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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A DURA E CRUA VERDADE SOBRE QUEM VOLTA À VIDA DE PECADO APÓS CONHECER A CRISTO




"Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama". 

(2 Pedro 2:22)


Não poucas pessoas vivem o infortúnio de voltarem à uma vida de pecado, após terem de fato se encontrado com Cristo e escapado da escravidão da iniquidade. Normalmente, encontram a mensagem do evangelho através de alguém que a anuncia, plantando a semente da salvação. Uma vez tendo a ouvido, renunciam ao mundo com suas depravações e resolvem viver para DEUS, entregando suas vidas ao Senhor Jesus. Não é que não tenha havido verdadeira entrega... claro que sim. Fosse assim, inúmeras pessoas não passariam anos e anos dentro das igrejas, praticando fielmente sua devoção e dando frutos no reino de Deus, antes de voltarem às suas práticas antigas, contrárias ao evangelho!


Milhares delas recebem dons espirituais (o que não ocorreria se não houvessem recebido o Espírito Santo, como consequência de suas conversões), os utilizam entre os irmãos e, de repente, num ponto qualquer do caminho, começam a distrair-se com o pecado, flertarem com as tentações e, por fim, cedem à fraqueza, descuidam-se e caem. Há milhares e milhares de narrativas sobre tropeços do tipo constantemente. É fato que tropeçar e cair, não necessariamente deve resultar em prostração, abandono da fé, desvio da verdade e afastamento da vida com DEUS. Todavia, grande parte delas cai e nunca mais se levanta ou recusa-se a reconciliar-se com Deus. Homens e mulheres, jovens ou não, fazem parte da lista daqueles sobre os quais o apóstolo Pedro escreveu claramente em sua segunda epístola, no capítulo 2 a partir do versículo 20:

"Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado".

E então, conclui-se com o versículo que inicia esse texto:

"Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: o cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao espojadouro de lama".

Não há nada mais repugnante, triste e feio de se ver, que um cão alimentando-se do próprio vômito. Também é fato tratar-se de um tremendo desperdício "a porca lavada voltar ao espojadouro de lama". O texto é impactante, radical, porém, fatídico! QUE DEUS nos livre de apostatarmos da fé... Mas, caso alguém ou qualquer de nós caia, é bom saber que a compaixão divina estará de braços abertos para todo e qualquer sinceramente arrependido!


Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

quarta-feira, 19 de julho de 2017

PARTE PARA A ETERNIDADE O PASTOR ANTONIO MUNHOZ


Após mais de trinta anos atuando como presidente da Assembléia de Deus, Ministério do Belém no Campo de Americana, estado de São Paulo, partiu para a eternidade nessa terça-feira, aos 88 anos de idade, o Pastor Antonio Munhoz. Com uma história exemplar na plantação de igrejas, no empreendimento missionário e na formação de obreiros, Pr. Munhoz deixa um legado fantástico e uma multidão de corações tristes pela sua despedida temporária. Jubilado no último mês de janeiro, foi sucedido pelo seu filho, Pr. Cláudio Munhoz, que até então presidia o campo da AD Belém na cidade de Araraquara, estado de São Paulo. Com problemas de saúde desde o ano passado, Pr. Munhoz estava internado na última semana, na UTI do Hospital da Unimed em Americana, após participar do seu último culto de ceia do Senhor com a igreja há duas semanas. Seu velório está acontecendo no templo central da AD Belém de Americana, no Bairro Cordenunci, onde neste momento acontece o culto fúnebre e seu sepultamento ocorrerá por volta das 15 horas de hoje. Como obreiro, tive minha formação com o Pr. Antonio Munhoz, por quem fui indicado e ordenado ministro no Belenzinho em São Paulo, no ano de 1998. Desde então, servi por cerca de 16 anos consecutivos como pastor em suas igrejas o auxiliando também no trabalho missionário e em escolas teológicas do campo, como professor. Sempre foi da minha intimidade doméstica, do convívio familiar. Fizemos inúmeras viagens juntos e desfrutamos de comunhão e companheirismo durante todos esses anos. Meu coração se entristece pela separação, mas é confortado com a certeza de que nos reencontraremos em breve na glória eterna de CRISTO.

Acima, Formatura do Curso Superior de Teologia. Nas duas fotos abaixo, ministrando no Templo sede com o Pr. Munhoz.

Início do meu ministério em 1998 com o Pr. Antonio Munhoz em Itajobi, SP.



Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 6 de julho de 2017

A ÉTICA QUE SUFOCA A OUSADIA


"Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda ousadia a tua palavra". Atos 4:29


 um fenômeno extremamente negativo ocorrendo no meio evangélico, e precisa ser abordado com firmeza e seriedade. É o fenômeno da falsa ética na pregação do evangelho do Senhor Jesus Cristo, que tem camuflado a covardia com que muitos pregadores, pastores e igrejas vem exercendo o ministério da pregação. É triste, lamentável e profundamente reprovável do ponto de vista teológico. Pregadores e pastores não podem esquecer que tem a responsabilidade expressa na transmissão das verdades bíblicas e na comunicação das doutrinas divinas, por mais antipáticas ou anti-sociais que elas pareçam. Em nome da ética e da "educação", estão pregando apenas o que lhes convêm, ou o que agrada aos ouvintes, inclusive, sob a falácia de que o amor é mais poderoso que o juízo.

É bom lembrar, que não há amor onde não existe verdade ou onde ela exista apenas pela metade. Amar os pecadores, significa dizer-lhes que CRISTO salva e que, para isso, precisa perdoar-lhes os pecados, redimi-los deles e torná-los seus filhos. O processo para isto, por parte do pecador, é reconhecer seus pecados, arrepender-se deles, confessá-los e pedir o perdão de Deus, passando a viver para ELE. E não há como o pecador arrepender-se de seus pecados se primeiro, não saber o que é pecado, o que o separa de Deus e o que fazer para livrar-se deles. Daí porque, o evangelho precisa ser pregado na íntegra, genuína e ousadamente, sem desvios e sem omissões. Não é papel da igreja ser simpática com o mundo ou afagar suas práticas pecaminosas em nome do amor. Um pai que ama o filho, aponta-lhe os erros, ensina-lhe o que é certo e o que é errado e, quando este filho erra, abraça-o oferecendo-lhe perdão, mas mostrando-lhe a necessidade de abandonar a prática do erro. Não há como ser diferente.

Outro dia, ouvi que a igreja não pode nem deve ser radical na exposição ou na denúncia do pecado. E ouvi de alguém que, no mínimo, deveria pregar veementemente contra ele. Já disse alguém, que não devemos nos preocupar em ofender a consciência do pecador que não se preocupa em ofender a santidade de Deus. Igreja não é centro de terapia afagadora de infratores da lei divina; Igreja é agência de Deus na comunicação do evangelho de forma plena, clara, direta e, inclusive, se necessário, de forma agressiva. Silenciar diante do pecado não é um exercício de ética, mas prática de covardia diante da responsabilidade mais sublime da igreja de CRISTO! A igreja não pode esquecer que seu papel é ser LUZ DO MUNDO e SAL DA TERRA. Gosto do texto bíblico que transcrevi no início desse artigo: 

"Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda ousadia a tua palavra".

Talvez, você tenha o desejo de me perguntar o que dezenas de pessoas me perguntam por onde passo anunciando o evangelho: "Mas, pastor, o que devemos fazer diante das leis que estão tentando criar para prejudicar igrejas, pastores e pregadores?"... Bem, a resposta é simples: se você é um cristão genuíno, um verdadeiro pregador ou pastor, deve fazer o óbvio: desafiá-las, pregar a verdade a todo custo, a tempo e fora de tempo. Se algum dia você for processado, preso e condenado por pregar a verdade, glorifique a Deus! Era assim que faziam os crentes e pregadores da igreja primitiva; Enfrentavam seus opositores com OUSADIA e não se acovardavam em nome da ética. Quando as autoridades judaicas prenderam e questionaram o apóstolo Pedro e os demais apóstolos por anunciarem a verdade do evangelho, essa foi a resposta precisa, corajosa e digna da parte deles:

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens".

Nem preciso dizer que praticamente todos eles morreram martirizados por pregarem o evangelho. Prefiro ser como Estêvão, que sendo apedrejado pregou a verdade até seu último suspiro, que morrer como um covarde que teve vergonha do evangelho de CRISTO. E, o que dizer de Paulo, Pedro, Tiago, Mateus e todos os demais? Não aceitemos a ética que sufoca a ousadia!


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A BANALIZAÇÃO DA FÉ - Um dos sinais da volta de CRISTO




Que a fé, a devoção e a prática religiosa vem sendo banalizada, não é segredo para ninguém. Faz tempo! No Brasil, o absurdo cresce a cada dia. Igrejas neo-pentecostais se prostituindo cada vez mais com a profanação do sagrado e a mercantilização do que deveria ser gratuito. Extraem o melhor das emoções das pessoas, brincam com a espiritualidade e desprezam os sentimentos daqueles que depositam toda sua crença em seus devaneios de avareza e ambição. Mas, sem dúvidas, os que se entregam voluntariamente à prática são culpados por sua própria busca desenfreada à uma porta de negociação e barganha com DEUS! Que o Senhor tenha misericórdia de nós! Aguardemos ansiosamente a bem-aventurada vinda de Nosso Senhor JESUS CRISTO... 

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

terça-feira, 1 de novembro de 2016

SOU CRENTE, POSSO COMEMORAR O DIA DE FINADOS?



Todo ano é a mesma coisa: quando se aproxima o dia 2 de novembro, as pessoas começam a perguntar: "Pastor, crente pode comemorar o dia de finados?"; Em anos de ministério pastoral, dou sempre a mesma explicação, embora a gente vá se aperfeiçoando com o tempo. Bem, vamos lá. Nós não comemoramos a data por causa da sua origem e do lastro que a sustenta desde a sua criação, que é a crença do catolicismo romano na intercessão pelos mortos. Eles acreditam que os vivos podem fazer sacrifícios pelos que já se foram a ponto de alcançarem o perdão dos pecados dos seus entes queridos que já estão na eternidade. Uma crença totalmente equivocada e baseada num ensino enganoso baseado no livro apócrifo (que não faz parte do cânon bíblico sagrado) de II Macabeus 12.

O dia de finados também é conhecido como o "dia dos mortos" ou ainda como o "dia dos fiéis defuntos". Por causa disto, nesta data ou em qualquer outra, os católicos intercedem (oram) pelos mortos, suplicam o perdão dos pecados deles, acendem velas e fazem missas de sétimo dia quando morre algum ente querido. Todas essas crenças e práticas não encontram apoio bíblico algum, aliás, contrariam o que diz a Palavra de Deus a respeito dos mortos. Quando uma pessoa morre, o seu caminho já foi definido pela sua escolha em vida de servir ou não a DEUS, de entregar ou não sua vida ao Senhor JESUS CRISTO! Não há mais o que fazer após ter sido dado o último suspiro nessa terra, a não ser encarar a realidade da vida após a morte. Não há atalhos, paradas para consertos ou novas opções após a morte: ou o indivíduo vai direto para o céu (eternidade com Deus), ou vai direto para o inferno (eternidade sem Deus e lugar de sofrimento para sempre). Portanto, não adianta mais orar por quem morreu, acender vela, pagar promessa ou fazer sacrifícios inúteis! Ninguém pode alcançar o perdão do pecado de outra pessoa nem absolvição dos que já morreram. Vejamos o que dizem os dois textos à seguir:

"E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu." (Eclesiastes 12:7)

"E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo". (Hebreus 9:27).

Há ainda a dura verdade de que os vivos não podem fazer contato com os mortos, nem o contrário. Portanto, a consulta aos mortos, a incorporação dos espíritos dos mortos e coisas do tipo, são mentiras do diabo que tem prazer em iludir as pessoas fazendo-as acreditarem que realmente podem ter contato com seus entes queridos já falecidos. Vejam o que diz o texto bíblico de Eclesiastes 9:5 - "Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento". Da mesma forma, é bom lembrar que os mortos não podem interceder pelos vivos, mesmo aqueles que foram passar a eternidade com DEUS. Se o fizessem, essas orações seriam inúteis, conforme nos mostra o texto de Lucas 16: 20-31. É por essa razão que os evangélicos também não invocam padroeiros ou santos canonizados pela igreja católica nem os reverenciam como intercessores ou milagreiros. Pessoa alguma que morreu, independentemente de sua posição na história da igreja ou grau de parentesco com o Senhor JESUS CRISTO ou mesmo com qualquer dos heróis da fé, tem o poder de nos salvar, de purificar-nos dos nossos pecados, de alcançar "graças" ou de nos livrar do poder do inferno. Em Atos 4:12 está escrito: "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos". E ainda: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (I Timóteo 2:5).

Tanto nossa prestação de contas, quanto a nossa salvação, são questões individuais, ou seja, só o indivíduo pode responder por si próprio. Ninguém mais pode confessar os nossos pecados por nós ou fazer o acerto de contas com DEUS: "De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12) ou ainda: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (I João 1:9). Por causa disso, é essencial que mantenhamos uma boa consciência para com DEUS. Quando a morte chegar, devemos estar preparados para esse momento e com todas as questões resolvidas entre nós e Deus. Foi o que disse o apóstolo Paulo em Atos 24:16: "E por isso procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens". Só uma boa consciência é capaz de nos manter em paz com DEUS por meio do sacrifício de seu filho no calvário, senão vejamos: "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1).

É pecado ir ao cemitério no dia de finados? Não, não é pecado. Todavia, não condiz com a nossa fé. Esse dia é especialmente escolhido pelo catolicismo para a prática dessa fé equivocada. Dessa forma, não seria de bom tom à qualquer crente reverenciar essa data e muito menos aos mortos. Se deseja ir ao cemitério fiscalizar a conservação ou estado do túmulo de seu ente querido, faça-o em outra ocasião.

Posso levar flores para colocar no túmulo do meu ente querido? A linha de raciocínio é mesma: pra quê? Seu ente querido não poderá cheirar as flores ou se alegrar com elas, visto que ele não tem contato com esse mundo.

Posso lavar o túmulo para o dia de finados? Bem, creio que seja digno manter o túmulo de seu ente querido limpo, em qualquer época do ano. Por isso, seria correto manter a regularidade na limpeza três ou quatro vezes por ano, pelo menos. Não por causa do falecido, mas por causa da aparência diante daqueles que passarão pelo local. É honroso que você preserve os locais onde estão sepultados os ossos de seus entes queridos e isto não é pecado. No entanto, quando o fizer, não o faça para eles, mas para a higiene do local.

Finalmente, o que devo fazer em relação a isso se não posso comemorar a data? Faça o que todos devem fazer: seguir os bons exemplos deixados pelos seus entes queridos e dar prosseguimento ao bom legado de cada um deles. Os bons ensinamentos, os exemplos do bom caráter, o modo de vida piedoso e santo e seus conselhos sábios, devem ser seguidos, Nada mais. Procure gastar tempo com os seus entes queridos vivos: pregue o evangelho para eles, dê-lhes amor e carinho, compartilhe tempo e cuide deles enquanto estão vivos. Após a morte, só restará a saudade, as boas lembranças e os bons exemplos.

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

HALLOWEEN É LUGAR DE CRENTE?




Trinta e um de outubro se aproxima e com ele a polêmica do Halloween ou Dia das Bruxas. A famigerada festa é uma tradição realizada em grande parte dos países ocidentais na véspera do dia de todos os santos e teve origem entre o povo celta. Nos Estados Unidos a força dessa festa é muito grande. Eles acreditavam que no último dia do verão os espíritos saíam dos túmulos para se apoderarem dos corpos dos vivos. É uma festa totalmente pagã e foi, inclusive, condenada na Europa durante a Idade Média, passando a ser chamada de Dia das Bruxas. "Hallow" é um termo antigo para "santo", e "eve" é o mesmo que véspera. O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro. Os estudiosos dizem que era uma homenagem ao "rei dos mortos", portanto, a festa está ligada diretamente aos mortos e aos espíritos do mal ou aos demônios.

Mas, o que a Bíblia diz sobre isto? Bem, embora seja tida por muitos crentes como uma festa inofensiva, na verdade não é. Vejamos o que Deuteronômio 18:10-12 diz a respeito: "Entre ti se não achará quem... quem invoque aos mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor". No versículo 9 encontramos: "não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações". O texto de I Coríntios 10:20,21 é ainda mais forte: "Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios" (BLH). Por estar diretamente relacionada à morte, a festa se utiliza de imagens e figuras assustadoras em suas comemorações, tais como: caveiras, monstros, bruxas, zumbis, fantasmas, gatos pretos, Drácula, Frankenstein, abóboras com desenhos horríveis e outras coisas assustadoras, especialmente para crianças e adolescentes.

Doces, chocolates, balas e diversas guloseimas são arrecadados de porta em porta por crianças fantasiadas de forma assustadora que perguntam quando as portas se abrem: "doçura ou travessura?". Terminam a noite com sacos ou sacolas cheias de doces de todos os tipos e vão se empanturrar com eles. Essa imagem supostamente "inocente" passada pelos pequenos participantes da festa leva muitos crentes a dispararem a conhecida frase: "Não tem nada a ver", ou, "É uma festa inofensiva pastor" ou ainda: "É muita ignorância condenar uma festa que é feita só para diversão". Durante os festejos na Bretanha ou na Irlanda, fogueiras gigantescas eram acesas nos altos das montanhas com a finalidade de afugentar as almas dos mortos que, segundo eles, vinham visitar suas casas nesse dia. Vejam o que diz Eclesiastes 9:5 - "Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles tem jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento"

Para os que defendem que não há nada de mal nessas festas, o apóstolo Paulo exortou com as palavras de DEUS: "Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei;"  (II Coríntios 8:17). A Bíblia diz com muita clareza que devemos lutar contra os espíritos malignos e não nos ajuntarmos com eles para fazermos festa. Vejamos Efésios 6:12 - "Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais". Há pelo menos três crenças por detrás dessa festa: A imortalidade da alma (essa é bíblica), o purgatório (crença pagã sem qualquer fundamento bíblico - A Bíblia diz que o homem morre uma só vez e depois da morte vem o juízo - Hebreus 9:27) e as orações pelos mortos, condenada integralmente pelas escrituras sagradas. Concluímos com o texto de Ezequiel 18:4 - "Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá". Todas as imagens utilizadas e propagadas com esse evento contrariam completamente a prática cristã. Valores cristãos, a prática do bem e o exercício da fé verdadeira, não condizem com essa festa pagã de fundo satânico e assustador. Essa, pois, é também a razão pela qual Deus proibiu ao povo de Israel se casar com gente de outra nação, homens ou mulheres. Por causa dos costumes diferentes e das práticas idolátricas, para que não os absorvessem, o SENHOR ordenou que seu povo fosse mantido separado (santo), dos filhos e filhas de pagãos. "Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos; Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria" (Deuteronômio 7:3,4). Ou servimos a Deus, ou...

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

COMO DEVEMOS TRATAR NOSSOS IRMÃOS QUE COMETEM PECADOS?


Há uma dificuldade muito grande nos dias atuais para alguns líderes e igrejas, no que diz respeito ao tratamento de casos que envolvam acusações contra seus membros ou mesmo pecados comprovados. Para resolvermos essas dúvidas, atentemos para o que segue:

Partiremos dos princípios estabelecidos por este texto bíblico que narra uma fala do SENHOR JESUS:

"Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano." (Mateus 18:15-17).


Ninguém deve sentir prazer na queda de outrem, e, se por acaso sentir, isto revela que não é convertido a CRISTO. Pessoa alguma deve sentir alegria e contentamento em apontar os pecados dos seus irmãos em CRISTO, o que não significa que, se apanhá-los cometendo pecados, não deva repreendê-los, admoestá-los ou exortá-los. Seria irresponsável, inconsequente e covarde não fazê-lo! Da mesma forma, seria irresponsável, irreverente, inconsequente e danoso por parte da igreja, não tratar os casos que envolvam pecados. Cabe à igreja apurar (em caso de receber acusação), investigar cautelosa e discretamente, ajudar o pecador, tratá-lo com amor e seriedade. É imprescindível que não se cometa injustiças. Seguem-se os passos:

1) Se o irmão pecar, repreende-o particularmente
2) Se não te ouvir, então fale com ele acompanhado de mais dois ou três irmãos que possam testemunhar a conversa.
3) Se mesmo assim não der ouvidos, desdenhar ou mostrar arrogância, comunique o fato à igreja, caso tenha provas concretas do erro cometido.
4) Se não escutar a igreja, não o considere crente ou integrante do corpo de CRISTO. Considerar como gentio e publicano é excluí-lo da lista dos que são considerados verdadeiramente cristãos.


Simplesmente porquê:

1) Não deve haver intenção de expô-lo publicamente.
2) Não se deve deixar o pecado comprovado ou o infrator sem o devido tratamento. Seria prejuízo para o Corpo de Cristo. A igreja é um corpo, não um indivíduo.
3) A igreja deve saber se há no meio dela pecador que insiste em permanecer no erro, e repreendê-lo devidamente. Essa autoridade foi concedida pelo próprio Senhor JESUS CRISTO!
4) Se o indivíduo recusar a correção, não deve ser tratado como crente em JESUS CRISTO, mas como alguém que está desviado, longe de DEUS!


É papel de todo crente, de todo homem de DEUS, de todo líder e de toda igreja, tratar o pecador com amor, compaixão, misericórdia, mas também com responsabilidade e temor a DEUS. A igreja é propriedade de CRISTO e funciona nos padrões estabelecidos por ELE. Amor e Justiça devem andar de mãos dadas! Cuidado para não cometer injustiças ou dar créditos a acusadores levianos. O contrário também deve ser observado.

Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar
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