIRANTES



Vem aí o Primeiro Simpósio para Pregadores e Aspirantes, no mês de abril. O evento será realizado nas dependências do templo sede da Assembléia de Deus Ministério do Belém, da cidade de Guararapes/SP, região de Araçatuba, presidida pelo Pr. Luís Ricardo Souza. São esperados pregadores e aspirantes ao ministério da palavra de toda a região, para um momento de aprendizado. Os palestrantes serão o pregador e Pastor Otoniel Gomes e o pregador e Pastor Jesiel Freitas. O Pr. Otoniel Gomes abordará os temas HERMENÊUTICA E EXEGESE, enquanto o Pr. Jesiel Freitas abordará o tema HOMILÉTICA. As inscrições já estão abertas e os interessados pagarão uma taxa simbólica de 20 Reais com direito ao certificado e ao coffe breack. O simpósio ocorrerá no dia 30 de abril, segunda-feira, das 19 às 22 horas e 30 minutos, no templo da AD, localizado na Rua Lauro Eduardo Hederich, 669, Centro. Maiores informações, através do número (18) 99804-4253 com o Pr. Luíz Ricardo ou com o Pr. Willian Monteiro.

Ministério Palavra no Altar

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

DÍZIMO - SEMEADURA DE FÉ, OBEDIÊNCIA E FIDELIDADE


A colheita do dízimo é precisa; uma promessa infalível.


"Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas" (Mateus 23: 23).


Dízimo envolve tudo o que você tem de receita e, claro, envolve dinheiro. Você não recebe seu pagamento em alimentos, você recebe em dinheiro. Dízimo não é nem da lei, nem da graça, é antes dos dois. Dízimo é gratidão e obediência. É mensal... nos tempos bíblicos era anual, porque as colheitas eram anuais. Também por isso eram em forma de cereais, alimentos ou animais. É de suas receitas regulares. É bíblico e regulamentado também no NOVO TESTAMENTO pelo próprio SENHOR JESUS. Normalmente, as pessoas que pregam contra o dízimo são infiéis, avarentas, ingratas, murmuradoras e insatisfeitas. Vão ao templo, sentam-se em cadeiras confortáveis, tomam água gelada no bebedouro, usufruem do som e da energia elétrica do templo, ouvem a Palavra, querem cuidado pastoral constante, cobram muito do pastor, querem ventiladores ou ar-condicionado, mas não querem contribuir para ter tudo isso. Acham que um templo é mantido magicamente, só pela fé e sem necessidade de dinheiro. 

Querem um pastor à disposição, mas acham que ele não come, não bebe, não dorme e não tem necessidades com a sua família. Deviam saber que se não são fiéis nos dízimos e nas ofertas, não tem direito a nada disso. É como morar na casa dos pais a vida inteira, homem barbado, e não ajudar com nada. Quem não trabalha, não come. Recorrem à figura do sacerdote do Antigo Testamento, mas não sabem que ele e sua família viviam vinte e quatro horas a serviço do templo e do povo e era sustentado pelos dízimos. A razão disto é que são desobedientes, ingratos e avarentos! E a palavra dízimo nos originais, quer dizer: DÉCIMA PARTE, ou DEZ POR CENTO. Todos os que apregoam contra o dízimo são egoístas, descrentes e avarentos. É um caminho pelo qual nenhum crente genuíno em JESUS CRISTO deve entrar.


Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ACADEMIA DE ZOMBADORES - Um mal a ser combatido no seio da igreja.


“O soberbo e presumido, zombador é o seu nome, trata com indignação e soberba.” (Provérbios 21: 24)


Nos últimos dias tem se levantado no mundo um grande exército de zombadores do evangelho! E não estou falando de ímpios ou de integrantes de outros segmentos religiosos, mas de cristãos evangélicos insolentes, escarnecedores de seus próprios irmãos. Isto é profundamente grave e entristecedor! A palavra INSOLENTE é definida da seguinte forma pelo dicionário da língua portuguesa: 

“desrespeitoso no que diz ou nas atitudes que toma; atrevido, malcriado, desaforado; que não respeita as convenções sociais ou os direitos dos outros; audacioso, petulante, ousado, atrevido; que trata os demais como inferiores; desdenhoso, altivo, arrogante”.

As pessoas com este perfil se acham de alta cultura e conhecimento (e, às vezes, até são), acreditam que as grandes e primeiras descobertas do evangelho são feitas por elas e, por isso, desdenham as doutrinas que aprenderam e zombam, inclusive, das tradições apostólicas da igreja. Há dois tipos de estudiosos da Bíblia: um, estuda, faz suas “descobertas”, aprende e usa isto para sua própria prática cristã, no campo pessoal. De certo modo, alguns crescem, outros decrescem. Esses últimos, espiritualmente imaturos e por isso, soberbos, irônicos e sarcásticos, zombam de seus irmãos que praticam a fé em forma diferente. Há que se considerar o seguinte: o campo espiritual é vasto, amplo demais para nossas pequenezas e limitações, o que sugere que nossa mente é incapaz de desnudar todo o universo desta dimensão. Mais que isto, a prática cristã é construída e alicerçada sobre o campo da fé, sem a qual se tornaria impossível sequer alcançar a salvação em CRISTO. Por consequência, todas as vertentes doutrinárias deverão ser estabelecidas pela fé e fundamentadas exclusivamente naquilo que nos fornece a Bíblia Sagrada e, no que concerne à igreja, nos evangelhos, no livro histórico de Atos dos Apóstolos, nas epístolas paulinas e nos demais escritos do cânon neotestamentário. A correta interpretação dos originais, o número elevado de estudiosos, teólogos, escritores, cientistas linguísticos e suas opiniões a respeito, devem ser considerados, evidentemente. Todavia, nada que se distancie dos textos originais do Livro Sagrado, e só dele, deve ser levado a sério. E isto, é o que estão fazendo os integrantes do que chamo de “Academia dos Zombadores”. Eles não percebem o mal que fazem ao evangelho, especialmente quando publicam em redes sociais ou abertamente a públicos não preparados, suas teorias, sejam elas mirabolantes ou plausíveis, em tom jocoso, sarcástico, irônico e zombeteiro. Envergonham o cristianismo, zombam de seus próprios irmãos, colocam-se em posição de superioridade e postam-se arrogante e presunçosamente. Mais que isso, o movimento pentecostal, que consiste na crença, na ênfase e na liberdade para a manifestação dos sinais e dos dons do Espírito Santo, é oriundo, não do movimento da Rua Azusa, no início do século passado, nem de manifestações anteriores no desenvolvimento da história contemporânea da igreja, mas no próprio livro de Atos dos Apóstolos e, posteriormente, com todas as suas normativas nas epístolas Paulinas, especialmente, quando este escreveu aos cristãos de Corinto.

Todos nós conhecemos as orientações a respeito do uso e da operação dos dons apresentadas, especialmente em I Coríntios 12 e 14. Sabemos da necessidade da interpretação das línguas no caso do culto público, como também sabemos do dom da variedade de línguas. Basta estudar com um pouco mais de esmero e dedicação, para compreender que as línguas tratadas nesta epístola pelo apóstolo Paulo, não tratam nem de línguas terrenas (conhecidas nos idiomas humanos), nem de línguas necessariamente codificadas formando uma sequência linguística de comunicação. Qualquer pessoa pode orar em línguas para sua edificação, sem que necessariamente ela seja interpretada. Isto é com Deus, com a Bíblia e com o indivíduo. Em nenhum lugar Paulo condena o falar em línguas ou o proíbe, mesmo no culto público. Só aconselha que seja interpretada para edificar aos demais que não estão falando, mas ouvindo. Com isto, não tenho a pretensão de estabelecer um tratado teológico apurado dos dons, mas apenas criar uma linha de raciocínio para fazer compreender a tolice, o devaneio, a arrogância, a insensatez e a presunção daqueles que zombam das práticas pentecostais sem qualquer critério. Concordo absolutamente que existem aberrações, exageros e práticas que extrapolam a doutrina dos dons, mas tenho raciocínio lógico suficiente para saber que isto não desmerece, desconstrói ou proíbe a operação e a manifestação de tais dons no contexto da igreja ou do culto. Seja Benny Hinn ou qualquer um dos charlatões do neopentecostalismo, nenhum deles possui credenciais para fazer a igreja desacreditar da prática saudável do movimento pentecostal ou do uso correto dos dons, ou desautorizá-los. 

Por outro lado, como é próprio de todo extremismo, surge aquilo que chamo de ACADEMIA DE ZOMBADORES. Ela é formada de pseudointelectuais do evangelho, teólogos providos apenas da teoria, mas não da experiência pentecostal, ou por não se abrirem para ela, ou simplesmente porque não teve o privilégio de desfrutar de sua essência por causa de sua frieza espiritual, preconceito em relação ao movimento ou conceitos errados sobre a fé e sobre a prática cristã. Em consequência, tornam-se arrogantes, presunçosos, escarnecedores, provocadores, sem domínio próprio, inconsequentes e, pior, infantis na forma em que lidam com o assunto e com o evangelho em geral. Conheço alguns que chegam ao cúmulo de questionar a veracidade integral do cânon sagrado e outros que falam ou escrevem imitando as línguas estranhas irreverentemente. Mais que sarcasmo e profundo desrespeito, eu considero isto profano, imoral e temeroso. Se não posso tratar isto como petulância e prepotência, então devo encontrar adjetivos mais fortes e mais negativos. Então, gosto do texto já citado inicialmente de Provérbios 21:24 na versão da Bíblia King James: “Insolente, soberbo, seu nome é “zombador”! Ele sempre age no ardor de sua arrogância”. Nada mais apropriado. Seja cristão reformado, tradicional, calvinista, arminiano, ou seja lá o que for, você não tem o direito de zombar da crença ou da fé dos pentecostais genuínos. Talvez, uma conversão autêntica a Cristo, seja a solução!

Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

ADORAÇÃO OU SACRIFÍCIO DE TOLO?




“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal”. (Eclesiastes 5:1) 



Há apenas alguns passos, o bebedouro; pouco mais adiante, o banheiro; logo mais, uma conversa descontraída nos corredores do templo, e, quando não, uma boa conversa bem tricotada no meio do culto mesmo, enquanto o grupo de louvor ou algum adorador canta no altar. O importante é a socialização, estar no meio do barulho, fazer parte da comunidade ou ter (como dizem por aí) aquela “tribo” da qual faz parte. Clã, aliás, que nada tem a ver com a do Leão da Tribo de Judá. 

Pode parecer um exagero, mas é exatamente o que acontece em grande parte dos cultos nos templos, nos dias atuais: total irreverência, desordem, displicência e, porque não dizer, falta de educação, compostura. Nascido e criado em família evangélica com pai e avós pastores, eu e minha casa sempre tivemos valores e padrões muito elevados a serem seguidos em relação a isto. Lembro-me, por exemplo, que meus pais sempre diziam: “vá ao banheiro e tome água antes de ir para o culto; igreja não é um banheiro nem um bebedouro!”. Outro exemplo inesquecível e do qual não abro mão até os dias de hoje, era a orientação de que, se por alguma razão de força maior (trabalho, por exemplo) eu tivesse que chegar atrasado ao culto e naquele momento estivesse sendo feita a então chamada “leitura oficial da Bíblia”, eu não deveria adentrar o ambiente, enquanto essa leitura não terminasse. Era uma postura de reverência para com a Palavra de Deus. Mas, o que se vê hoje é totalmente diferente! Muita gente entra no templo e sequer possui uma postura de oração. Não faz uma oração pedindo a DEUS que receba misericordiosamente o culto que supostamente lhe será oferecido, conversa o tempo todo com o irmão sentado ao lado, mastiga desrespeitosamente um chiclete enquanto tenta cantar ao mesmo tempo, se levanta e promove deslocamentos desnecessários andando de um lado para o outro e gesticula constantemente para alguém que está longe ou sentado do outro lado do templo.

Mas, em plena era digital, vivemos coisas ainda piores: irmãos que teclam e trocam informações nas redes sociais viciosamente durante a realização do culto, outros que fazem selfies enquanto a igreja adora a Deus, pregadores que, ao lado de outros obreiros fazem selfies em pleno altar enquanto o culto está acontecendo e coisas do tipo. Obviamente, se a igreja possui uma equipe de mídia social, pronta para produzir materiais informativos e que seja responsável por esse trabalho de transmissão do culto pela televisão, rádio ou pelas mídias sociais, essas pessoas estarão ali desenvolvendo um trabalho para a igreja, ou para o reino de Deus, como você queira entender. É uma situação diferente e justa. Fora isto, qualquer coisa parecida trata-se de irreverência, despudor, desrespeito e falta de compostura. O culto não é realizado para quem frequenta o templo, mas para Deus. Exatamente por isto, exige alto padrão de comportamento. Deus é santo, majestoso e reina em sua glória e, por isso, não aceita qualquer coisa ou culto desordenado, irreverente! O texto acima é claro:

“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal”.

Frequentar a Casa de Deus, também chamada de Casa de Oração, e comportar-se irreverentemente é perder o seu tempo, PIOR: é afrontar a Deus, desrespeitá-lo e provocar à sua ira! Guardar o pé significa ter respeito, postura, comportamento santo, reverência plena. Se não o fizer, você estará “oferecendo sacrifício de tolos e fazendo mal a si mesmo”. O apóstolo Paulo orientou-nos sobre isto em sua primeira epístola aos Coríntios, no capítulo 14 e no versículo 26, descrevendo o conteúdo do culto oferecido a Deus: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação”. Mas à frente, ele conclui no versículo 40: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem”. Então, ao final de nossa reflexão, devo perguntar a você, caro leitor: O que você está fazendo quando comparece ao templo do Senhor é um ato de adoração ou sacrifício de tolo?



Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sábado, 20 de janeiro de 2018

ESTAR SOLTEIRO É BOM, CASADO É MELHOR AINDA!


“Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se". (I Coríntios 7: 8,9)

Você, com certeza, já ouviu diversas vezes a seguinte frase referindo-se à decisão de casar tomada por alguém: “Você viu?! O fulano de tal vai se enforcar!”. A ideia que essa frase transmite é de que o casamento é algo ruim, que acaba com a vida ativa de uma pessoa. Por outro lado, é comum ouvir de alguém com mais idade e que ainda não se casou (eu mesmo já disse isto, por várias vezes): “A Maria continua encalhada, solteirona”. Na verdade, as duas frases imprimem uma ideia de negatividade em ambas as situações, e isto não é verdade. Estar solteiro pode ser muito bom, como pode ser muito melhor estar casado. Tudo depende de como você desfruta sua condição civil e de como se comporta diante da sua realidade, especialmente se você tem controle absoluto sobre suas vontades naturais.


O apóstolo Paulo, autor do texto bíblico acima, estava solteiro e aconselhou aos seus leitores a fazerem o mesmo, se pudessem. Ele estava se referindo à liberdade para uso do tempo no reino de Deus e ao foco nas coisas espirituais, ao invés das coisas terrenas ou carnais. O que ele diz aqui é que, quem está solteiro tem mais tempo para dedicar-se SOMENTE ao SENHOR e, quem está casado, terá que dedicar mais tempo à sua MULHER, e vice-versa. Não condena nem uma coisa, nem outra. Veja o que ele diz nos versículos 32 e 33 da mesma epístola e capítulo: “E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher”. No entanto, as duas condições podem ser maravilhosas na vida de qualquer pessoa, basta, como já disse, dar o foco correto e usar seu tempo da maneira correta. É solteiro? Dedique tempo às coisas de Deus, estude, prepare-se para o futuro e procure priorizar as coisas espirituais em sua vida. Faça de DEUS a razão da sua vida e desfrute cada momento de sua liberdade com sabedoria e inteligência! É casado? Então, desfrute o seu casamento. Se você soube escolher seu cônjuge buscando a vontade de DEUS e a devida compatibilidade, o famoso “jugo igual” (II Coríntios 6: 14), então você viverá bem ao lado da pessoa amada e, juntamente com ela, fará a obra de DEUS sem qualquer impedimento, porque ambos respeitaram a vontade de DEUS, tem o mesmo objetivo e reverenciam ao SENHOR acima de todas as coisas.

Uma coisa é fato e ninguém pode negar: DEUS afirma que “não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2: 18). Que o Senhor te abençoe e te guarde e te dê sabedoria, entendimento e inteligência para desfrutar plenamente sua condição. Estar solteiro é bom, casado é melhor ainda!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra No Altar

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

CARACTERÍSTICAS DO GLUTÃO - O pecado da glutonaria




“Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. (Gálatas 5:21)




O que significa a palavra GLUTÃO? Segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, glutão é aquele “que, ou aquele que come muito e com avidez; comilão, edaz”. Glutonaria, por sua vez, é a qualidade daquele que é glutão.


Você deve conhecer alguns glutões, pessoas que não tem controle sobre a quantidade do que ingerem; ávidas por comerem, gulosas, descomedidas, desequilibradas em relação à comida. Essas pessoas, além de se tornarem um grave problema para si mesmas, para sua saúde, para suas mentes e para seus corpos, tornam-se também um problema social. Passam a ser mal vistas pelas pessoas do seu círculo de convivência, mal faladas, tidas como mal educadas, sem modos e, inclusive, indesejadas, evitadas. Não vamos tratar das questões de saúde, das implicações médicas que isso envolve, mas da glutonaria como pecado e de como se comporta um glutão. 

Biblicamente, a glutonaria está na classe dos pecados praticados pela falta de domínio próprio ou temperança, como o apóstolo Paulo chama o descontrole de qualquer espécie na sua carta aos Gálatas. É vítima de si mesmo um homem que não consegue ter domínio próprio. Quando se trata da forma como se alimenta, torna-se feio, antissocial, mal falado e mal visto. Não são poucas as pessoas que comem além do limite da saciedade e que incorrem nesse pecado tido, inclusive pelo catolicismo romano em sua lista de pecados capitais, como o primeiro deles, a GULA. O glutão entra na fila da comida várias vezes, procura sempre o maior pedaço, o alimento com melhor aspecto e o primeiro lugar nas reuniões que envolvem comida. É pecado e é feio! A Bíblia chega a dizer que os GLUTÕES não herdarão o reino de Deus! Vejamos algumas características do GLUTÃO:

1) Não frequenta festas pelo prazer do convívio social, mas pelo prazer da comida.

2) Não é capaz de pensar na saciedade do próximo, somente na sua própria.

3) Não vai a um casamento ou festa de aniversário com o objetivo de honrar os noivos ou aniversariantes, mas simplesmente pelo prazer de comer.

4) Ao avaliar se uma festa é boa ou ruim, não o faz pelas pessoas ou pelo ambiente, mas pela comida servida.

5) Envergonha sua família pela forma desenfreada com que come.

6) Sai sempre passando mal dos eventos que frequenta por encher demais a barriga.

7) Nunca come até saciar sua fome ou necessidade de alimento, vai sempre além da sua saciedade. É exagerado!

8) Fala sobre comida o tempo todo. Na verdade, é seu assunto de maior interesse.

9) Em geral, o comilão é egoísta, ambicioso e avarento. Quer muito para si e menos para os outros.

10) Numa festa, procura sempre o lugar mais próximo de onde a comida é servida.

11) Não gosta de frequentar lugares onde bufês são contratados para servir a comida e a servem no prato. Ele mesmo gosta de servir-se para comer à vontade.

12) Nunca observa regras de etiqueta, como por exemplo, não encher demais um prato ou não encher um copo até a boca; tanto o prato como o copo são sempre muito cheios. 

13) Desenvolve problemas de saúde tais como hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, diabetes, problemas respiratórios, apneia do sono, obesidade e circulação sanguínea. 

Como se percebe facilmente, o glutão é um problema para si mesmo e torna-se desagradável para quem o cerca. Portanto, como pecado, a glutonaria deve ser combatida e o glutão deve ser doutrinado biblicamente para corrigir o erro. Fiquemos com o conselho do sábio Salomão:


“E se és homem de grande apetite, põe uma faca à tua garganta”. (Provérbios 23:2)



Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar
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