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quinta-feira, 28 de julho de 2016

COMO DEVEMOS TRATAR NOSSOS IRMÃOS QUE COMETEM PECADOS?


Há uma dificuldade muito grande nos dias atuais para alguns líderes e igrejas, no que diz respeito ao tratamento de casos que envolvam acusações contra seus membros ou mesmo pecados comprovados. Para resolvermos essas dúvidas, atentemos para o que segue:

Partiremos dos princípios estabelecidos por este texto bíblico que narra uma fala do SENHOR JESUS:

"Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano." (Mateus 18:15-17).


Ninguém deve sentir prazer na queda de outrem, e, se por acaso sentir, isto revela que não é convertido a CRISTO. Pessoa alguma deve sentir alegria e contentamento em apontar os pecados dos seus irmãos em CRISTO, o que não significa que, se apanhá-los cometendo pecados, não deva repreendê-los, admoestá-los ou exortá-los. Seria irresponsável, inconsequente e covarde não fazê-lo! Da mesma forma, seria irresponsável, irreverente, inconsequente e danoso por parte da igreja, não tratar os casos que envolvam pecados. Cabe à igreja apurar (em caso de receber acusação), investigar cautelosa e discretamente, ajudar o pecador, tratá-lo com amor e seriedade. É imprescindível que não se cometa injustiças. Seguem-se os passos:

1) Se o irmão pecar, repreende-o particularmente
2) Se não te ouvir, então fale com ele acompanhado de mais dois ou três irmãos que possam testemunhar a conversa.
3) Se mesmo assim não der ouvidos, desdenhar ou mostrar arrogância, comunique o fato à igreja, caso tenha provas concretas do erro cometido.
4) Se não escutar a igreja, não o considere crente ou integrante do corpo de CRISTO. Considerar como gentio e publicano é excluí-lo da lista dos que são considerados verdadeiramente cristãos.


Simplesmente porquê:

1) Não deve haver intenção de expô-lo publicamente.
2) Não se deve deixar o pecado comprovado ou o infrator sem o devido tratamento. Seria prejuízo para o Corpo de Cristo. A igreja é um corpo, não um indivíduo.
3) A igreja deve saber se há no meio dela pecador que insiste em permanecer no erro, e repreendê-lo devidamente. Essa autoridade foi concedida pelo próprio Senhor JESUS CRISTO!
4) Se o indivíduo recusar a correção, não deve ser tratado como crente em JESUS CRISTO, mas como alguém que está desviado, longe de DEUS!


É papel de todo crente, de todo homem de DEUS, de todo líder e de toda igreja, tratar o pecador com amor, compaixão, misericórdia, mas também com responsabilidade e temor a DEUS. A igreja é propriedade de CRISTO e funciona nos padrões estabelecidos por ELE. Amor e Justiça devem andar de mãos dadas! Cuidado para não cometer injustiças ou dar créditos a acusadores levianos. O contrário também deve ser observado.

Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 12 de maio de 2016

ASSISTA: Pr. Jesiel Freitas - Gideões 2016



Mensagem ministrada no Ginásio em Camboriú/SC, por ocasião do 34º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora, no última dia 02 de Maio de 2016.


sábado, 30 de abril de 2016

GIDEÕES 2016 - PR. JESIEL FREITAS MINISTRARÁ NESTA SEGUNDA-FEIRA PELA MANHÃ


Nesta segunda-feira, dia 02 de maio, no período da manhã, o Pr. Jesiel Freitas estará ministrando no 34º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora em Camboriú, estado de Santa Catarina. Sua ministração está programada para ser a segunda da manhã. O culto terá transmissão ao vivo pela internet para centenas de países do mundo. Contamos com sua intercessão e sua presença no Ginásio, se estiver em Camboriú. Veja o vídeo:



Ministério Palavra no Altar


quarta-feira, 6 de abril de 2016

PR. JESIEL FREITAS SERÁ UM DOS PRELETORES DOS GIDEÕES 2016


No próximo dia 23 de abril, terá início o 34º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última hora. Serão dez dias de evento, até o dia 03 de Maio, onde centenas de pregadores e cantores ministrarão mensagens abordando o tema "missões" e louvarão ao SENHOR. Milhares de pessoas de diversas partes do país e do exterior participam do evento todos os anos tornando a cidade de Camboriú, no estado de Santa Catarina, povoada por visitantes que invadem ruas, hotéis, ginásios e casas. Moradores da cidade chegam a deixar suas casas, viajando para outras cidades, enquanto alugam-nas para os turistas. O tema do evento este ano será: "Gideões, um grande clamor já se escuta dos quatro cantos da terra. Nossa hora chegou, avançai!". Entre as centenas de preletores convidados, está o Pr. Jesiel Freitas que este ano teve a honra de ser incluído na lista dos pregadores do evento. A AD Palavra no Altar, igreja presidida por ele, está intercedendo a favor do Congresso. Abaixo, segue a lista dos pregadores dos Gideões em 2016:

  • Pr. Nilton dos Santos – SC (Vice-Presidente da CIADESCP)
  • Pr. Sergio Melfior – SC (Secretario da CIADESCP)
  • Pr. Napoleão Falcão – PB
  • Pr. Gilvan Rodrigues – PB
  • Pr. Gilmar Santos – GO
  • Pr. Jander Magalhães – MG
  • Pr. Alex Gonçalves – RJ
  • Pr. Carvalho Junior – SP
  • Pr. Paulo Marcelo – PR
  • Ap. Rogrido Salgado – SP
  • Pr. Marco Feliciano – SP
  • Pr. Samuel Mariano – PE
  • Pr. Augusto Medeiros - BA
  • Pr. Leandro Correa – RS
  • Pr. Elias Torralbo – RJ
  • Pr. Átila Brandão – BA
  • Pr. Moisés Martins – SC
  • Pr. Heliton Meneses - GO
  • Pr. Nielsen Gonsalves - PR
  • Pr. Obadias Benones – SC
  • Pr. Alexandre de Bem – SC
  • Pr. Claudio Luz – SC
  • Pr. Lorinaldo Miranda - PR
  • Pr. Elias Vieira – PR
  • Pr. Junior – USA
  • Pr. Alexandre Marinho – RJ
  • Pr. Rafael Pereira – MG
  • Pr. Nerildo Accioly – SP
  • Ap. Luiz Henrique – CE
  • Pr. Fábio Gardiolli – SC
  • Pr. Samuel Aguiar – ES
  • Pr. Wagner Costa – Canadá
  • Missª. Aparecida Borges - RN
  • Pr. Vagner Lisboa – PR
  • Pr. Jesiel Freitas – SP ***
  • Pr. Robson Alencar – RJ
  • Pr. Gimar Santana – RJ
  • Missª. Sara Pavasse – SC
  • Pr. Junior Trovão – RJ
  • Pr. Bruno Hassan – RJ
  • Pr. Jaime Rosa – PR
  • Pr. José Santana - BA
  • Pr. Fernando Peters – USA
  • Pr. Senair Rodrigues - SC
  • Pr. Dione Santos – RJ
  • Pr. Lucas Lima – SP
  • Pr. Paulo Moura – SP
  • Pr. Paulo Ribeiro – SC
  • Pr. Marcelo Faria – SP
  • Pr. Renato Quadrelli – SP
  • Pr. Mauricio Maciel – SC
  • Pr. Julio Ribeiro - SP
  • Pr. Fabio Roberto – RJ
  • Pr. Wellington Reis – USA
  • Pr. Adriano Ribeiro – Nova York, USA
  • Pr. Adão Santos – CE
  • Pr. Kerllen Moretti - ES
  • Pr. Divoncir de Jesus – USA
  • Pr. Elizeu Rodrigues – GO
  • Pr. Mizael Santana – BA
  • Pr. Alison Bernardino – SC
  • Pr. Oseias Gomes – PR
  • Pr. Angelo Galvão – SP
  • Pr. Fernando Pires – RS
  • Pr. Wanderlei Carceliano – SP
  • Pr. Joel Magalhães – MT
  • Pr. Diego Pilegi – MS
  • Pr. Josué Bayer – USA
  • Pr. Manoel de Brito – PB
  • Pr. Sandro Santos – Áustria
  • Pr. Jiovane Santos - TO
  • Pr. Lucier de Freitas - Camboriú, SC
  • Pr. Petronio Coutinho – SP
  • Pr. Leonardo Mercier – ES
  • Pr. Wilton Marques - PA
  • Pr. Samuel Gonçalves - RJ
  • Pr. Anselmo Dantas – SP
  • Pr. Arle Santos – MG
  • Pr. Anderson Rodrigues - PA
  • Pr. Raimundo Nonato – Camboriú, SC
  • Pr. Hidekazu Takayama
  • Pr. Carlos Eduardo – SP
  • Pr. Samuel Bettencourt – PA
  • Conf. Nayllan Eleres – PA
  • Pr. Anderson Silva – SP
  • Pr. Samuel Costa – ES
  • Pr. Ivo Rodrigues - GO
  • Pr. Carlos Cardozo – ES
  • Pr. Romildo A. de Azevedo – RO
  • Pr. Salatiel Pontes – PA
  • Pr. Marcos Melo – PA
  • Pr. Antonio Moura – SP
  • Pr. Cleverson Lacerda – SP
  • Pr. Fernado TremeTreme – SP
  • Pr. Eduardo Silva – SP
  • Pr. Ayume Nascimento – PB
  • Pr. Clebson Bandeira – MA
  • Pr. Julio Cesar – RJ
  • Pr. Osvaldo Morales – RJ
  • Pr. Valmir Carvalho - SP
  • Pr. Abílio Santana – BA
  • Pr. Joselio Souza - RN
  • Pr. Tiago Gonçalves - SP
  • Pr. Emerson Magno – MG
  • Pr. Wollace Atribanny – SC
  • Pr. Welligton Vidal - GO
  • Pr. Carlos de Jesus – GO
  • Pr. Joel Silva – SP
  • Pr. Everaldo Senna – SP
  • Pr. Edilson Neves - SP
  • Pr. Gilmar Senes – SC
  • Pr. Haroldo Paiva - CE
  • Pr. Milton Rufino – SP
  • Pr. Rafael Faustino - RJ
  • Pr. Erinaldo Golveia – SP
  • Pr. Yossef Akiva – SP
  • Pr. Eliezer Borges – SP
  • Pr. Rogerio Barros – RJ
  • Pr. Anderson Predes – RN
  • Conf. Rodrigo Lazarotto - Camboriú, SC
  • Pr. Valter Silva – SP
  • Pr. Fabio Cruz - PA
  • Pr. Ricardo Italo – SP
  • Pr. Jeferson Ribeiro - SP
  • Pr. Ademilson – ES
  • Pr. Alexandre Brito – SP
  • Pr. Marcos Ramos – Italia
  • Pr. Davi Feitosa – BA
  • Pr. Oseias Estevam – SP
  • Pr. Isaias Almeida – RS
  • Pr. Sergio Junior – Suiça
  • Pr. Ismael Moraes – PR
  • Conf. Erick Pires – GO

O Pr. Jesiel Freitas e o Ministério Palavra no Altar, contam com suas orações.

Ministério Palavra no Altar
Equipe de Intercessão

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

CASAL ABENÇOADO?! - Todo casal é abençoado?


É comum ver nas redes sociais, o que passarei a descrever agora. Fato verídico: Tenho um amigo que sempre serviu como pastor e parece continuar na função até hoje. Ele era casado há catorze anos e tinha três filhos com sua esposa, até que resolver abandoná-la e viver com outra mulher com a qual confessou manter um caso há pelo menos um ano antes de abandonar sua família. Ele deixou a esposa e seus três filhos e foi viver com essa mulher, que já está no terceiro marido (com ele), tendo abandonado todos os outros e deixado um filho com cada um. Bem, essa é a história dele. Apesar de anormal, a prática tem se tornado habitual na sociedade. Mais anormal ainda que isto, é o que passo a narrar: O amigo, tão próximo outrora, continua mantendo, como é natural, seus perfis nas redes sociais. Nesses perfis, divulga fotos com sua "nova esposa" com sorrisos que vão de orelha a orelha, beijos apaixonados e poses românticas... Aí vem o absurdo que também tem adquirido tom de normalidade: os crentes, irmãos evangélicos em comunhão com o Corpo de Cristo, comentam alegremente as imagens com expressões do tipo: "casal lindo"; "top"; "que maravilha"; "felicidade, vocês merecem", etc. Mas, aí vem as piores: "Deus abençoe o lindo casal"; "Deus continue abençoando vocês"; "Que bênção", etc. Um deles foi mais entusiasmado: "É lindo ver o que Deus faz".

É o cúmulo da alienação bíblica: Atentemos para o seguinte: Qualquer casal formado a partir de um ato de traição ou adultério, abandono da família, quebra de aliança, leito maculado e violência moral contra a sagrada instituição da família, independentemente das justificativas apresentadas, que não sejam amparadas biblicamente, não tem a bênção de Deus! E ponto final! Adultério é pecado grave! Abandono da família é profanação da mais sagrada instituição divina e violência moral, espiritual contra o cônjuge, contra os filhos, contra a família de ambos (envolvida inevitavelmente nos laços), contra a Igreja de Cristo e contra a sociedade. Não se pode destruir uma ou duas famílias para instituição de uma terceira. O cônjuge que provoca essa situação está moralmente falido e em falta grave diante de DEUS. E quem aplaude, apoia, ovaciona, ampara e participa com os infratores, torna-se cúmplice, conivente, e, portanto, comete o mesmo pecado. Como pode alguém dizer: "Deus continue abençoando vocês" ou ainda: "É lindo ver o que DEUS faz". Deus faz essas aberrações? Por acaso seria DEUS conivente com o adultério e a prostituição? Diz alguém: "Mas, pastor, desde que se reconciliem na igreja, peçam perdão e se casem com o novo parceiro (a) direitinho no cartório, está tudo certo, afinal, a situação foi acertada, resolvida!". Mentira! Se você abandonou seu cônjuge (a não ser por causa de adultério dele - Mateus 19: 9 - Novo Testamento - Graça/Além da Lei) e se casou novamente com outra pessoa, estando seu primeiro cônjuge vivo, você está em ato de ADULTÉRIO. Você não apenas cometeu adultério, você continua em ADULTÉRIO! Não há o que discutir. Ah, e pecado não caduca a não ser que você se arrependa, o abandone, peça perdão e se reconcilie de fato com Deus e com a Bíblia.

Sinto muito declarar isto, realmente sinto, mas quem está nesta situação, está debaixo de MALDIÇÃO! E não está debaixo de maldição porque eu ou porque qualquer pastor, líder, obreiro, crente ou pessoa (seja quem for) tenha amaldiçoado. Está sob a maldição do pecado porque vive nele! É a própria pessoa quem atraiu essa maldição para si. E não há como mudar isto! A não ser que a pessoa tenha feito isto quando não era crente, não conhecia a Deus e à sua Palavra e então tenha feito isto na ignorância. Então, você perguntaria: "Mas, e se essa pessoa estiver prosperando materialmente, aparentando felicidade e esbanjando alegria?". Bem, em primeiro lugar, prosperidade financeira não é atestado de bênção divina, fosse assim, não haveria tantos ímpios ricos, aliás, a maioria dos ricos é ímpia. Em segundo lugar, é impossível alguém que viva em adultério estar realmente feliz; pode até aparentar felicidade, mas a alma é vazia, amarga, triste e vive sob constante peso da culpa na consciência. Da mesma forma, a alegria é momentânea ou apenas aparente. Ninguém que tenha destruído um ou dois lares, abandonado sua família, seus filhos ou coisa assim, é realmente feliz! Pode mentir para a sociedade inteira, pode mentir para os amigos, pode mentir para os irmãos, pode mentir para a família, pode mentir para a igreja, mas, não pode mentir para si mesmo ou para DEUS! Então, saiba: nem todo casal é casal ABENÇOADO!

E, cuidemos de nossos olhos: "A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz;" (Mateus 6:22). 


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

CARNAVAL GOSPEL - A mistura do santo com o profano... Está certo?


Após publicar um pequeno artigo falando sobre o assunto, recebemos milhares de mensagens de leitores. Entre elas, aquelas que aprovam o artigo e outras que defendem os cristãos que participam da folia do carnaval em nome da "evangelização". Veja a resposta que dou aos leitores, nesse vídeo:



Se desejarem, há outros vídeos em nosso canal do YOUTUBE. Entre e assista-os. Deus vos abençoe!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

CARNAVAL GOSPEL?! - O doce engodo satânico para os tolos



Causa nojo, náuseas intensas, ver o comportamento profano de artistas da música gospel e cantores ditos "evangélicos" no CARNAVAL. "Carnaval Gospel"!!?? Que imundície satânica é esta? E que tolice e insanidade são essas dos crentes que aceitam? Que comunhão tem com Deus cantores e pastores que levam trios elétricos e blocos para participarem do carnaval (FESTA DA CARNE)? Uma cantora de renome chegou a declarar que os crentes brasileiros vão entrar no céu sambando. Uma conhecida igreja em Minas Gerais, transformou o seu culto em baile de carnaval com "folia gospel" dentro da igreja. Cegos, sepulcros caiados, condutores de cegos e aves de rapina que agem com estratégias empresariais satânicas para atrair e prender os tolos e ignorantes espirituais. O sagrado jamais se mistura com o profano. E que venham os tolos defensores dos tais...

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

GRATIDÃO A DEUS PELA SUA MISERICÓRDIA E CUIDADO!



Eu, minha esposa Luciana de Freitas e o Ministério Palavra no Altar, agradecemos a todos os amigos e pastores que abriram as portas de suas igrejas e nos convidaram para ministrar em 2015. Nosso muito obrigado! A DEUS toda glória! Estamos prontos para servir a DEUS e para servi-los em 2016.

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

CONSENTIR É TÃO PECADO QUANTO!



"Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem". (Romanos 1: 32)

Grande parte das pessoas, senão praticamente todas, sabe que roubar, matar, mentir, caluniar, adulterar, prostituir, fornicar, vingar, difamar e uma série de outras, são pecados que afrontam a santidade divina. Mas, o que muitas não sabem, ou sabem, todavia, não atentam para isto, é que consentir nesses pecados, também é pecado grave. Quem consente torna-se conivente, cúmplice, executor do pecado junto com quem o comete. É bíblico e claro. É tão grave que Paulo declarou: "Os quais, conhecendo a justiça de Deus..., não somente fazem estas coisas, mas também consentem aos que as fazem". Pouco se ensina sobre isto. Sabe qual a consequência? As pessoas querem ser simpáticas, gentis, elegantes, refinadas e educadas com o pecado e com quem o comete deliberadamente e então tornam-se CONIVENTES, cúmplices, participantes diretas. Desse modo, também responderão diante de Deus diretamente por esses pecados. Atente para o que diz Asafe no Salmo 50, versículo 18:

"Quando vês o ladrão, consentes com ele, e tens a tua parte com adúlteros." (RC)

"Ao encontrar um ladrão, a ele te associas como amigo, e com adúlteros te misturas alegremente." (BKJ)

"Se vês um ladrão, tu te comprazes nele e aos adúlteros te associas". (ARA)

Não interessa quem é você, qual é a sua cultura ou o tempo no qual você vive: se concorda passivamente com o pecado alheio, torna-se participante dele: se com o adultério, torna-se adúltero; se com o roubo, torna-se ladrão; se com a mentira, torna-se mentiroso; se com o assassinato, torna-se assassino. Não há meias verdades e não interessa qual o grau de parentesco, de afinidade ou de amizade que você tenha com o pecador! Em todo o caso, o tempo de arrepender-se, mudar seus conceitos e mudar sua postura e suas atitudes, chama-se HOJE! E lembre-se: pecado não CADUCA. Não é dívida nos órgãos de proteção ao crédito SCPC ou SERASA que caduca ao completar cinco anos no sistema. Pode passar setenta anos, pode passar a vida inteira, pode adentrar a eternidade... É exatamente na eternidade que você responderá pelos pecados de conivência com eles, sem que possa desculpar-se diante de Deus! Consentir é tão pecado quanto!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

Contatos:
(17) 99726-0024
(18) 98133-3627 - WhatsApp
Email: prjesielfreitas@yahoo.com.br
Twitter: @JesielFreitas
Instagram: @prjesielfreitas
Youtube: Pastor Jesiel Freitas





quarta-feira, 8 de julho de 2015

A MENTIRA DO PRECONCEITO DOS EVANGÉLICOS


Uma falácia criada pelos ímpios e alimentada pelos teólogos liberais



Não é estranho que os cristãos sejam rotulados de preconceituosos pelo mundo. Não é novo, não é admirável e não é anormal. Os ímpios nunca aplaudiram os crentes e nunca aplaudirão, aliás, os crentes incomodam e muito os incrédulos. E isto acontece porque a mensagem que os crentes pregam julga a consciência, o comportamento e as práticas pecaminosas dos homens e mulheres distanciados de Deus. O que é estranho e fora de padrão é que um determinado segmento evangélico acuse os próprios evangélicos de praticarem o preconceito apenas porque pregam contra o pecado. Os liberais verberam aos quatro ventos que nossa mensagem deve ser carregada apenas do amor de Deus para com os homens já que vivemos no tempo da graça. E encontram seus discípulos e admiradores em nosso meio. Não é difícil, afinal, em muitos altares andamos pobres de conhecimento, de Bíblia e de mensagem cristocêntrica de fato. Se surpreendidos em um momento qualquer, sem que haja reflexão saudável sobre os ensinamentos de Cristo, não é difícil que passemos a nos questionar e até nos culparmos pelo deslize do preconceito. Mas, será que realmente praticamos o preconceito? Somos intolerantes com os pecadores ou somos intolerantes com o pecado? Consideremos o significado da palavra "preconceito", que vem do latim praeconceptu.

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa = Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial. Opinião desfavorável que não é baseada em fatos objetivos (intolerância). Estado de abusão, de cegueira moral. Superstição. 

Dicionário Michaelis da Língua Portuguesa = Conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados. Opinião ou sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão. Atitude emocionalmente condicionada, baseada em crença, opinião ou generalização, determinando simpatia ou antipatia para com indivíduos ou grupos.

Etimologicamente, de acordo com "A vida íntima das palavras" de Deonísio da Silva (Editora ARX, 2012), preconceito é o que é "concebido ou gerado antes, obtido antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo. Diz-se do juízo sem base, exarado a partir de intolerâncias prévias". 


Bem, é suficiente para percebermos que os cristãos, especialmente os evangélicos, não são preconceituosos e portanto, não motivam ou semeiam o preconceito. Mesmo assim, os teólogos liberais infiltrados no movimento evangélico e oriundos de seminários e escolas teológicas por todo o país, ao relativizarem as escrituras e a moral dela procedente, concluem e propagam que somos preconceituosos. Para os liberais tanto quanto para os adeptos da predestinação e da salvação incondicional, basta crer em Cristo e declará-lo que independentemente de suas práticas morais e religiosas, você estará salvo. É um erro fatal. Tem matado a fé nos corações de milhares de pessoas, confundido cristãos até bem intencionados por todos os lugares e exterminado igrejas inteiras na Europa, na América Central e agora, no Brasil. Para os liberais, a Bíblia não é integralmente digna de credibilidade ou literalidade nos livros históricos e nos apontamentos doutrinários. Em consequência, concluem que a graça justifica tudo, que o juízo divino deve ser descartado e portanto, ficar fora de nossas mensagens e que somente o amor de Deus deve ser apresentado à humanidade. Apontar pecados, denunciar a iniquidade e confrontar o pecador e suas impiedades com a Palavra de Deus é um erro, segundo os teólogos liberais. 

Equivocados e petulantes, postulam que pregamos a intolerância e disseminamos o preconceito por todos os lugares. Acusam-nos de legalistas, de fundamentalistas e de vazios de amor para com os pecadores sem Deus. Então, é importante esclarecer responsavelmente o seguinte: não somos preconceituosos nem plantamos o preconceito. Se preconceito é "ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial" ou "conhecimento ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados" ou ainda o que é "concebido ou gerado antes, obtidos antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo", logo, seguramente, não é o que fazemos. Se pregamos contra o pecado, o fazemos com base segura na Bíblia Sagrada, sem pífias interpretações, sem maquiagem do sagrado e sem fugirmos da verdade que somente a graça pode libertar o homem da escravidão da iniquidade e reconciliá-lo com Deus. Desde quando pregar contra a prostituição é preconceito? Quando tornou-se preconceito pregar contra a mentira, contra o roubo, contra a inveja, contra o homicídio, contra a corrupção, contra o adultério, contra o homossexualismo, contra a adivinhação, contra a feitiçaria, contra a idolatria em todas as suas formas, contra o satanismo ou contra a invocação aos demônios? Somos preconceituosos quando apresentamos a mensagem que aponta o pecado e mostra ao pecador o caminho da libertação e da salvação? De forma alguma! O que anunciamos não é preconceito e sim CONCEITO. Não é sem base, não é sem conhecimento adequado, não é concebido ou gerado antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo e não é sem fundamento sério. Pregamos a Cristo e Cristo liberta.

Falta de amor é não apontar o pecado, é não mostrá-lo como destrutivo aos homens e negar-se a anunciar a salvação em Cristo e o juízo divino ao mundo. Afinal, que bíblia estão lendo os que nos acusam em nosso próprio convívio? Onde encontraram esta falsa liberdade que faculta a todos a permanência numa vida descomprometida com Deus e com os seus valores?

Há poucos dias, vi um desses liberais publicando em seus perfis e páginas virtuais elogios recebidos de pessoas de vários segmentos por sua postura "amorosa" para com os pecadores e para com o pecado. Expressões de gratidão, reconhecimento pela sua tolerância e simpatia por sua postura politicamente correta. Jactava-se de cultivar e alimentar a solidariedade dessas pessoas pela sua heroica postura contra os evangélicos, seus próprios irmãos, e defender os "pobres perseguidos" pelo "preconceito evangélico". E aí, pergunto: desde quando faz parte do evangelho preocupar-se com a simpatia dos que afrontam a Deus com seus pecados e sua dura cerviz diante da mensagem libertadora de Cristo? É verdade que Jesus sempre deixou os pecadores à vontade com suas rebeldias e afrontas ao evangelho? De modo algum! À mulher adúltera ele disse: "vai e não peques mais"(João 8: 11); ao jovem rico e apegado aos bens, desafiou: "Vai, vendo tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me" (Marcos 10: 21) e aos discípulos disse: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me" (Mateus 16: 24). Não é porque ele se assentava à mesa com rejeitados pela sociedade, porque permitia que as prostitutas, os cobradores impiedosos de impostos e toda sorte de gente se aproximasse dele, que não lhes apontava o pecado e suas consequências. Sempre foi assim entre religiosos e não religiosos. Ele disse: "Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á" (Mateus 16: 25).

Se o mundo nos admira, se está satisfeito com nossa postura, se não se sente nem um pouco incomodado com a mensagem que pregamos, então o que estamos de fato pregando? O evangelho realmente deve ser pregado de maneira que não confronte o mundo com seus pecados? Como fazer isto quando "Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno" (I João 5: 19) ou como fazer isto sem atrair o ódio do mundo contra nós, quando o próprio Senhor Jesus disse: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia" (João 15: 18,19). E ainda: "Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não tem desculpa do seu pecado. Quem me odeia odeia também a meu Pai. Se eu não tivesse feito entre eles tais obras, quais nenhum outro fez, pecado não teriam; mas, agora, não somente tem eles visto, mas também odiado, tanto a mim como a meu Pai" (João 15: 22-24).

Então, concluímos: a acusação de que há preconceito praticado pelos evangélicos é MENTIRA! Não há preconceito algum. Realmente amamos os pecadores, os recebemos a qualquer tempo, vamos até eles o tempo todo, lhes oferecemos o evangelho, lhes revelamos Cristo pela pregação e os alertamos do juízo vindouro inevitável. É fato! Pregar contra o pecado e seus malefícios, não é preconceito, é conceito bíblico divino! Finalmente, cumpramos integralmente a ordem do Senhor Jesus: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar TODAS as coisas que vos tenho ordenado" -grifo meu - (Mateus 28: 19,20).

Sem preconceito, apenas conceito. Tolerantes com o pecador e intolerantes com o pecado.


Pastor Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar
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