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quarta-feira, 8 de julho de 2015

A MENTIRA DO PRECONCEITO DOS EVANGÉLICOS


Uma falácia criada pelos ímpios e alimentada pelos teólogos liberais



Não é estranho que os cristãos sejam rotulados de preconceituosos pelo mundo. Não é novo, não é admirável e não é anormal. Os ímpios nunca aplaudiram os crentes e nunca aplaudirão, aliás, os crentes incomodam e muito os incrédulos. E isto acontece porque a mensagem que os crentes pregam julga a consciência, o comportamento e as práticas pecaminosas dos homens e mulheres distanciados de Deus. O que é estranho e fora de padrão é que um determinado segmento evangélico acuse os próprios evangélicos de praticarem o preconceito apenas porque pregam contra o pecado. Os liberais verberam aos quatro ventos que nossa mensagem deve ser carregada apenas do amor de Deus para com os homens já que vivemos no tempo da graça. E encontram seus discípulos e admiradores em nosso meio. Não é difícil, afinal, em muitos altares andamos pobres de conhecimento, de Bíblia e de mensagem cristocêntrica de fato. Se surpreendidos em um momento qualquer, sem que haja reflexão saudável sobre os ensinamentos de Cristo, não é difícil que passemos a nos questionar e até nos culparmos pelo deslize do preconceito. Mas, será que realmente praticamos o preconceito? Somos intolerantes com os pecadores ou somos intolerantes com o pecado? Consideremos o significado da palavra "preconceito", que vem do latim praeconceptu.

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa = Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial. Opinião desfavorável que não é baseada em fatos objetivos (intolerância). Estado de abusão, de cegueira moral. Superstição. 

Dicionário Michaelis da Língua Portuguesa = Conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados. Opinião ou sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão. Atitude emocionalmente condicionada, baseada em crença, opinião ou generalização, determinando simpatia ou antipatia para com indivíduos ou grupos.

Etimologicamente, de acordo com "A vida íntima das palavras" de Deonísio da Silva (Editora ARX, 2012), preconceito é o que é "concebido ou gerado antes, obtido antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo. Diz-se do juízo sem base, exarado a partir de intolerâncias prévias". 


Bem, é suficiente para percebermos que os cristãos, especialmente os evangélicos, não são preconceituosos e portanto, não motivam ou semeiam o preconceito. Mesmo assim, os teólogos liberais infiltrados no movimento evangélico e oriundos de seminários e escolas teológicas por todo o país, ao relativizarem as escrituras e a moral dela procedente, concluem e propagam que somos preconceituosos. Para os liberais tanto quanto para os adeptos da predestinação e da salvação incondicional, basta crer em Cristo e declará-lo que independentemente de suas práticas morais e religiosas, você estará salvo. É um erro fatal. Tem matado a fé nos corações de milhares de pessoas, confundido cristãos até bem intencionados por todos os lugares e exterminado igrejas inteiras na Europa, na América Central e agora, no Brasil. Para os liberais, a Bíblia não é integralmente digna de credibilidade ou literalidade nos livros históricos e nos apontamentos doutrinários. Em consequência, concluem que a graça justifica tudo, que o juízo divino deve ser descartado e portanto, ficar fora de nossas mensagens e que somente o amor de Deus deve ser apresentado à humanidade. Apontar pecados, denunciar a iniquidade e confrontar o pecador e suas impiedades com a Palavra de Deus é um erro, segundo os teólogos liberais. 

Equivocados e petulantes, postulam que pregamos a intolerância e disseminamos o preconceito por todos os lugares. Acusam-nos de legalistas, de fundamentalistas e de vazios de amor para com os pecadores sem Deus. Então, é importante esclarecer responsavelmente o seguinte: não somos preconceituosos nem plantamos o preconceito. Se preconceito é "ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial" ou "conhecimento ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados" ou ainda o que é "concebido ou gerado antes, obtidos antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo", logo, seguramente, não é o que fazemos. Se pregamos contra o pecado, o fazemos com base segura na Bíblia Sagrada, sem pífias interpretações, sem maquiagem do sagrado e sem fugirmos da verdade que somente a graça pode libertar o homem da escravidão da iniquidade e reconciliá-lo com Deus. Desde quando pregar contra a prostituição é preconceito? Quando tornou-se preconceito pregar contra a mentira, contra o roubo, contra a inveja, contra o homicídio, contra a corrupção, contra o adultério, contra o homossexualismo, contra a adivinhação, contra a feitiçaria, contra a idolatria em todas as suas formas, contra o satanismo ou contra a invocação aos demônios? Somos preconceituosos quando apresentamos a mensagem que aponta o pecado e mostra ao pecador o caminho da libertação e da salvação? De forma alguma! O que anunciamos não é preconceito e sim CONCEITO. Não é sem base, não é sem conhecimento adequado, não é concebido ou gerado antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo e não é sem fundamento sério. Pregamos a Cristo e Cristo liberta.

Falta de amor é não apontar o pecado, é não mostrá-lo como destrutivo aos homens e negar-se a anunciar a salvação em Cristo e o juízo divino ao mundo. Afinal, que bíblia estão lendo os que nos acusam em nosso próprio convívio? Onde encontraram esta falsa liberdade que faculta a todos a permanência numa vida descomprometida com Deus e com os seus valores?

Há poucos dias, vi um desses liberais publicando em seus perfis e páginas virtuais elogios recebidos de pessoas de vários segmentos por sua postura "amorosa" para com os pecadores e para com o pecado. Expressões de gratidão, reconhecimento pela sua tolerância e simpatia por sua postura politicamente correta. Jactava-se de cultivar e alimentar a solidariedade dessas pessoas pela sua heroica postura contra os evangélicos, seus próprios irmãos, e defender os "pobres perseguidos" pelo "preconceito evangélico". E aí, pergunto: desde quando faz parte do evangelho preocupar-se com a simpatia dos que afrontam a Deus com seus pecados e sua dura cerviz diante da mensagem libertadora de Cristo? É verdade que Jesus sempre deixou os pecadores à vontade com suas rebeldias e afrontas ao evangelho? De modo algum! À mulher adúltera ele disse: "vai e não peques mais"(João 8: 11); ao jovem rico e apegado aos bens, desafiou: "Vai, vendo tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me" (Marcos 10: 21) e aos discípulos disse: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me" (Mateus 16: 24). Não é porque ele se assentava à mesa com rejeitados pela sociedade, porque permitia que as prostitutas, os cobradores impiedosos de impostos e toda sorte de gente se aproximasse dele, que não lhes apontava o pecado e suas consequências. Sempre foi assim entre religiosos e não religiosos. Ele disse: "Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á" (Mateus 16: 25).

Se o mundo nos admira, se está satisfeito com nossa postura, se não se sente nem um pouco incomodado com a mensagem que pregamos, então o que estamos de fato pregando? O evangelho realmente deve ser pregado de maneira que não confronte o mundo com seus pecados? Como fazer isto quando "Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno" (I João 5: 19) ou como fazer isto sem atrair o ódio do mundo contra nós, quando o próprio Senhor Jesus disse: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia" (João 15: 18,19). E ainda: "Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não tem desculpa do seu pecado. Quem me odeia odeia também a meu Pai. Se eu não tivesse feito entre eles tais obras, quais nenhum outro fez, pecado não teriam; mas, agora, não somente tem eles visto, mas também odiado, tanto a mim como a meu Pai" (João 15: 22-24).

Então, concluímos: a acusação de que há preconceito praticado pelos evangélicos é MENTIRA! Não há preconceito algum. Realmente amamos os pecadores, os recebemos a qualquer tempo, vamos até eles o tempo todo, lhes oferecemos o evangelho, lhes revelamos Cristo pela pregação e os alertamos do juízo vindouro inevitável. É fato! Pregar contra o pecado e seus malefícios, não é preconceito, é conceito bíblico divino! Finalmente, cumpramos integralmente a ordem do Senhor Jesus: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar TODAS as coisas que vos tenho ordenado" -grifo meu - (Mateus 28: 19,20).

Sem preconceito, apenas conceito. Tolerantes com o pecador e intolerantes com o pecado.


Pastor Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

2 comentários:

  1. Excelente matéria!

    Definida plenamente sem nenhum preconceito.

    Definida plenamente com total CONCEITO.

    Dou graças a Deus, por sua vida. Dou graças a Deus por homens, como o amado, que não se possibilita em sua decisão, o medo pela irresponsabilidade em se manter calado, ou manter-se em silêncio. Mas a decisão pela responsabilidade em ATALAIAR e não se preocupar com pedradas.

    Esta atitude nos faz mais fortes. Bom demais, saber que a verdadeira Igreja segue caminhando.

    O Senhor seja contigo nobre pastor,

    O menor dos teus irmãos

    ResponderExcluir
  2. Para ampliar esta multifacetada discussão sugiro:
    http://saudepublicada.sul21.com.br/2015/07/06/homossexualidade-religiao-psiquiatria-uma-evolucao-7/

    ResponderExcluir

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