SEJA BEM VINDO SEMPRE!

Olá! Que a Paz de Cristo reine em teu coração! É um grande prazer receber você em minha página. Espero que edifique sua vida e que você indique este blog às outras pessoas! Abraço.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

DÍZIMO - SEMEADURA DE FÉ, OBEDIÊNCIA E FIDELIDADE


A colheita do dízimo é precisa; uma promessa infalível.


"Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas" (Mateus 23: 23).


Dízimo envolve tudo o que você tem de receita e, claro, envolve dinheiro. Você não recebe seu pagamento em alimentos, você recebe em dinheiro. Dízimo não é nem da lei, nem da graça, é antes dos dois. Dízimo é gratidão e obediência. É mensal... nos tempos bíblicos era anual, porque as colheitas eram anuais. Também por isso eram em forma de cereais, alimentos ou animais. É de suas receitas regulares. É bíblico e regulamentado também no NOVO TESTAMENTO pelo próprio SENHOR JESUS. Normalmente, as pessoas que pregam contra o dízimo são infiéis, avarentas, ingratas, murmuradoras e insatisfeitas. Vão ao templo, sentam-se em cadeiras confortáveis, tomam água gelada no bebedouro, usufruem do som e da energia elétrica do templo, ouvem a Palavra, querem cuidado pastoral constante, cobram muito do pastor, querem ventiladores ou ar-condicionado, mas não querem contribuir para ter tudo isso. Acham que um templo é mantido magicamente, só pela fé e sem necessidade de dinheiro. 

Querem um pastor à disposição, mas acham que ele não come, não bebe, não dorme e não tem necessidades com a sua família. Deviam saber que se não são fiéis nos dízimos e nas ofertas, não tem direito a nada disso. É como morar na casa dos pais a vida inteira, homem barbado, e não ajudar com nada. Quem não trabalha, não come. Recorrem à figura do sacerdote do Antigo Testamento, mas não sabem que ele e sua família viviam vinte e quatro horas a serviço do templo e do povo e era sustentado pelos dízimos. A razão disto é que são desobedientes, ingratos e avarentos! E a palavra dízimo nos originais, quer dizer: DÉCIMA PARTE, ou DEZ POR CENTO. Todos os que apregoam contra o dízimo são egoístas, descrentes e avarentos. É um caminho pelo qual nenhum crente genuíno em JESUS CRISTO deve entrar.


Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ACADEMIA DE ZOMBADORES - Um mal a ser combatido no seio da igreja.


“O soberbo e presumido, zombador é o seu nome, trata com indignação e soberba.” (Provérbios 21: 24)


Nos últimos dias tem se levantado no mundo um grande exército de zombadores do evangelho! E não estou falando de ímpios ou de integrantes de outros segmentos religiosos, mas de cristãos evangélicos insolentes, escarnecedores de seus próprios irmãos. Isto é profundamente grave e entristecedor! A palavra INSOLENTE é definida da seguinte forma pelo dicionário da língua portuguesa: 

“desrespeitoso no que diz ou nas atitudes que toma; atrevido, malcriado, desaforado; que não respeita as convenções sociais ou os direitos dos outros; audacioso, petulante, ousado, atrevido; que trata os demais como inferiores; desdenhoso, altivo, arrogante”.

As pessoas com este perfil se acham de alta cultura e conhecimento (e, às vezes, até são), acreditam que as grandes e primeiras descobertas do evangelho são feitas por elas e, por isso, desdenham as doutrinas que aprenderam e zombam, inclusive, das tradições apostólicas da igreja. Há dois tipos de estudiosos da Bíblia: um, estuda, faz suas “descobertas”, aprende e usa isto para sua própria prática cristã, no campo pessoal. De certo modo, alguns crescem, outros decrescem. Esses últimos, espiritualmente imaturos e por isso, soberbos, irônicos e sarcásticos, zombam de seus irmãos que praticam a fé em forma diferente. Há que se considerar o seguinte: o campo espiritual é vasto, amplo demais para nossas pequenezas e limitações, o que sugere que nossa mente é incapaz de desnudar todo o universo desta dimensão. Mais que isto, a prática cristã é construída e alicerçada sobre o campo da fé, sem a qual se tornaria impossível sequer alcançar a salvação em CRISTO. Por consequência, todas as vertentes doutrinárias deverão ser estabelecidas pela fé e fundamentadas exclusivamente naquilo que nos fornece a Bíblia Sagrada e, no que concerne à igreja, nos evangelhos, no livro histórico de Atos dos Apóstolos, nas epístolas paulinas e nos demais escritos do cânon neotestamentário. A correta interpretação dos originais, o número elevado de estudiosos, teólogos, escritores, cientistas linguísticos e suas opiniões a respeito, devem ser considerados, evidentemente. Todavia, nada que se distancie dos textos originais do Livro Sagrado, e só dele, deve ser levado a sério. E isto, é o que estão fazendo os integrantes do que chamo de “Academia dos Zombadores”. Eles não percebem o mal que fazem ao evangelho, especialmente quando publicam em redes sociais ou abertamente a públicos não preparados, suas teorias, sejam elas mirabolantes ou plausíveis, em tom jocoso, sarcástico, irônico e zombeteiro. Envergonham o cristianismo, zombam de seus próprios irmãos, colocam-se em posição de superioridade e postam-se arrogante e presunçosamente. Mais que isso, o movimento pentecostal, que consiste na crença, na ênfase e na liberdade para a manifestação dos sinais e dos dons do Espírito Santo, é oriundo, não do movimento da Rua Azusa, no início do século passado, nem de manifestações anteriores no desenvolvimento da história contemporânea da igreja, mas no próprio livro de Atos dos Apóstolos e, posteriormente, com todas as suas normativas nas epístolas Paulinas, especialmente, quando este escreveu aos cristãos de Corinto.

Todos nós conhecemos as orientações a respeito do uso e da operação dos dons apresentadas, especialmente em I Coríntios 12 e 14. Sabemos da necessidade da interpretação das línguas no caso do culto público, como também sabemos do dom da variedade de línguas. Basta estudar com um pouco mais de esmero e dedicação, para compreender que as línguas tratadas nesta epístola pelo apóstolo Paulo, não tratam nem de línguas terrenas (conhecidas nos idiomas humanos), nem de línguas necessariamente codificadas formando uma sequência linguística de comunicação. Qualquer pessoa pode orar em línguas para sua edificação, sem que necessariamente ela seja interpretada. Isto é com Deus, com a Bíblia e com o indivíduo. Em nenhum lugar Paulo condena o falar em línguas ou o proíbe, mesmo no culto público. Só aconselha que seja interpretada para edificar aos demais que não estão falando, mas ouvindo. Com isto, não tenho a pretensão de estabelecer um tratado teológico apurado dos dons, mas apenas criar uma linha de raciocínio para fazer compreender a tolice, o devaneio, a arrogância, a insensatez e a presunção daqueles que zombam das práticas pentecostais sem qualquer critério. Concordo absolutamente que existem aberrações, exageros e práticas que extrapolam a doutrina dos dons, mas tenho raciocínio lógico suficiente para saber que isto não desmerece, desconstrói ou proíbe a operação e a manifestação de tais dons no contexto da igreja ou do culto. Seja Benny Hinn ou qualquer um dos charlatões do neopentecostalismo, nenhum deles possui credenciais para fazer a igreja desacreditar da prática saudável do movimento pentecostal ou do uso correto dos dons, ou desautorizá-los. 

Por outro lado, como é próprio de todo extremismo, surge aquilo que chamo de ACADEMIA DE ZOMBADORES. Ela é formada de pseudointelectuais do evangelho, teólogos providos apenas da teoria, mas não da experiência pentecostal, ou por não se abrirem para ela, ou simplesmente porque não teve o privilégio de desfrutar de sua essência por causa de sua frieza espiritual, preconceito em relação ao movimento ou conceitos errados sobre a fé e sobre a prática cristã. Em consequência, tornam-se arrogantes, presunçosos, escarnecedores, provocadores, sem domínio próprio, inconsequentes e, pior, infantis na forma em que lidam com o assunto e com o evangelho em geral. Conheço alguns que chegam ao cúmulo de questionar a veracidade integral do cânon sagrado e outros que falam ou escrevem imitando as línguas estranhas irreverentemente. Mais que sarcasmo e profundo desrespeito, eu considero isto profano, imoral e temeroso. Se não posso tratar isto como petulância e prepotência, então devo encontrar adjetivos mais fortes e mais negativos. Então, gosto do texto já citado inicialmente de Provérbios 21:24 na versão da Bíblia King James: “Insolente, soberbo, seu nome é “zombador”! Ele sempre age no ardor de sua arrogância”. Nada mais apropriado. Seja cristão reformado, tradicional, calvinista, arminiano, ou seja lá o que for, você não tem o direito de zombar da crença ou da fé dos pentecostais genuínos. Talvez, uma conversão autêntica a Cristo, seja a solução!

Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

ADORAÇÃO OU SACRIFÍCIO DE TOLO?




“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal”. (Eclesiastes 5:1) 



Há apenas alguns passos, o bebedouro; pouco mais adiante, o banheiro; logo mais, uma conversa descontraída nos corredores do templo, e, quando não, uma boa conversa bem tricotada no meio do culto mesmo, enquanto o grupo de louvor ou algum adorador canta no altar. O importante é a socialização, estar no meio do barulho, fazer parte da comunidade ou ter (como dizem por aí) aquela “tribo” da qual faz parte. Clã, aliás, que nada tem a ver com a do Leão da Tribo de Judá. 

Pode parecer um exagero, mas é exatamente o que acontece em grande parte dos cultos nos templos, nos dias atuais: total irreverência, desordem, displicência e, porque não dizer, falta de educação, compostura. Nascido e criado em família evangélica com pai e avós pastores, eu e minha casa sempre tivemos valores e padrões muito elevados a serem seguidos em relação a isto. Lembro-me, por exemplo, que meus pais sempre diziam: “vá ao banheiro e tome água antes de ir para o culto; igreja não é um banheiro nem um bebedouro!”. Outro exemplo inesquecível e do qual não abro mão até os dias de hoje, era a orientação de que, se por alguma razão de força maior (trabalho, por exemplo) eu tivesse que chegar atrasado ao culto e naquele momento estivesse sendo feita a então chamada “leitura oficial da Bíblia”, eu não deveria adentrar o ambiente, enquanto essa leitura não terminasse. Era uma postura de reverência para com a Palavra de Deus. Mas, o que se vê hoje é totalmente diferente! Muita gente entra no templo e sequer possui uma postura de oração. Não faz uma oração pedindo a DEUS que receba misericordiosamente o culto que supostamente lhe será oferecido, conversa o tempo todo com o irmão sentado ao lado, mastiga desrespeitosamente um chiclete enquanto tenta cantar ao mesmo tempo, se levanta e promove deslocamentos desnecessários andando de um lado para o outro e gesticula constantemente para alguém que está longe ou sentado do outro lado do templo.

Mas, em plena era digital, vivemos coisas ainda piores: irmãos que teclam e trocam informações nas redes sociais viciosamente durante a realização do culto, outros que fazem selfies enquanto a igreja adora a Deus, pregadores que, ao lado de outros obreiros fazem selfies em pleno altar enquanto o culto está acontecendo e coisas do tipo. Obviamente, se a igreja possui uma equipe de mídia social, pronta para produzir materiais informativos e que seja responsável por esse trabalho de transmissão do culto pela televisão, rádio ou pelas mídias sociais, essas pessoas estarão ali desenvolvendo um trabalho para a igreja, ou para o reino de Deus, como você queira entender. É uma situação diferente e justa. Fora isto, qualquer coisa parecida trata-se de irreverência, despudor, desrespeito e falta de compostura. O culto não é realizado para quem frequenta o templo, mas para Deus. Exatamente por isto, exige alto padrão de comportamento. Deus é santo, majestoso e reina em sua glória e, por isso, não aceita qualquer coisa ou culto desordenado, irreverente! O texto acima é claro:

“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal”.

Frequentar a Casa de Deus, também chamada de Casa de Oração, e comportar-se irreverentemente é perder o seu tempo, PIOR: é afrontar a Deus, desrespeitá-lo e provocar à sua ira! Guardar o pé significa ter respeito, postura, comportamento santo, reverência plena. Se não o fizer, você estará “oferecendo sacrifício de tolos e fazendo mal a si mesmo”. O apóstolo Paulo orientou-nos sobre isto em sua primeira epístola aos Coríntios, no capítulo 14 e no versículo 26, descrevendo o conteúdo do culto oferecido a Deus: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação”. Mas à frente, ele conclui no versículo 40: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem”. Então, ao final de nossa reflexão, devo perguntar a você, caro leitor: O que você está fazendo quando comparece ao templo do Senhor é um ato de adoração ou sacrifício de tolo?



Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sábado, 20 de janeiro de 2018

ESTAR SOLTEIRO É BOM, CASADO É MELHOR AINDA!


“Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se". (I Coríntios 7: 8,9)

Você, com certeza, já ouviu diversas vezes a seguinte frase referindo-se à decisão de casar tomada por alguém: “Você viu?! O fulano de tal vai se enforcar!”. A ideia que essa frase transmite é de que o casamento é algo ruim, que acaba com a vida ativa de uma pessoa. Por outro lado, é comum ouvir de alguém com mais idade e que ainda não se casou (eu mesmo já disse isto, por várias vezes): “A Maria continua encalhada, solteirona”. Na verdade, as duas frases imprimem uma ideia de negatividade em ambas as situações, e isto não é verdade. Estar solteiro pode ser muito bom, como pode ser muito melhor estar casado. Tudo depende de como você desfruta sua condição civil e de como se comporta diante da sua realidade, especialmente se você tem controle absoluto sobre suas vontades naturais.


O apóstolo Paulo, autor do texto bíblico acima, estava solteiro e aconselhou aos seus leitores a fazerem o mesmo, se pudessem. Ele estava se referindo à liberdade para uso do tempo no reino de Deus e ao foco nas coisas espirituais, ao invés das coisas terrenas ou carnais. O que ele diz aqui é que, quem está solteiro tem mais tempo para dedicar-se SOMENTE ao SENHOR e, quem está casado, terá que dedicar mais tempo à sua MULHER, e vice-versa. Não condena nem uma coisa, nem outra. Veja o que ele diz nos versículos 32 e 33 da mesma epístola e capítulo: “E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher”. No entanto, as duas condições podem ser maravilhosas na vida de qualquer pessoa, basta, como já disse, dar o foco correto e usar seu tempo da maneira correta. É solteiro? Dedique tempo às coisas de Deus, estude, prepare-se para o futuro e procure priorizar as coisas espirituais em sua vida. Faça de DEUS a razão da sua vida e desfrute cada momento de sua liberdade com sabedoria e inteligência! É casado? Então, desfrute o seu casamento. Se você soube escolher seu cônjuge buscando a vontade de DEUS e a devida compatibilidade, o famoso “jugo igual” (II Coríntios 6: 14), então você viverá bem ao lado da pessoa amada e, juntamente com ela, fará a obra de DEUS sem qualquer impedimento, porque ambos respeitaram a vontade de DEUS, tem o mesmo objetivo e reverenciam ao SENHOR acima de todas as coisas.

Uma coisa é fato e ninguém pode negar: DEUS afirma que “não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2: 18). Que o Senhor te abençoe e te guarde e te dê sabedoria, entendimento e inteligência para desfrutar plenamente sua condição. Estar solteiro é bom, casado é melhor ainda!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra No Altar

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

CARACTERÍSTICAS DO GLUTÃO - O pecado da glutonaria




“Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. (Gálatas 5:21)




O que significa a palavra GLUTÃO? Segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, glutão é aquele “que, ou aquele que come muito e com avidez; comilão, edaz”. Glutonaria, por sua vez, é a qualidade daquele que é glutão.


Você deve conhecer alguns glutões, pessoas que não tem controle sobre a quantidade do que ingerem; ávidas por comerem, gulosas, descomedidas, desequilibradas em relação à comida. Essas pessoas, além de se tornarem um grave problema para si mesmas, para sua saúde, para suas mentes e para seus corpos, tornam-se também um problema social. Passam a ser mal vistas pelas pessoas do seu círculo de convivência, mal faladas, tidas como mal educadas, sem modos e, inclusive, indesejadas, evitadas. Não vamos tratar das questões de saúde, das implicações médicas que isso envolve, mas da glutonaria como pecado e de como se comporta um glutão. 

Biblicamente, a glutonaria está na classe dos pecados praticados pela falta de domínio próprio ou temperança, como o apóstolo Paulo chama o descontrole de qualquer espécie na sua carta aos Gálatas. É vítima de si mesmo um homem que não consegue ter domínio próprio. Quando se trata da forma como se alimenta, torna-se feio, antissocial, mal falado e mal visto. Não são poucas as pessoas que comem além do limite da saciedade e que incorrem nesse pecado tido, inclusive pelo catolicismo romano em sua lista de pecados capitais, como o primeiro deles, a GULA. O glutão entra na fila da comida várias vezes, procura sempre o maior pedaço, o alimento com melhor aspecto e o primeiro lugar nas reuniões que envolvem comida. É pecado e é feio! A Bíblia chega a dizer que os GLUTÕES não herdarão o reino de Deus! Vejamos algumas características do GLUTÃO:

1) Não frequenta festas pelo prazer do convívio social, mas pelo prazer da comida.

2) Não é capaz de pensar na saciedade do próximo, somente na sua própria.

3) Não vai a um casamento ou festa de aniversário com o objetivo de honrar os noivos ou aniversariantes, mas simplesmente pelo prazer de comer.

4) Ao avaliar se uma festa é boa ou ruim, não o faz pelas pessoas ou pelo ambiente, mas pela comida servida.

5) Envergonha sua família pela forma desenfreada com que come.

6) Sai sempre passando mal dos eventos que frequenta por encher demais a barriga.

7) Nunca come até saciar sua fome ou necessidade de alimento, vai sempre além da sua saciedade. É exagerado!

8) Fala sobre comida o tempo todo. Na verdade, é seu assunto de maior interesse.

9) Em geral, o comilão é egoísta, ambicioso e avarento. Quer muito para si e menos para os outros.

10) Numa festa, procura sempre o lugar mais próximo de onde a comida é servida.

11) Não gosta de frequentar lugares onde bufês são contratados para servir a comida e a servem no prato. Ele mesmo gosta de servir-se para comer à vontade.

12) Nunca observa regras de etiqueta, como por exemplo, não encher demais um prato ou não encher um copo até a boca; tanto o prato como o copo são sempre muito cheios. 

13) Desenvolve problemas de saúde tais como hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, diabetes, problemas respiratórios, apneia do sono, obesidade e circulação sanguínea. 

Como se percebe facilmente, o glutão é um problema para si mesmo e torna-se desagradável para quem o cerca. Portanto, como pecado, a glutonaria deve ser combatida e o glutão deve ser doutrinado biblicamente para corrigir o erro. Fiquemos com o conselho do sábio Salomão:


“E se és homem de grande apetite, põe uma faca à tua garganta”. (Provérbios 23:2)



Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O SUICÍDIO DE PASTORES - Uma conversa franca sobre o assunto


Infelizmente, nos últimos dias temos sido surpreendidos com as notícias de pastores cometendo suicídio. Um fato triste, porém um alerta para nossas lideranças e pastores de todo o Brasil. É preciso dar um pouco mais de atenção às necessidades destes homens vocacionados que dedicam suas vidas ao altar do Senhor. Esse vídeo, foi gravado durante uma transmissão AO VIVO feita pelo Pr. Jesiel Freitas no seu perfil do FACEBOOK, tratando sobre o tema. Assista, indique e compartilhe:

  




Ministério Palavra no Altar

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A DURA E CRUA VERDADE SOBRE QUEM VOLTA À VIDA DE PECADO APÓS CONHECER A CRISTO




"Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama". 

(2 Pedro 2:22)


Não poucas pessoas vivem o infortúnio de voltarem à uma vida de pecado, após terem de fato se encontrado com Cristo e escapado da escravidão da iniquidade. Normalmente, encontram a mensagem do evangelho através de alguém que a anuncia, plantando a semente da salvação. Uma vez tendo a ouvido, renunciam ao mundo com suas depravações e resolvem viver para DEUS, entregando suas vidas ao Senhor Jesus. Não é que não tenha havido verdadeira entrega... claro que sim. Fosse assim, inúmeras pessoas não passariam anos e anos dentro das igrejas, praticando fielmente sua devoção e dando frutos no reino de Deus, antes de voltarem às suas práticas antigas, contrárias ao evangelho!


Milhares delas recebem dons espirituais (o que não ocorreria se não houvessem recebido o Espírito Santo, como consequência de suas conversões), os utilizam entre os irmãos e, de repente, num ponto qualquer do caminho, começam a distrair-se com o pecado, flertarem com as tentações e, por fim, cedem à fraqueza, descuidam-se e caem. Há milhares e milhares de narrativas sobre tropeços do tipo constantemente. É fato que tropeçar e cair, não necessariamente deve resultar em prostração, abandono da fé, desvio da verdade e afastamento da vida com DEUS. Todavia, grande parte delas cai e nunca mais se levanta ou recusa-se a reconciliar-se com Deus. Homens e mulheres, jovens ou não, fazem parte da lista daqueles sobre os quais o apóstolo Pedro escreveu claramente em sua segunda epístola, no capítulo 2 a partir do versículo 20:

"Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado".

E então, conclui-se com o versículo que inicia esse texto:

"Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: o cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao espojadouro de lama".

Não há nada mais repugnante, triste e feio de se ver, que um cão alimentando-se do próprio vômito. Também é fato tratar-se de um tremendo desperdício "a porca lavada voltar ao espojadouro de lama". O texto é impactante, radical, porém, fatídico! QUE DEUS nos livre de apostatarmos da fé... Mas, caso alguém ou qualquer de nós caia, é bom saber que a compaixão divina estará de braços abertos para todo e qualquer sinceramente arrependido!


Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

quarta-feira, 19 de julho de 2017

PARTE PARA A ETERNIDADE O PASTOR ANTONIO MUNHOZ


Após mais de trinta anos atuando como presidente da Assembléia de Deus, Ministério do Belém no Campo de Americana, estado de São Paulo, partiu para a eternidade nessa terça-feira, aos 88 anos de idade, o Pastor Antonio Munhoz. Com uma história exemplar na plantação de igrejas, no empreendimento missionário e na formação de obreiros, Pr. Munhoz deixa um legado fantástico e uma multidão de corações tristes pela sua despedida temporária. Jubilado no último mês de janeiro, foi sucedido pelo seu filho, Pr. Cláudio Munhoz, que até então presidia o campo da AD Belém na cidade de Araraquara, estado de São Paulo. Com problemas de saúde desde o ano passado, Pr. Munhoz estava internado na última semana, na UTI do Hospital da Unimed em Americana, após participar do seu último culto de ceia do Senhor com a igreja há duas semanas. Seu velório está acontecendo no templo central da AD Belém de Americana, no Bairro Cordenunci, onde neste momento acontece o culto fúnebre e seu sepultamento ocorrerá por volta das 15 horas de hoje. Como obreiro, tive minha formação com o Pr. Antonio Munhoz, por quem fui indicado e ordenado ministro no Belenzinho em São Paulo, no ano de 1998. Desde então, servi por cerca de 16 anos consecutivos como pastor em suas igrejas o auxiliando também no trabalho missionário e em escolas teológicas do campo, como professor. Sempre foi da minha intimidade doméstica, do convívio familiar. Fizemos inúmeras viagens juntos e desfrutamos de comunhão e companheirismo durante todos esses anos. Meu coração se entristece pela separação, mas é confortado com a certeza de que nos reencontraremos em breve na glória eterna de CRISTO.

Acima, Formatura do Curso Superior de Teologia. Nas duas fotos abaixo, ministrando no Templo sede com o Pr. Munhoz.

Início do meu ministério em 1998 com o Pr. Antonio Munhoz em Itajobi, SP.



Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar
Related Posts with Thumbnails

Faça parte de nosso ministério!

Faça parte de nosso ministério!