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segunda-feira, 30 de maio de 2022

O CRISTÃO E AS MÍDIAS SOCIAIS


Como comportar-se diante dos perigos da internet, sendo autêntico seguidor de Cristo?



O Pr. Jesiel Freitas é entrevistado no podcast do "Falando de Deus" pelo Pr. Marcos Pavan, sobre esse tema atual e importante. Assista!





terça-feira, 27 de outubro de 2020

ATUALIZAR A BÍBLIA!?



 "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra"
(2 Timóteo 3:16,17).


Não consigo evitar o pensamento de que, quem defende qualquer pecado fazendo uso da Bíblia, o faz em causa própria! É desencargo de consciência, tentativa de varrer suas inclinações ou culpas consumadas para debaixo do tapete. Se um homem defende o homossexualismo com a Bíblia, desconfie! Ele pode estar "no armário", como dizem... Quer uma luz, mesmo que seja falsa, para alumiar suas densas trevas! Se defender a prostituição, o faz por simpatia ou condescendência... O mesmo é válido para a defesa do adultério, do roubo, da mentira, da traição e de todos os outros pecados!


Trata-se ao mesmo tempo, de retrato da sua miséria e da ilusão de redimir-se dela! É o velho jogo da serpente no Éden: "você pode saber mais que o próprio DEUS! Coma do fruto!" ou... "vai fundo, o jardim é seu! DEUS o deu de presente. Você é o gerente, gerencie-o como quiser!". A linda, atraente, sedutora, sutil, convincente e colorida serpente só não avisou que seriam expulsos da jardim. Fez questão de omitir que perderiam o paraíso!


Não se atualiza preceitos divinos, não existe recall para as leis dos céus! Nosso fabricante nunca errou. Toda falha no funcionamento se deve à má operação do próprio  fabricado. É o ser criado quem falha, jamais o Criador! É golpe sujo, baixo e putrefato toda tentativa de alterar essa verdade! O que há por detrás dessa gente que protagoniza o liberalismo teológico no Brasil? O que tentam esconder ou, quem sabe, trazer desesperadamente à luz Ricardo Gondin, Caio Fábio, Ed Renê, Victor Azevedo, Ariovaldo Ramos e outros tristes atores da apostasia aberta? Estariam escondendo seus próprios pecados ou vomitando-os, ostentando-os diante dos nossos olhos?!


Mas, a principal e mais importante indagação é: estamos vendo claramente, ou estamos tão cegos em outro e no mesmo sentido, quanto eles? Somos todos pecadores, mas se recebemos a graça, nos livramos das escravidões do pecado; a cegueira é uma delas!


"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração" (Hebreus 4:12).


Em tempo: não condenamos praticantes homossexuais inconversos ao inferno, nem de quaisquer outros pecados, DEUS o faz! Apenas os amamos e lhes mostramos a verdade, a autêntica verdade.


Pr. Jesiel Freitas 

Assembleia de Deus em Itajobi/SP

terça-feira, 18 de setembro de 2018

DIREITO BÍBLICO DE LEGÍTIMA DEFESA


Nós estamos às vésperas das eleições majoritárias no Brasil, e com isso, muitas polêmicas naturalmente tem vindo à tona. Uma delas, envolve a proposta de um dos candidatos à presidência da república, de facilitar a posse de arma para o cidadão de bem. Por causa dessa proposta, muitas pessoas se levantaram questionando a legitimidade da proposta e o direito que um cristão pode ou não ter, de possuir uma arma de fogo ou de agir em sua própria defesa.

Bem, vamos à Bíblia Sagrada, pois é ela nossa bússola, nossa fonte de inspiração e que contém todas as respostas para todos os questionamentos humanos. Começo deixando claro que, em lugar algum a Bíblia condena, reprova ou proíbe o Direito de Legítima Defesa. Então, vou lançar mão de um dos exemplos mais interessantes vindo do início da criação: A Bíblia diz que o primeiro assassinato da história foi o de Caim que matou o seu irmão Abel. Nessa época, não existiam armas de fogo e, possivelmente, nem facas como as que temos hoje. Poderia existir facas grosseiras, bem rústicas, feitas de pedras, mas não essas de hoje. Caim pode ter usado uma dessas ou mesmo uma pedra para matar seu irmão por ciúmes. Notem que a maldade não estava no instrumento que ele usou, mas no seu coração que tomou a iniciativa ou decisão de ceifar a vida do seu irmão.

Em nenhum momento no texto de Gênesis Capítulo 4 você encontrará DEUS eliminando as pedras do planeta ou condenando o uso de facas, mas o encontrará impetrando ação condenatória contra o assassino. Foi uma pena capital. Caim carregou as consequências pelo resto de sua vida.

Mas, para que não haja dúvidas, vou citar como referência um texto que narra as palavras do próprio Senhor Jesus, quando fala sobre a necessidade de vigilância para o Dia da sua volta. Está no Evangelho de Mateus, capítulo 24 e versículo 43, que diz: "Mas, considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite haveria de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa". Do que ele está falando: do direito de legítima defesa. O que JESUS está dizendo é que um pai de família responsável, jamais deixará de defender a sua família de ameaças de terceiros, de bandidos ou de homens ou pessoas mal intencionadas. Isto é DIREITO BÍBLICO DE LEGÍTIMA DEFESA.

Mesmo no Antigo Testamento, onde a lei era rígida e DEUS também falava claramente com o seu povo, note qual era a lei divina para quem matasse no direito de legítima defesa: Êxodo 22:2-3 nos diz: “Se um ladrão estiver roubando, e, sendo ferido, morrer, quem o feriu não será culpado de seu sangue”.

Quando o mesmo Senhor JESUS estava passando seus últimos momentos com os discípulos, e sabendo o que eles enfrentariam após a sua partida, incluindo os perigos em suas jornadas para espalharem a mensagem do evangelho, os orientou a fazer o seguinte: “...Mas agora, quem tem uma bolsa, tome-a, e faça o mesmo quem tiver uma espada; e quem não tiver uma espada, venda sua capa e compre uma” (Lc. 22:36). Devemos considerar o seguinte: a espada era a arma mais letal de uso pessoal ou individual que havia naquela época, portanto, correspondia a arma de fogo nos dias atuais.

Ainda falando sobre o cuidado que todos devemos ter com nossas famílias, ouçam o que disse o apóstolo Paulo à Timóteo no capítulo 5 e no versículo 8: "Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família negou a fé, e é pior do que o infiel". Ou seja, é dever do pai de família ou do tutor de uma família, cuidar da segurança de sua família. Claro que, o contexto imediato fala de PROVISÃO, mas em sentido indireto, também fala de PROTEÇÃO! Só não se pode confundir Direito Bíblico de Legítima Defesa com VINGANÇA. Isto é outra coisa! Direito de Legítima Defesa diz respeito a reação imediata, instantânea ou reflexa ao momento da prática ou da tentativa da prática de um crime ou de agressão grave por alguém e não à vingança premeditada. Defesa fala de defender a vida e evitar perdê-la, não de vingar a morte de outrem por quem já não há mais o que fazer. Esse tipo de punição diz respeito a justiça legal, aos meios legais ou aos tribunais devidamente estabelecidos, como você queira entender.

Veja o que diz em Romanos 13:4, “...a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Mas se fores mal, teme; pois não é em vão que vem a espada; pois é ministro de Deus, um vingador para castigar o que pratica o mal.”.

Então, a resposta para a pergunta: O CRISTÃO TEM O DIREITO BÍBLICO DE LEGÍTIMA DEFESA OU DO USO DE ARMAS EM LEGÍTIMA DEFESA?

RESPOSTA: SIM, O CRISTÃO TEM O DIREITO BÍBLICO GARANTIDO DE LEGÍTIMA DEFESA!

Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 7 de junho de 2018

QUANTO A PROSPERIDADE FINANCEIRA


Cultura - É preciso compreender primeiramente o que difere cultura do quê é moralmente correto na prática de fé. Especialmente entre os povos orientais, prevalecia a cultura de que as riquezas materiais eram comprovação de vida abençoada por Deus ou de pleno sucesso. Todos os que lemos e compreendemos genuinamente a Bíblia, sabemos que isto não é verdade. Jó era um homem próspero, porém isso não era tudo em sua vida nem o mais importante. É possível ver duas coisas profundamente interessantes em sua vida: primeiro, o seu amor à DEUS acima de todas as coisas. Todo o relato de sua provação, seus diálogos com DEUS, com sua esposa e com seus amigos, deixam isso bem claro. A segunda coisa essencial é que Jó não tinha avareza. Tudo o que tinha recebia a mordomia correta: basta ler integralmente os textos para saber que ele ajudava os órfãos, as viúvas e qualquer necessitado que buscasse seu socorro.

A avareza é fator fundamental para definir a relação de alguém com DEUS e com o dinheiro. Na verdade, a relação errada com o dinheiro e com os bens materiais pode ser o caminho mais curto para o inferno, visto que a AVAREZA é pecado grave, não por classificação comum, mas por ser vício sórdido do qual as pessoas têm muita dificuldade em se libertarem.

Outrossim, a Bíblia e o próprio Senhor JESUS mostram o apego às coisas terrenas como desapego às coisas espirituais ou celestiais. ELE deixou claro que o apego ao dinheiro e às coisas materiais, a avidez pelas riquezas ou pelo enriquecimento são demonstrativos claros de onde o seu coração está. Vejam o texto de Mateus 6: 19-21:

"Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração" (grifo meu).

Então, na verdade, muito claramente, qualquer apego com as coisas materiais ou a chamada prosperidade financeira, não contribui com as coisas espirituais, tampouco é prova absoluta de bênção. Há muitos ímpios ricos e cruéis que nada tem de DEUS!

PORTANTO, a pregação da prosperidade financeira, tanto quanto às famigeradas campanhas nas igrejas para tal, são falsas, equivocadas e não harmonizam com o principal propósito de DEUS com os homens. Para concluir, sabemos que o amor ao dinheiro é um mal terrível, claramente condenado pela Bíblia:

I Timóteo 6: 6-10 - "Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores".

Conheço muitos crentes ricos ou estabilizados de vida financeira que são extremamente AVARENTOS, apegados às coisas financeiras. Vêem, muitas vezes, os irmãos necessitados, ou mesmo o pastor da igreja em dificuldade, ou a própria igreja, a assistência social, e não são capazes de ajudar. Normalmente dizem: "eu já entrego o meu dízimo".

Na verdade, grande parte dessas pessoas, quando entrega o dízimo não é por fidelidade, mas por tentativa de BARGANHA com DEUS. Dá com único objetivo de "prosperar" ou receber algo em troca. Digo, com segurança, que é um dinheiro sem valor, quando não, amaldiçoado.

A Bíblia ainda diz que os avarentos não serão salvos: "nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus" (I Coríntios 6: 10)

Portanto, um dos piores vícios do homem é a AVAREZA, o apego aos bens materiais e a ganância por dinheiro, excetuando-se àqueles que tem propósitos corretos, corações genuinamente libertos e mordomia cristã perfeita em DEUS!


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

sábado, 20 de janeiro de 2018

ESTAR SOLTEIRO É BOM, CASADO É MELHOR AINDA!


“Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se". (I Coríntios 7: 8,9)

Você, com certeza, já ouviu diversas vezes a seguinte frase referindo-se à decisão de casar tomada por alguém: “Você viu?! O fulano de tal vai se enforcar!”. A ideia que essa frase transmite é de que o casamento é algo ruim, que acaba com a vida ativa de uma pessoa. Por outro lado, é comum ouvir de alguém com mais idade e que ainda não se casou (eu mesmo já disse isto, por várias vezes): “A Maria continua encalhada, solteirona”. Na verdade, as duas frases imprimem uma ideia de negatividade em ambas as situações, e isto não é verdade. Estar solteiro pode ser muito bom, como pode ser muito melhor estar casado. Tudo depende de como você desfruta sua condição civil e de como se comporta diante da sua realidade, especialmente se você tem controle absoluto sobre suas vontades naturais.


O apóstolo Paulo, autor do texto bíblico acima, estava solteiro e aconselhou aos seus leitores a fazerem o mesmo, se pudessem. Ele estava se referindo à liberdade para uso do tempo no reino de Deus e ao foco nas coisas espirituais, ao invés das coisas terrenas ou carnais. O que ele diz aqui é que, quem está solteiro tem mais tempo para dedicar-se SOMENTE ao SENHOR e, quem está casado, terá que dedicar mais tempo à sua MULHER, e vice-versa. Não condena nem uma coisa, nem outra. Veja o que ele diz nos versículos 32 e 33 da mesma epístola e capítulo: “E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher”. No entanto, as duas condições podem ser maravilhosas na vida de qualquer pessoa, basta, como já disse, dar o foco correto e usar seu tempo da maneira correta. É solteiro? Dedique tempo às coisas de Deus, estude, prepare-se para o futuro e procure priorizar as coisas espirituais em sua vida. Faça de DEUS a razão da sua vida e desfrute cada momento de sua liberdade com sabedoria e inteligência! É casado? Então, desfrute o seu casamento. Se você soube escolher seu cônjuge buscando a vontade de DEUS e a devida compatibilidade, o famoso “jugo igual” (II Coríntios 6: 14), então você viverá bem ao lado da pessoa amada e, juntamente com ela, fará a obra de DEUS sem qualquer impedimento, porque ambos respeitaram a vontade de DEUS, tem o mesmo objetivo e reverenciam ao SENHOR acima de todas as coisas.

Uma coisa é fato e ninguém pode negar: DEUS afirma que “não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2: 18). Que o Senhor te abençoe e te guarde e te dê sabedoria, entendimento e inteligência para desfrutar plenamente sua condição. Estar solteiro é bom, casado é melhor ainda!

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra No Altar

quarta-feira, 19 de julho de 2017

PARTE PARA A ETERNIDADE O PASTOR ANTONIO MUNHOZ


Após mais de trinta anos atuando como presidente da Assembléia de Deus, Ministério do Belém no Campo de Americana, estado de São Paulo, partiu para a eternidade nessa terça-feira, aos 88 anos de idade, o Pastor Antonio Munhoz. Com uma história exemplar na plantação de igrejas, no empreendimento missionário e na formação de obreiros, Pr. Munhoz deixa um legado fantástico e uma multidão de corações tristes pela sua despedida temporária. Jubilado no último mês de janeiro, foi sucedido pelo seu filho, Pr. Cláudio Munhoz, que até então presidia o campo da AD Belém na cidade de Araraquara, estado de São Paulo. Com problemas de saúde desde o ano passado, Pr. Munhoz estava internado na última semana, na UTI do Hospital da Unimed em Americana, após participar do seu último culto de ceia do Senhor com a igreja há duas semanas. Seu velório está acontecendo no templo central da AD Belém de Americana, no Bairro Cordenunci, onde neste momento acontece o culto fúnebre e seu sepultamento ocorrerá por volta das 15 horas de hoje. Como obreiro, tive minha formação com o Pr. Antonio Munhoz, por quem fui indicado e ordenado ministro no Belenzinho em São Paulo, no ano de 1998. Desde então, servi por cerca de 16 anos consecutivos como pastor em suas igrejas o auxiliando também no trabalho missionário e em escolas teológicas do campo, como professor. Sempre foi da minha intimidade doméstica, do convívio familiar. Fizemos inúmeras viagens juntos e desfrutamos de comunhão e companheirismo durante todos esses anos. Meu coração se entristece pela separação, mas é confortado com a certeza de que nos reencontraremos em breve na glória eterna de CRISTO.

Acima, Formatura do Curso Superior de Teologia. Nas duas fotos abaixo, ministrando no Templo sede com o Pr. Munhoz.

Início do meu ministério em 1998 com o Pr. Antonio Munhoz em Itajobi, SP.



Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

terça-feira, 1 de novembro de 2016

SOU CRENTE, POSSO COMEMORAR O DIA DE FINADOS?



Todo ano é a mesma coisa: quando se aproxima o dia 2 de novembro, as pessoas começam a perguntar: "Pastor, crente pode comemorar o dia de finados?"; Em anos de ministério pastoral, dou sempre a mesma explicação, embora a gente vá se aperfeiçoando com o tempo. Bem, vamos lá. Nós não comemoramos a data por causa da sua origem e do lastro que a sustenta desde a sua criação, que é a crença do catolicismo romano na intercessão pelos mortos. Eles acreditam que os vivos podem fazer sacrifícios pelos que já se foram a ponto de alcançarem o perdão dos pecados dos seus entes queridos que já estão na eternidade. Uma crença totalmente equivocada e baseada num ensino enganoso baseado no livro apócrifo (que não faz parte do cânon bíblico sagrado) de II Macabeus 12.

O dia de finados também é conhecido como o "dia dos mortos" ou ainda como o "dia dos fiéis defuntos". Por causa disto, nesta data ou em qualquer outra, os católicos intercedem (oram) pelos mortos, suplicam o perdão dos pecados deles, acendem velas e fazem missas de sétimo dia quando morre algum ente querido. Todas essas crenças e práticas não encontram apoio bíblico algum, aliás, contrariam o que diz a Palavra de Deus a respeito dos mortos. Quando uma pessoa morre, o seu caminho já foi definido pela sua escolha em vida de servir ou não a DEUS, de entregar ou não sua vida ao Senhor JESUS CRISTO! Não há mais o que fazer após ter sido dado o último suspiro nessa terra, a não ser encarar a realidade da vida após a morte. Não há atalhos, paradas para consertos ou novas opções após a morte: ou o indivíduo vai direto para o céu (eternidade com Deus), ou vai direto para o inferno (eternidade sem Deus e lugar de sofrimento para sempre). Portanto, não adianta mais orar por quem morreu, acender vela, pagar promessa ou fazer sacrifícios inúteis! Ninguém pode alcançar o perdão do pecado de outra pessoa nem absolvição dos que já morreram. Vejamos o que dizem os dois textos à seguir:

"E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu." (Eclesiastes 12:7)

"E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo". (Hebreus 9:27).

Há ainda a dura verdade de que os vivos não podem fazer contato com os mortos, nem o contrário. Portanto, a consulta aos mortos, a incorporação dos espíritos dos mortos e coisas do tipo, são mentiras do diabo que tem prazer em iludir as pessoas fazendo-as acreditarem que realmente podem ter contato com seus entes queridos já falecidos. Vejam o que diz o texto bíblico de Eclesiastes 9:5 - "Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento". Da mesma forma, é bom lembrar que os mortos não podem interceder pelos vivos, mesmo aqueles que foram passar a eternidade com DEUS. Se o fizessem, essas orações seriam inúteis, conforme nos mostra o texto de Lucas 16: 20-31. É por essa razão que os evangélicos também não invocam padroeiros ou santos canonizados pela igreja católica nem os reverenciam como intercessores ou milagreiros. Pessoa alguma que morreu, independentemente de sua posição na história da igreja ou grau de parentesco com o Senhor JESUS CRISTO ou mesmo com qualquer dos heróis da fé, tem o poder de nos salvar, de purificar-nos dos nossos pecados, de alcançar "graças" ou de nos livrar do poder do inferno. Em Atos 4:12 está escrito: "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos". E ainda: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (I Timóteo 2:5).

Tanto nossa prestação de contas, quanto a nossa salvação, são questões individuais, ou seja, só o indivíduo pode responder por si próprio. Ninguém mais pode confessar os nossos pecados por nós ou fazer o acerto de contas com DEUS: "De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12) ou ainda: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (I João 1:9). Por causa disso, é essencial que mantenhamos uma boa consciência para com DEUS. Quando a morte chegar, devemos estar preparados para esse momento e com todas as questões resolvidas entre nós e Deus. Foi o que disse o apóstolo Paulo em Atos 24:16: "E por isso procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens". Só uma boa consciência é capaz de nos manter em paz com DEUS por meio do sacrifício de seu filho no calvário, senão vejamos: "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1).

É pecado ir ao cemitério no dia de finados? Não, não é pecado. Todavia, não condiz com a nossa fé. Esse dia é especialmente escolhido pelo catolicismo para a prática dessa fé equivocada. Dessa forma, não seria de bom tom à qualquer crente reverenciar essa data e muito menos aos mortos. Se deseja ir ao cemitério fiscalizar a conservação ou estado do túmulo de seu ente querido, faça-o em outra ocasião.

Posso levar flores para colocar no túmulo do meu ente querido? A linha de raciocínio é mesma: pra quê? Seu ente querido não poderá cheirar as flores ou se alegrar com elas, visto que ele não tem contato com esse mundo.

Posso lavar o túmulo para o dia de finados? Bem, creio que seja digno manter o túmulo de seu ente querido limpo, em qualquer época do ano. Por isso, seria correto manter a regularidade na limpeza três ou quatro vezes por ano, pelo menos. Não por causa do falecido, mas por causa da aparência diante daqueles que passarão pelo local. É honroso que você preserve os locais onde estão sepultados os ossos de seus entes queridos e isto não é pecado. No entanto, quando o fizer, não o faça para eles, mas para a higiene do local.

Finalmente, o que devo fazer em relação a isso se não posso comemorar a data? Faça o que todos devem fazer: seguir os bons exemplos deixados pelos seus entes queridos e dar prosseguimento ao bom legado de cada um deles. Os bons ensinamentos, os exemplos do bom caráter, o modo de vida piedoso e santo e seus conselhos sábios, devem ser seguidos, Nada mais. Procure gastar tempo com os seus entes queridos vivos: pregue o evangelho para eles, dê-lhes amor e carinho, compartilhe tempo e cuide deles enquanto estão vivos. Após a morte, só restará a saudade, as boas lembranças e os bons exemplos.

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

CASAL ABENÇOADO?! - Todo casal é abençoado?


É comum ver nas redes sociais, o que passarei a descrever agora. Fato verídico: Tenho um amigo que sempre serviu como pastor e parece continuar na função até hoje. Ele era casado há catorze anos e tinha três filhos com sua esposa, até que resolver abandoná-la e viver com outra mulher com a qual confessou manter um caso há pelo menos um ano antes de abandonar sua família. Ele deixou a esposa e seus três filhos e foi viver com essa mulher, que já está no terceiro marido (com ele), tendo abandonado todos os outros e deixado um filho com cada um. Bem, essa é a história dele. Apesar de anormal, a prática tem se tornado habitual na sociedade. Mais anormal ainda que isto, é o que passo a narrar: O amigo, tão próximo outrora, continua mantendo, como é natural, seus perfis nas redes sociais. Nesses perfis, divulga fotos com sua "nova esposa" com sorrisos que vão de orelha a orelha, beijos apaixonados e poses românticas... Aí vem o absurdo que também tem adquirido tom de normalidade: os crentes, irmãos evangélicos em comunhão com o Corpo de Cristo, comentam alegremente as imagens com expressões do tipo: "casal lindo"; "top"; "que maravilha"; "felicidade, vocês merecem", etc. Mas, aí vem as piores: "Deus abençoe o lindo casal"; "Deus continue abençoando vocês"; "Que bênção", etc. Um deles foi mais entusiasmado: "É lindo ver o que Deus faz".

É o cúmulo da alienação bíblica: Atentemos para o seguinte: Qualquer casal formado a partir de um ato de traição ou adultério, abandono da família, quebra de aliança, leito maculado e violência moral contra a sagrada instituição da família, independentemente das justificativas apresentadas, que não sejam amparadas biblicamente, não tem a bênção de Deus! E ponto final! Adultério é pecado grave! Abandono da família é profanação da mais sagrada instituição divina e violência moral, espiritual contra o cônjuge, contra os filhos, contra a família de ambos (envolvida inevitavelmente nos laços), contra a Igreja de Cristo e contra a sociedade. Não se pode destruir uma ou duas famílias para instituição de uma terceira. O cônjuge que provoca essa situação está moralmente falido e em falta grave diante de DEUS. E quem aplaude, apoia, ovaciona, ampara e participa com os infratores, torna-se cúmplice, conivente, e, portanto, comete o mesmo pecado. Como pode alguém dizer: "Deus continue abençoando vocês" ou ainda: "É lindo ver o que DEUS faz". Deus faz essas aberrações? Por acaso seria DEUS conivente com o adultério e a prostituição? Diz alguém: "Mas, pastor, desde que se reconciliem na igreja, peçam perdão e se casem com o novo parceiro (a) direitinho no cartório, está tudo certo, afinal, a situação foi acertada, resolvida!". Mentira! Se você abandonou seu cônjuge (a não ser por causa de adultério dele - Mateus 19: 9 - Novo Testamento - Graça/Além da Lei) e se casou novamente com outra pessoa, estando seu primeiro cônjuge vivo, você está em ato de ADULTÉRIO. Você não apenas cometeu adultério, você continua em ADULTÉRIO! Não há o que discutir. Ah, e pecado não caduca a não ser que você se arrependa, o abandone, peça perdão e se reconcilie de fato com Deus e com a Bíblia.

Sinto muito declarar isto, realmente sinto, mas quem está nesta situação, está debaixo de MALDIÇÃO! E não está debaixo de maldição porque eu ou porque qualquer pastor, líder, obreiro, crente ou pessoa (seja quem for) tenha amaldiçoado. Está sob a maldição do pecado porque vive nele! É a própria pessoa quem atraiu essa maldição para si. E não há como mudar isto! A não ser que a pessoa tenha feito isto quando não era crente, não conhecia a Deus e à sua Palavra e então tenha feito isto na ignorância. Então, você perguntaria: "Mas, e se essa pessoa estiver prosperando materialmente, aparentando felicidade e esbanjando alegria?". Bem, em primeiro lugar, prosperidade financeira não é atestado de bênção divina, fosse assim, não haveria tantos ímpios ricos, aliás, a maioria dos ricos é ímpia. Em segundo lugar, é impossível alguém que viva em adultério estar realmente feliz; pode até aparentar felicidade, mas a alma é vazia, amarga, triste e vive sob constante peso da culpa na consciência. Da mesma forma, a alegria é momentânea ou apenas aparente. Ninguém que tenha destruído um ou dois lares, abandonado sua família, seus filhos ou coisa assim, é realmente feliz! Pode mentir para a sociedade inteira, pode mentir para os amigos, pode mentir para os irmãos, pode mentir para a família, pode mentir para a igreja, mas, não pode mentir para si mesmo ou para DEUS! Então, saiba: nem todo casal é casal ABENÇOADO!

E, cuidemos de nossos olhos: "A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz;" (Mateus 6:22). 


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

OS DIAS DE HOJE...


Estamos vivendo dias nos quais...


- Gente de caráter incomoda

- Quem diz a verdade, não serve
- Quem é correto está fora de moda
- Quem rejeita o erro está ultrapassado
- Quem faz o certo perdeu a graça
- Quem tem princípios é antiquado
- Quem defende a moral é preconceituoso
- Quem não apóia rebelde é fóbico
- Quem prega a Bíblia é politicamente incorreto
- Quem tem opinião própria é antipático
- Quem é fiel à doutrina apostólica é radical
- Quem condena o pecado é desprovido de amor
- Quem escolhe santificar-se é fanático
- Quem decide estudar a Bíblia é frio espiritualmente
- Quem busca as coisas espirituais é menino, imaturo

O cenário está perfeitamente preparado e pronto para a vinda de Cristo.


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

A FALSA MODERNA GUERRA SANTA DOS EVANGÉLICOS - É coisa nova mesmo?


É possível anunciar um evangelho que não provoque dissensão?


Em algum lugar, li um artigo de certo apologista e pastor, acusando os evangélicos de estarem promovendo uma "guerra santa" no país ou, pelo menos, contribuindo para que ela aconteça. Chega a fazer entender que somos vândalos tentando promover um incêndio. Para o religioso, os materiais para a combustão que deflagraria o desastre seriam nossa "intolerância" e nosso "preconceito" em relação aos pecados que ele tolera e relativiza. Como num lampejo no céu que prepara-se para a chuva, veio ao meu pensamento uma porção bíblica que imediatamente instalou-se em meu coração. Ela narra as palavras do Senhor Jesus. É a seguinte:

"Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder. Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize! Supondes que vim dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão. Porque, daqui em diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra." (Lucas 12: 49-53)

Somente nessa porção bíblica, é possível perceber uma série de equívocos do caro ministro evangélico defensor dos pecadores resignados e inconversos. Passo a pontuar alguns que considero de fundamental relevância:

1) O incêndio foi deflagrado há dois mil anos -Nesse caso os evangélicos atuais não estão inaugurando nenhum novo tempo, nem são detentores da autoria do tal incêndio. É o primeiro equívoco do ávido defensor do silêncio da igreja. Foi o Senhor Jesus quem disse: "Eu vim lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder". Ele falava de uma nova era de relacionamento com Deus, de um novo tempo de purificação, de um estado de santificação que seria estabelecido através de sua morte vicária. O que ele estava revelando era que o Espírito Santo, a partir daquele período, estaria presente no homem para promover o convencimento do pecado, levá-lo ao arrependimento (abandono do erro), à confissão, ao perdão e a um estado de permanente comunhão com o Pai através da graça e de uma vida santificada por ela. Quando diz: "bem quisera que já estivesse a arder", ele refere-se ao desejo que tinha de já ter passado pelo sofrimento da cruz e dado início aquele período, o que aconteceria em pouco tempo. E então, confirma: "Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize". É possível ler sobre o clímax de sua ansiedade relacionada a esse momento, durante seu sofrimento no Jardim do Getsêmane. A partir daí, o incêndio seria mantido pela pregação genuína do evangelho.

2) A verdadeira "guerra santa" não começará agora, está acontecendo há dois milênios - Eis o segundo equívoco: Esse termo (guerra santa) já foi utilizado dezenas de outras vezes. Serviu para denominar as guerras da nação de Israel com o povo árabe ao longo do tempo, intitulou períodos envolvendo a igreja primitiva e o poder de Roma, apareceu nos embates da Reforma de Lutero, perseguiu os pais da igreja e vários outros episódios que não vem ao caso. Não é novidade. Quanto sangue foi derramado ao longo da história da igreja, quantos cristãos foram perseguidos por proclamarem a verdade e quantos morreram empunhando a bandeira do evangelho? E toda guerra surge motivada por divisões; divisões de sentimentos, divisões de ideias, divisões de ideais, divisões de terra, divisões de poder econômico, divisões políticas, divisões religiosas e, inclusive, divisões espirituais. É o que ocorre aqui nas palavras proferidas pelo Senhor Jesus: "Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão". Bem, então, qual a novidade? Estamos divididos e sempre estaremos, até que Cristo volte. Somos dois grupos: os que pregam a Cristo, vivem o que Cristo ensinou e anunciam sem fronteiras ou relativismo o evangelho, e os que vivem no pecado, não vivem o que Cristo ensinou, contextualizam a mensagem e seus efeitos, relativizam o pecado e não se apartam dele! E esses, inclusive, estão não apenas no mundo que jaz no maligno, mas surgem também no meio da igreja de Cristo. Não estou defendendo ou motivando a inflamação dos ânimos ou pondo lenha na fogueira como sugerem alguns. Longe disso! Quanto mais paz, melhor. Todavia, enquanto pregarmos o evangelho autêntico, essa paz ecumênica ou esse universalismo será simplesmente impossível.

3) Se até as relações familiares seriam afetadas, como não seriam as relações sociais? Triste engano. Mais um equívoco do nosso bravo herói dos inconversos! O Senhor Jesus cita as relações familiares como primeiro palco dos conflitos religiosos, e não menciona isto como simples possibilidade, antes afirma enfaticamente: "Porque, daqui em diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três". Aprofunda o discurso e detalha a origem das divisões geradoras de guerras intelectuais, espirituais e religiosas: "Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra". Para a família judaica a paz no lar, a ausência de conflitos na família e a boa relação com os entes queridos era coisa sagrada! O que o mestre disse caiu como uma bomba entre os discípulos. Se o evangelho tem o poder de abalar as relações familiares, ou seja, nosso circulo íntimo, quanto mais abalará nossas relações com gente alheia à nossa casa! Certamente, aparecerá alguém para minimizar a abrangência das palavras de Jesus, aliás, já ouvi em algum lugar, há muito tempo, sobre isto. Afirmam que isto se restringia aos tempos de Cristo e ao povo judeu; dizem que isto ficou no passado e que nada tem a ver conosco. Engano! Repito: é assim desde que Cristo veio e será assim até que ele venha.

4) É tolice pensar que o mundo poderá nos amar, ou pensar que nós devemos amar o mundo - Eis as razões:
  • "Irmãos, não vos maravilheis se o mundo vos odeia." (I João 3: 13)
  • "Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele." (I João 2: 15)
  • "Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I João 4: 7)
  • "Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no maligno". (I João 5: 19)
Então, depois de tudo isso, você certamente me perguntaria: "Mas, não devemos amar os pecadores e mostrar-lhes o caminho da salvação?". A resposta é simples: Claro que devemos amar os pecadores e é óbvio que devemos mostrar-lhes o caminho da salvação! Amor, amor, amor e amor! Sempre amor. Mas não há amor verdadeiro que não repreenda, que não mostre o perigo, que não aponte o erro, que não mostre o perigo da condenação eterna ou que seja omisso em relação a verdade. É intrínseco do amor estender a mão, ajudar, motivar, afagar quando necessário, sorrir, abraçar e concordar quando correto. Mas o amor não é omisso, tão pouco tem espírito de covardia. Graça e juízo são duas vertentes inegáveis do evangelho.


Pr. Jesiel Freitas
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sexta-feira, 5 de junho de 2015

A IGREJA DEVE FICAR CALADA?

Estão certos os que defendem o silêncio da igreja diante do pecado e dizem que só o amor de Deus deve ser mostrado ao mundo? 

Radicalismo, extremismo ou excesso de qualquer tipo jamais devem ser características da igreja de Cristo. É fato. O equilíbrio é sempre o bom tempero para qualquer coisa, e isto não deve mudar, nem pode. O que deve ser reavaliado, no entanto, é o comportamento social da igreja na atualidade. E há razões de sobra para pensarmos responsavelmente na questão, e pensarmos biblicamente, afinal, sem Bíblia não há igreja. Que influência de fato a igreja de Cristo está exercendo sobre o mundo? Ela realmente tem sido a voz de DEUS para os perdidos além das quatro paredes dos templos? Cumprimos apenas o "ide" para a pregação do evangelho ou cumprimos também o papel de confrontadores do pecado,  de profetas da última hora, de denunciantes da iniquidade e moderadores morais? Sim, moderadores morais! Este é um dos papéis da igreja através da exposição e confrontação do pecado. Ela não tem o dever de evitar na íntegra o apodrecimento moral, até porque é impossível, todavia, ela possui o papel de freá-lo, ou pelo menos de viver tentando fazê-lo quando expõe o pecado de forma clara e direta. Afinal, esta é uma das principais finalidades da igreja exposta por Cristo aos discípulos no evangelho de Mateus 5.13, conforme lemos: "Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para lançar fora, e ser pisado pelos homens". Penso que uma igreja que se cala, que silencia diante do pecado e das aberrações que surgem no tempo do fim, é uma igreja omissa, inútil, neutra e, como disse o Senhor Jesus, tornou-se insípida. E, fatalmente será pisada pelos homens que, aliás, esperam avidamente a oportunidade de fazê-lo.

Vejo diariamente alguns professos apologistas, pregadores e até pastores dizendo que a igreja não deve envolver-se diretamente com as questões concernentes ao mundo à nossa volta até porque está perdido mesmo, então temos que aprender a conviver pacífica e passivamente com ele. Inflamam-se quando apontamos práticas pecaminosas, mudanças culturais, transformações morais e comportamentos claramente nocivos às pessoas, à espiritualidade e às nossas famílias. Aparecem defendendo heroicamente nas redes sociais os meios de comunicação que deturpam valores, práticas desde sempre condenadas pela Bíblia, grupos e movimentos que não só praticam o que não agrada a Deus, mas que também lutam para imporem seus devaneios e comportamentos abominados pelo SENHOR. Vivemos no Brasil um momento de euforia social em relação a diversos temas: aborto, correção dos filhos, prostituição, equilíbrio dos meios de comunicação, homossexualidade, corrupção política, maioridade penal, limites para os professores e para os alunos em sala de aula e outros. E a verdade é uma só: perdeu-se o controle de muitos comportamentos nocivos, aprofundou-se o estado de permissividade e inverteu-se muitos valores que claramente estão levando o país e o mundo ao caos. Tempos do fim, profecias se cumprindo? Sim, claro que sim. Bem, e o que devemos fazer? Afastar-nos disso tudo, desistirmos de pregar a verdade e assistirmos passivamente famílias se esfacelando, a sociedade zombando de Deus e parte da igreja se acovardando diante do seu papel e do seu dever de proclamar a verdade? Anunciarmos cômoda e confortavelmente apenas o amor de Deus para a humanidade e evitarmos o constrangimento, a antipatia e o anúncio antiquado da justiça, do juízo divino e das verdades presentes na totalidade do evangelho? Devemos pensar seriamente sobre isto.

Entre as questões envolvidas diretamente na responsabilidade da igreja como agência divina na terra, apresento algumas que considero essenciais, inevitáveis e obrigatórias. Em primeiro lugar, o apóstolo Paulo recomendou entranhavelmente: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12: 2). Logo, contrariando todo pensamento de que a igreja deve conformar-se, aceitar e viver passivamente no mundo, devemos estar cada dia mais inconformados. Em segundo lugar, a igreja precisa brilhar com suas boas obras: "Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus" (Mateus 5: 14-16). Se a igreja fizer o que o mundo faz e comportar-se como o mundo se comporta, sua luz não aparecerá ou será sufocada pelo alqueire do mundo.  Em terceiro lugar, a sabedoria de Deus em todas as suas faces precisa tornar-se conhecida do mundo espiritual e do mundo físico; seja a face do amor, ou seja a face da justiça. Em Efésios 3: 10 está escrito: "para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais". É a igreja quem deve propagar a multiforme sabedoria de Deus em todos os lugares, dentro e fora dela. Se porventura calar-se, omitir-se, silenciar ou acovardar-se, estará escondendo o que deveria revelar. Há um quarto ponto que devemos considerar seriamente: era admirável nos apóstolos e primeiros discípulos de Cristo a coragem para confrontar os homens que lhes resistiam, mesmo que respeitando-lhes em suas funções, priorizando o que Deus lhes incumbira de fazer. Em Atos 4: 18-20, após Pedro e João serem levados perante o Sinédrio (tribunal religioso dos judeus) por anunciarem a Cristo e suas doutrinas, interpelados e proibidos de pregarem o evangelho, reagiram exemplarmente: "E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus. Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido". Notem, que eles não estavam apenas os proibindo de pregarem o evangelho, mas também de ensinarem no nome de Jesus. Esta deve ser a postura firme da igreja: ensinar o que Deus lhe ensinou sobre o pecado e suas consequências. Acima de tudo, ouvir a Deus. Tudo o que o mundo e os homens disserem contra a Bíblia Sagrada, está abaixo de Deus. Novamente, em Atos 5: 28,29 eles são repreendidos pelas autoridades religiosas após saírem miraculosamente da prisão, onde foram trancafiados por pregarem o evangelho da verdade, e acusados de lançarem o sangue de Jesus sobre elas (juízo). A resposta deles narrada pelo evangelista Lucas é firme, veemente e, para muitos religiosos dos nossos dias, radical demais. Eis a narrativa: "Não vos admoestamos nós expressamente que não ensinásseis nesse nome? E eis que enchestes Jerusalém dessa vossa doutrina e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem. Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens".  Essa mesma coragem, essa mesma dose de ousadia gerada pela presença e pelo revestimento do Espírito Santo, deve estar viva na igreja de hoje: "e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus" (Atos 4: 31).

Em quinto lugar, em tempos iniciais da igreja, o apóstolo Paulo declarou o poder do evangelho para o judeu e para o grego, para o seu povo e para os gentios. No contexto atual, é o mesmo que dizer: para o crente e para o mundo sem Deus. Então, Cristo e sua doutrina devem ser anunciados dentro da igreja e fora dela. Sua palavra deve santificar a igreja e julgar o mundo apontando-lhe os erros e mostrando-lhe o caminho da salvação. Em Romanos 1: 16, o apóstolo brada: "Porque eu não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiramente do judeu e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé". O que será que o destemido apóstolo dos gentios diria a respeito da igreja de hoje? Que avaliação ele faria dos "apologetas" que reprovam a intrepidez e a veemência dos profetas que denunciam o pecado e expõem ao mundo suas objeções e protestos contra tudo que se rebela contra Deus? Ele aprovaria, incentivaria ou aplaudiria o silêncio dos omissos e covardes que recuam diante da pressão do mundo? Certamente que não! E a igreja deve seguir corajosamente em frente sem jamais camuflar o juízo divino sob pretexto de revelar apenas o amor de Cristo! Em sexto lugar, nem Cristo, nem Paulo, nem Pedro ou qualquer um dos apóstolos esconderiam do mundo, como não esconderam naqueles tempos, a ira e o juízo de Deus sobre o pecado e sobre os pecadores inconversos. E foi isso que prosseguiu dizendo o pregador convertido na estrada de Damasco, um pouco mais a frente em Romanos 1: 18 e 19: "Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou". Nem a hermenêutica, nem a boa exegese nos farão enxergar de outra forma o dever da igreja de profetizar com autoridade, de denunciar com veemência e de se contrapôr ao pecado!

Só podemos concluir seguramente que não devemos sentir medo, nem nos calarmos, mas falarmos como "disse o Senhor em visão, a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales" (Atos 18: 9). A igreja e seus pregadores não foram chamados para se tornarem ícones da simpatia, para agradarem ou para suavizarem a mensagem do evangelho. Os profetas de hoje são os pastores, os evangelistas e os pregadores do seio da igreja. Como os profetas do passado, precisam estar dispostos a morrerem pelo evangelho, se necessário for. Não se pode aceitar ou pensar que a igreja de Cristo deva ser insípida, deva perder ou abrir mão do seu poder de salgar o mundo! Isto é ser cristão. Ao pregador britânico Leonard Ravenhill, atribui-se a seguinte afirmação: "A pior coisa que pode acontecer a um pregador é ele se tornar cortês". Não tenho dúvida alguma disto e creio que os pregadores convictos de suas chamadas também não tenham. A igreja precisa exercer influência poderosa sobre o mundo, ou acabará inevitavelmente admitindo o que afirmou Charles Spurgeon, pregador batista reformado britânico que viveu de 1834 à 1892, tendo pregado seu primeiro sermão aos dezesseis anos de idade: "Sei porque a igreja tem pouca influência no mundo atualmente: é porque o mundo tem muita influência na igreja". Que Deus nos guarde dessa tragédia espiritual e que nos dê coragem e responsabilidade suficientes para sermos guardiões da ousadia e do evangelho que denuncia o pecado! A igreja deve ficar calada? Não! Jamais! Deve gritar o mais alto que puder o amor de Deus e seus juízos eternos.

Pastor Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

domingo, 15 de junho de 2014

CIVISMO SIM, CIVILIDADE, É CLARO; MAS BAIXARIA NÃO! Democracia limpa, é o caminho.



Não publicarei aqui os links com as filmagens nos estádios, exatamente por não concordar com as palavras utilizadas nos protestos. Civismo sim, civilidade, é claro, mas baixaria não! E normalmente, baixarias não são armas da elite. Mas a presidente (não existe PRESIDENTA na língua portuguesa, e quem sabe ler, possui cultura e conhece bem o nosso vernáculo, sabe disto), foi vaiada, hostilizada novamente, com as mesmas vaias da abertura da copa, em novo jogo na cidade de Cuiabá, estado do Mato Grosso. E, nas filmagens e no áudio, fica claro que foi um protesto, praticamente de todos os torcedores que estavam no estádio. Parece que a moda está mesmo pegando. O que mostra de forma clara a insatisfação popular dos eleitores, do povo, da sociedade, dos cidadão brasileiros com a presidente e seu governo. E ninguém pode enervar-se ou descontrolar-se emocionalmente em função do descontentamento popular. Trata-se de uma livre manifestação da democracia, embora, repito, não concordo com a utilização de palavras de baixo calão, grosserias e vulgaridades em geral. O que normalmente, não é coisa de elite. E não digam que apenas a elite está nos estádios. Reportagens e matérias televisivas mostraram que há dias antes da copa, e ainda mostram torcedores simples, humildes e trabalhadores comuns, que passaram meses economizando dinheiro para assistirem de três jogos da copa até mais! Até quando persistirão as vaias?!

E quanto aos partidários fanáticos que defendem o uso do termo "PRESIDENTA" em lugar de PRESIDENTE, aí vai uma explicação com os melhores especialistas no assunto... Veja o vídeo com Jô Soares:

 


Pr. Jesiel Freitas 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

ADULTÉRIO É PECADO GRAVE! GRAVE E CRUEL... E será julgado por DEUS!


"Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará".  (Hebreus 13: 4)


O adultério é a maior desgraça que pode ocorrer num matrimônio, afinal, o casamento é um pacto, uma aliança, um contrato de fidelidade. Este contrato é firmado diante dos familiares, dos convidados, da igreja e do ministro de Deus, mas, acima de qualquer coisa, é firmado diante de DEUS! O casamento é uma instituição divina e é abençoado como tal. É uma aliança inviolável, um pacto que não deve sob qualquer pretexto ser quebrado, um contrato que não pode ser desprezado por nenhuma das partes. Deve ser honrado, respeitado, santificado e cultivado. Toda e qualquer crise no matrimônio deve ser superada, vencida. Todos os erros podem e devem ser consertados e o casamento deve ser restaurado em todo o tempo, por mais desgastado que pareça. No entanto, isto depende das duas partes. Se uma delas negar-se a isto ou violar o pacto, é responsável pela dissolução de casamento e responderá por isto diante de Deus. O ato de adultério, deixa de ser simplesmente um ato e passa a ser um estado, se o adúltero não renunciar a prática e decidir continuar nela. Enquanto o cônjuge inocente, lesado ou ofendido viver, a parte que ocasionou a quebra do pacto continuará culpada e em estado de adultério, enquanto este último, biblicamente, é absolvido por Deus e fica livre de condenação, pois o SENHOR é justo e não condena inocentes. Adultério é PECADO! Prostituição é PECADO! E não há como mudar isto, pois é Palavra de DEUS! Aqueles que apoiam, praticam, consentem ou silenciam diante dele, tornam-se cúmplices e também responderão diante de DEUS (Romanos 1: 32). O assunto é muito sério, e deve ser observado atentamente, pois nos dias atuais o casamento, a fidelidade, a lealdade e o compromisso presentes nele, estão sendo banalizados. Os casais devem honrar o matrimônio, devem ser leais, devem ser fiéis e devem dedicar-se um ao outro. E não esqueçam: "aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará". Não há meio termo!

Pr. Jesiel Freitas 

terça-feira, 3 de junho de 2014

PERDÃO POR OBEDIÊNCIA, E NÃO POR OPÇÃO! Você tem facilidade para perdoar as pessoas?


Perdoar é uma das mais nobres atitudes humanas, mas a capacidade é recebida de DEUS, o primeiro a oferecer-nos eficazmente o seu perdão! O ato de perdoar não deve jamais depender somente de nossas emoções, mas especialmente da nossa obediência a DEUS, porque perdoar é mandamento bíblico e não mera opção pessoal. Na atitude de perdão a razão deve prevalecer em detrimento da emoção. Assista atentamente esta breve mensagem, compartilhe com seus amigos, indique, recomende e tenha sua fé edificada.

 

Veja outras mensagens em nosso canal do YOUTUBE e que sua vida seja abençoada!

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segunda-feira, 12 de maio de 2014

PODE UM CRENTE FIEL SOFRER PERDAS? O QUE DIZER DA PROVAÇÃO DE JÓ?

 Afinal, quem era Jó? O que houve com ele? E porquê?

Bem, o capítulo primeiro começa narrando o seguinte:  

"Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal".  (Jó 1:1)

Mais adiante, o SENHOR DEUS dá o seguinte testemunho de Jó, a Satanás:

"E disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal".
(Jó 1:8)

A seguir, você já sabe... Por razões não reveladas abertamente, DEUS permite que Satanás toque em Jó. E esta é a sequência:

1) Satanás tirou de Jó, todos os animais que ele possuía.
2) Satanás tirou de Jó, os seus filhos.

E ENTÃO, a única coisa que Jó declarou a respeito de DEUS foi esta:

"Então Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou. E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor. Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma".   (Jó 1:20-22)

E disse o SENHOR a Satanás: " E disse o Senhor a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal, e que ainda retém a sua sinceridade, havendo-me tu incitado contra ele, para o consumir sem causa".   (Jó 2:3)

E ENTÃO Satanás novamente desafia DEUS a respeito da fé que havia no coração de Jó, e DEUS permite que Satanás ainda toque em Jó, só não em sua vida. Continua... 

3) Satanás tocou a saúde de Jó e o feriu de uma chaga MALIGNA. (Jó era crente)
4) Jó ficou numa situação tão lastimável e aparentemente indigna, que se coçava com cacos de telhas.
5) Satanás tirou da mulher de Jó o juízo, a consciência pura, o temor a DEUS e o respeito que ela tinha pelo seu esposo.
6) Satanás usou a boca da mulher de Jó para sugerir a ele que cometesse suicídio
7) A mulher, dando lugar a Satanás, desafiou a fé do marido e agiu como uma louca. Perdeu a sanidade, enlouqueceu, mesmo tendo sido crente. Desviou-se e sugeriu ao marido que amaldiçoasse a DEUS.

E ENTÃO a única coisa que Jó declarou a respeito disto em relação a DEUS, foi:

"Porém ele lhe disse: Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios".  (Jó 2:10)

8) Mais tarde, os amigos de Jó, que deveriam confortá-lo, apoiá-lo, orar com ele, e ficarem ao seu lado, o acusaram de pecado, traíram a sua confiança e o desprezaram. Acusaram-no como o fez Satanás, e nisto, foram coniventes com Satanás, sem que soubessem.
9) A atitude dos seus amigos, foi a escolha do julgamento precipitado. Erraram tanto quanto sua esposa, e, como já declarado, fizeram como o diabo havia feito.

E, NÃO ESQUEÇAMOS: Jó era crente e BEM CRENTE!

Ao final, seus amigos dependeram de sua oração para serem abençoados. Após DEUS permitir que tudo isto fosse tirado de Jó, abençoou o seu último estado muito mais que o primeiro. Tudo o que DEUS deu a Jó depois, era muito melhor que o que ele tinha antes. Não se sabe quanto tempo demorou, mas DEUS o fez!

"E assim abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o primeiro;"  (Jó 42:12)

MAIS UMA VEZ: Jó era crente, e BEM CRENTE!


Porque DEUS permitiu tudo isto na vida de Jó? Só a eternidade revelará!

MORAL DA HISTÓRIA: Não julgue um crente sincero durante sua provação. Você não sabe quais são os reais propósitos de DEUS no processo. Não condene, não acuse, não seja conivente com os que acusam, e preste atenção nos frutos e ações gerais dos acusadores e nos frutos, na postura e nas ações do acusado! Espere. Você terá muito o que aprender!

Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar 
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