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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

PASTORADO - UM TRABALHO ÁRDUO E DIGNO





A DIFÍCIL MISSÃO DO PASTOR


"E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também".

(João 5:17)


● PASTORADO - UM TRABALHO ÁRDUO E DIGNO

O Senhor JESUS estava recebendo pesadas críticas, simplesmente por haver curado um paralítico no sábado. O homem estava nessa condição há 38 anos e esperava pelo milagre à beira do Tanque de Betesda! Ninguém sequer mensurou a alegria do homem, nem foi digno de um gesto de gratidão para com o mestre. Eles não quiseram demonstrar alegria pelo milagre, tampouco focarem suas atenções na unção que estava sobre ELE. Só tinham dois propósitos: reprová-lo e criticá-lo publicamente. Estamos falando do bom pastor, do sumo pastor! Se não se agradaram DELE, imaginem de nós, os pastores da atualidade. O mestre não perdeu tempo discutindo com eles; apenas deu uma resposta enfática, direta e autêntica: "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também".

Então, o primeiro ensino do mestres dos mestres aqui é: cumprir a missão do evangelho, pregar, pastorear e ensinar é TRABALHO! Labutar no reino de DEUS é trabalhar dignamente, porém, é árduo. Há quem não considere o ofício pastoral um trabalho; um erro grosseiro! Pastorear é trabalho duro, um dos mais desgastantes do planeta, segundo a ciência. Obreiros que exercem o ministério pastoral de forma integral e com seriedade, são literalmente desgastados pela dureza da missão! Vejam a expressão usada pelo apóstolo Paulo: "Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado" (2 Coríntios 12.15). Define bem o caráter do ministério no âmbito humano: DESGASTANTE!

É bom saber que é o SENHOR JESUS quem dá pastores à igreja, conforme Efésios 4.11: "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores"... O próprio DEUS, já no Antigo Testamento, ainda antes da fundação da igreja na linha do tempo, disse: " E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com ciência e com inteligência" (Jeremias 3.15).

Desprezar um pastor autêntico é desprezar uma dádiva de DEUS, um presente dos céus; é desonrar um guia dado por DEUS. É desonrar o próprio DEUS que o deu! O PASTOR chamado genuinamente por DEUS para o trabalho em tempo integral na sua obra, jamais deve sentir-se indigno de viver humildemente do altar, nem resistir a isso. Ele precisa ter tempo para atender as pessoas, para ouví-las, para lhes oferecer orientação e conselho, para orar, para ler a Bíblia e estudá-la com afinco, para cuidar da igreja e para preparar-se para o púlpito. Nem todos têm esse chamado, mas, aquele que o tem, precisa honrá-lo e é digno que seja honrado por todos! O verdadeiro pastor deve ser:

1. Digno do seu salário -  "Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário" (1 Timóteo 5.17,18).

2. Digno de comer do altar, de viver do evangelho - "Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho" (1 Coríntios 9.13,14).

3. Digno de duplicada honra - Ou seja, duas vezes mais honrados que os outros, o que estabelece hierarquia e honra no corpo eclesiástico: "Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina" (1 Timóteo 5:17).

4. Digno de ser obedecido como autoridade espiritual na igreja - "Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil" (Hebreus 13.7).

5. Digno de sempre ser lembrado pelos crentes - "Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus" (Hebreus 13.7a).

6. Dignos de serem imitados em sua fé - "a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver" (Hebreus 13.7b).

7. Dignos de comunicarem suas necessidades sem qualquer constrangimento - "E não vos esqueçais da beneficência e comunicação, porque com tais sacrifícios Deus se agrada" (Hebreus 13.16).

8. Dignos de receberem semeadura material em suas vidas, pelo fato de semearem e repartirem as coisas espirituais (de maior valor) com os crentes - "Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?" (1 Coríntios 9.11).

É provado cientificamente que o ofício pastoral é um dos mais solitários, desgastantes e incompreendidos ofícios do mundo! Aliás, não são poucos os pastores que sucumbem à depressão e às doenças ou intempéries emocionais. Cumpre-se a Bíblia: O fazem gemendo e muitos perdem a alegria em fazê-lo!

CONCLUSÃO: A igreja, indistintamente, deve compreender que a missão do pastor é um TRABALHO. Deve compreender também que é um TRABALHO DIGNO! E, por consequência, deve entender que o pastor deve ser reconhecido por isso. É bíblico, doutrinário, apostólico, divino, justo e honesto! Quem assim não reconhece, despreza as escrituras sagradas em suas orientações e normativas sobre o tema e cria obstáculos amparados, na maioria das vezes, pela avareza, pela incredulidade e pela carnalidade. É fato que nem todos são chamados para esta sublime missão em tempo integral, mas, os que são, devem ser reconhecidos. Ninguém deve ser mercenário, nem charlatão, nem ter a ambição de enriquecer às custas do altar, mas, se é chamado, deve compreender a dignidade em viver dele. Aliás, o próprio Senhor JESUS, autor do texto da nossa reflexão, tinha seu ministério sustentado por mulheres voluntárias: "e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com suas fazendas" (Lucas 8.2,3).

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

DÍZIMO - SEMEADURA DE FÉ, OBEDIÊNCIA E FIDELIDADE


A colheita do dízimo é precisa; uma promessa infalível.


"Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas" (Mateus 23: 23).


Dízimo envolve tudo o que você tem de receita e, claro, envolve dinheiro. Você não recebe seu pagamento em alimentos, você recebe em dinheiro. Dízimo não é nem da lei, nem da graça, é antes dos dois. Dízimo é gratidão e obediência. É mensal... nos tempos bíblicos era anual, porque as colheitas eram anuais. Também por isso eram em forma de cereais, alimentos ou animais. É de suas receitas regulares. É bíblico e regulamentado também no NOVO TESTAMENTO pelo próprio SENHOR JESUS. Normalmente, as pessoas que pregam contra o dízimo são infiéis, avarentas, ingratas, murmuradoras e insatisfeitas. Vão ao templo, sentam-se em cadeiras confortáveis, tomam água gelada no bebedouro, usufruem do som e da energia elétrica do templo, ouvem a Palavra, querem cuidado pastoral constante, cobram muito do pastor, querem ventiladores ou ar-condicionado, mas não querem contribuir para ter tudo isso. Acham que um templo é mantido magicamente, só pela fé e sem necessidade de dinheiro. 

Querem um pastor à disposição, mas acham que ele não come, não bebe, não dorme e não tem necessidades com a sua família. Deviam saber que se não são fiéis nos dízimos e nas ofertas, não tem direito a nada disso. É como morar na casa dos pais a vida inteira, homem barbado, e não ajudar com nada. Quem não trabalha, não come. Recorrem à figura do sacerdote do Antigo Testamento, mas não sabem que ele e sua família viviam vinte e quatro horas a serviço do templo e do povo e era sustentado pelos dízimos. A razão disto é que são desobedientes, ingratos e avarentos! E a palavra dízimo nos originais, quer dizer: DÉCIMA PARTE, ou DEZ POR CENTO. Todos os que apregoam contra o dízimo são egoístas, descrentes e avarentos. É um caminho pelo qual nenhum crente genuíno em JESUS CRISTO deve entrar.


Pr. Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

quarta-feira, 19 de julho de 2017

PARTE PARA A ETERNIDADE O PASTOR ANTONIO MUNHOZ


Após mais de trinta anos atuando como presidente da Assembléia de Deus, Ministério do Belém no Campo de Americana, estado de São Paulo, partiu para a eternidade nessa terça-feira, aos 88 anos de idade, o Pastor Antonio Munhoz. Com uma história exemplar na plantação de igrejas, no empreendimento missionário e na formação de obreiros, Pr. Munhoz deixa um legado fantástico e uma multidão de corações tristes pela sua despedida temporária. Jubilado no último mês de janeiro, foi sucedido pelo seu filho, Pr. Cláudio Munhoz, que até então presidia o campo da AD Belém na cidade de Araraquara, estado de São Paulo. Com problemas de saúde desde o ano passado, Pr. Munhoz estava internado na última semana, na UTI do Hospital da Unimed em Americana, após participar do seu último culto de ceia do Senhor com a igreja há duas semanas. Seu velório está acontecendo no templo central da AD Belém de Americana, no Bairro Cordenunci, onde neste momento acontece o culto fúnebre e seu sepultamento ocorrerá por volta das 15 horas de hoje. Como obreiro, tive minha formação com o Pr. Antonio Munhoz, por quem fui indicado e ordenado ministro no Belenzinho em São Paulo, no ano de 1998. Desde então, servi por cerca de 16 anos consecutivos como pastor em suas igrejas o auxiliando também no trabalho missionário e em escolas teológicas do campo, como professor. Sempre foi da minha intimidade doméstica, do convívio familiar. Fizemos inúmeras viagens juntos e desfrutamos de comunhão e companheirismo durante todos esses anos. Meu coração se entristece pela separação, mas é confortado com a certeza de que nos reencontraremos em breve na glória eterna de CRISTO.

Acima, Formatura do Curso Superior de Teologia. Nas duas fotos abaixo, ministrando no Templo sede com o Pr. Munhoz.

Início do meu ministério em 1998 com o Pr. Antonio Munhoz em Itajobi, SP.



Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 12 de maio de 2016

ASSISTA: Pr. Jesiel Freitas - Gideões 2016



Mensagem ministrada no Ginásio em Camboriú/SC, por ocasião do 34º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora, no última dia 02 de Maio de 2016.


sábado, 30 de abril de 2016

GIDEÕES 2016 - PR. JESIEL FREITAS MINISTRARÁ NESTA SEGUNDA-FEIRA PELA MANHÃ


Nesta segunda-feira, dia 02 de maio, no período da manhã, o Pr. Jesiel Freitas estará ministrando no 34º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora em Camboriú, estado de Santa Catarina. Sua ministração está programada para ser a segunda da manhã. O culto terá transmissão ao vivo pela internet para centenas de países do mundo. Contamos com sua intercessão e sua presença no Ginásio, se estiver em Camboriú. Veja o vídeo:



Ministério Palavra no Altar


quarta-feira, 6 de abril de 2016

PR. JESIEL FREITAS SERÁ UM DOS PRELETORES DOS GIDEÕES 2016


No próximo dia 23 de abril, terá início o 34º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última hora. Serão dez dias de evento, até o dia 03 de Maio, onde centenas de pregadores e cantores ministrarão mensagens abordando o tema "missões" e louvarão ao SENHOR. Milhares de pessoas de diversas partes do país e do exterior participam do evento todos os anos tornando a cidade de Camboriú, no estado de Santa Catarina, povoada por visitantes que invadem ruas, hotéis, ginásios e casas. Moradores da cidade chegam a deixar suas casas, viajando para outras cidades, enquanto alugam-nas para os turistas. O tema do evento este ano será: "Gideões, um grande clamor já se escuta dos quatro cantos da terra. Nossa hora chegou, avançai!". Entre as centenas de preletores convidados, está o Pr. Jesiel Freitas que este ano teve a honra de ser incluído na lista dos pregadores do evento. A AD Palavra no Altar, igreja presidida por ele, está intercedendo a favor do Congresso. Abaixo, segue a lista dos pregadores dos Gideões em 2016:

  • Pr. Nilton dos Santos – SC (Vice-Presidente da CIADESCP)
  • Pr. Sergio Melfior – SC (Secretario da CIADESCP)
  • Pr. Napoleão Falcão – PB
  • Pr. Gilvan Rodrigues – PB
  • Pr. Gilmar Santos – GO
  • Pr. Jander Magalhães – MG
  • Pr. Alex Gonçalves – RJ
  • Pr. Carvalho Junior – SP
  • Pr. Paulo Marcelo – PR
  • Ap. Rogrido Salgado – SP
  • Pr. Marco Feliciano – SP
  • Pr. Samuel Mariano – PE
  • Pr. Augusto Medeiros - BA
  • Pr. Leandro Correa – RS
  • Pr. Elias Torralbo – RJ
  • Pr. Átila Brandão – BA
  • Pr. Moisés Martins – SC
  • Pr. Heliton Meneses - GO
  • Pr. Nielsen Gonsalves - PR
  • Pr. Obadias Benones – SC
  • Pr. Alexandre de Bem – SC
  • Pr. Claudio Luz – SC
  • Pr. Lorinaldo Miranda - PR
  • Pr. Elias Vieira – PR
  • Pr. Junior – USA
  • Pr. Alexandre Marinho – RJ
  • Pr. Rafael Pereira – MG
  • Pr. Nerildo Accioly – SP
  • Ap. Luiz Henrique – CE
  • Pr. Fábio Gardiolli – SC
  • Pr. Samuel Aguiar – ES
  • Pr. Wagner Costa – Canadá
  • Missª. Aparecida Borges - RN
  • Pr. Vagner Lisboa – PR
  • Pr. Jesiel Freitas – SP ***
  • Pr. Robson Alencar – RJ
  • Pr. Gimar Santana – RJ
  • Missª. Sara Pavasse – SC
  • Pr. Junior Trovão – RJ
  • Pr. Bruno Hassan – RJ
  • Pr. Jaime Rosa – PR
  • Pr. José Santana - BA
  • Pr. Fernando Peters – USA
  • Pr. Senair Rodrigues - SC
  • Pr. Dione Santos – RJ
  • Pr. Lucas Lima – SP
  • Pr. Paulo Moura – SP
  • Pr. Paulo Ribeiro – SC
  • Pr. Marcelo Faria – SP
  • Pr. Renato Quadrelli – SP
  • Pr. Mauricio Maciel – SC
  • Pr. Julio Ribeiro - SP
  • Pr. Fabio Roberto – RJ
  • Pr. Wellington Reis – USA
  • Pr. Adriano Ribeiro – Nova York, USA
  • Pr. Adão Santos – CE
  • Pr. Kerllen Moretti - ES
  • Pr. Divoncir de Jesus – USA
  • Pr. Elizeu Rodrigues – GO
  • Pr. Mizael Santana – BA
  • Pr. Alison Bernardino – SC
  • Pr. Oseias Gomes – PR
  • Pr. Angelo Galvão – SP
  • Pr. Fernando Pires – RS
  • Pr. Wanderlei Carceliano – SP
  • Pr. Joel Magalhães – MT
  • Pr. Diego Pilegi – MS
  • Pr. Josué Bayer – USA
  • Pr. Manoel de Brito – PB
  • Pr. Sandro Santos – Áustria
  • Pr. Jiovane Santos - TO
  • Pr. Lucier de Freitas - Camboriú, SC
  • Pr. Petronio Coutinho – SP
  • Pr. Leonardo Mercier – ES
  • Pr. Wilton Marques - PA
  • Pr. Samuel Gonçalves - RJ
  • Pr. Anselmo Dantas – SP
  • Pr. Arle Santos – MG
  • Pr. Anderson Rodrigues - PA
  • Pr. Raimundo Nonato – Camboriú, SC
  • Pr. Hidekazu Takayama
  • Pr. Carlos Eduardo – SP
  • Pr. Samuel Bettencourt – PA
  • Conf. Nayllan Eleres – PA
  • Pr. Anderson Silva – SP
  • Pr. Samuel Costa – ES
  • Pr. Ivo Rodrigues - GO
  • Pr. Carlos Cardozo – ES
  • Pr. Romildo A. de Azevedo – RO
  • Pr. Salatiel Pontes – PA
  • Pr. Marcos Melo – PA
  • Pr. Antonio Moura – SP
  • Pr. Cleverson Lacerda – SP
  • Pr. Fernado TremeTreme – SP
  • Pr. Eduardo Silva – SP
  • Pr. Ayume Nascimento – PB
  • Pr. Clebson Bandeira – MA
  • Pr. Julio Cesar – RJ
  • Pr. Osvaldo Morales – RJ
  • Pr. Valmir Carvalho - SP
  • Pr. Abílio Santana – BA
  • Pr. Joselio Souza - RN
  • Pr. Tiago Gonçalves - SP
  • Pr. Emerson Magno – MG
  • Pr. Wollace Atribanny – SC
  • Pr. Welligton Vidal - GO
  • Pr. Carlos de Jesus – GO
  • Pr. Joel Silva – SP
  • Pr. Everaldo Senna – SP
  • Pr. Edilson Neves - SP
  • Pr. Gilmar Senes – SC
  • Pr. Haroldo Paiva - CE
  • Pr. Milton Rufino – SP
  • Pr. Rafael Faustino - RJ
  • Pr. Erinaldo Golveia – SP
  • Pr. Yossef Akiva – SP
  • Pr. Eliezer Borges – SP
  • Pr. Rogerio Barros – RJ
  • Pr. Anderson Predes – RN
  • Conf. Rodrigo Lazarotto - Camboriú, SC
  • Pr. Valter Silva – SP
  • Pr. Fabio Cruz - PA
  • Pr. Ricardo Italo – SP
  • Pr. Jeferson Ribeiro - SP
  • Pr. Ademilson – ES
  • Pr. Alexandre Brito – SP
  • Pr. Marcos Ramos – Italia
  • Pr. Davi Feitosa – BA
  • Pr. Oseias Estevam – SP
  • Pr. Isaias Almeida – RS
  • Pr. Sergio Junior – Suiça
  • Pr. Ismael Moraes – PR
  • Conf. Erick Pires – GO

O Pr. Jesiel Freitas e o Ministério Palavra no Altar, contam com suas orações.

Ministério Palavra no Altar
Equipe de Intercessão

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

GRATIDÃO A DEUS PELA SUA MISERICÓRDIA E CUIDADO!



Eu, minha esposa Luciana de Freitas e o Ministério Palavra no Altar, agradecemos a todos os amigos e pastores que abriram as portas de suas igrejas e nos convidaram para ministrar em 2015. Nosso muito obrigado! A DEUS toda glória! Estamos prontos para servir a DEUS e para servi-los em 2016.

Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar 

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A MENTIRA DO PRECONCEITO DOS EVANGÉLICOS


Uma falácia criada pelos ímpios e alimentada pelos teólogos liberais



Não é estranho que os cristãos sejam rotulados de preconceituosos pelo mundo. Não é novo, não é admirável e não é anormal. Os ímpios nunca aplaudiram os crentes e nunca aplaudirão, aliás, os crentes incomodam e muito os incrédulos. E isto acontece porque a mensagem que os crentes pregam julga a consciência, o comportamento e as práticas pecaminosas dos homens e mulheres distanciados de Deus. O que é estranho e fora de padrão é que um determinado segmento evangélico acuse os próprios evangélicos de praticarem o preconceito apenas porque pregam contra o pecado. Os liberais verberam aos quatro ventos que nossa mensagem deve ser carregada apenas do amor de Deus para com os homens já que vivemos no tempo da graça. E encontram seus discípulos e admiradores em nosso meio. Não é difícil, afinal, em muitos altares andamos pobres de conhecimento, de Bíblia e de mensagem cristocêntrica de fato. Se surpreendidos em um momento qualquer, sem que haja reflexão saudável sobre os ensinamentos de Cristo, não é difícil que passemos a nos questionar e até nos culparmos pelo deslize do preconceito. Mas, será que realmente praticamos o preconceito? Somos intolerantes com os pecadores ou somos intolerantes com o pecado? Consideremos o significado da palavra "preconceito", que vem do latim praeconceptu.

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa = Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial. Opinião desfavorável que não é baseada em fatos objetivos (intolerância). Estado de abusão, de cegueira moral. Superstição. 

Dicionário Michaelis da Língua Portuguesa = Conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados. Opinião ou sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão. Atitude emocionalmente condicionada, baseada em crença, opinião ou generalização, determinando simpatia ou antipatia para com indivíduos ou grupos.

Etimologicamente, de acordo com "A vida íntima das palavras" de Deonísio da Silva (Editora ARX, 2012), preconceito é o que é "concebido ou gerado antes, obtido antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo. Diz-se do juízo sem base, exarado a partir de intolerâncias prévias". 


Bem, é suficiente para percebermos que os cristãos, especialmente os evangélicos, não são preconceituosos e portanto, não motivam ou semeiam o preconceito. Mesmo assim, os teólogos liberais infiltrados no movimento evangélico e oriundos de seminários e escolas teológicas por todo o país, ao relativizarem as escrituras e a moral dela procedente, concluem e propagam que somos preconceituosos. Para os liberais tanto quanto para os adeptos da predestinação e da salvação incondicional, basta crer em Cristo e declará-lo que independentemente de suas práticas morais e religiosas, você estará salvo. É um erro fatal. Tem matado a fé nos corações de milhares de pessoas, confundido cristãos até bem intencionados por todos os lugares e exterminado igrejas inteiras na Europa, na América Central e agora, no Brasil. Para os liberais, a Bíblia não é integralmente digna de credibilidade ou literalidade nos livros históricos e nos apontamentos doutrinários. Em consequência, concluem que a graça justifica tudo, que o juízo divino deve ser descartado e portanto, ficar fora de nossas mensagens e que somente o amor de Deus deve ser apresentado à humanidade. Apontar pecados, denunciar a iniquidade e confrontar o pecador e suas impiedades com a Palavra de Deus é um erro, segundo os teólogos liberais. 

Equivocados e petulantes, postulam que pregamos a intolerância e disseminamos o preconceito por todos os lugares. Acusam-nos de legalistas, de fundamentalistas e de vazios de amor para com os pecadores sem Deus. Então, é importante esclarecer responsavelmente o seguinte: não somos preconceituosos nem plantamos o preconceito. Se preconceito é "ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial" ou "conhecimento ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados" ou ainda o que é "concebido ou gerado antes, obtidos antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo", logo, seguramente, não é o que fazemos. Se pregamos contra o pecado, o fazemos com base segura na Bíblia Sagrada, sem pífias interpretações, sem maquiagem do sagrado e sem fugirmos da verdade que somente a graça pode libertar o homem da escravidão da iniquidade e reconciliá-lo com Deus. Desde quando pregar contra a prostituição é preconceito? Quando tornou-se preconceito pregar contra a mentira, contra o roubo, contra a inveja, contra o homicídio, contra a corrupção, contra o adultério, contra o homossexualismo, contra a adivinhação, contra a feitiçaria, contra a idolatria em todas as suas formas, contra o satanismo ou contra a invocação aos demônios? Somos preconceituosos quando apresentamos a mensagem que aponta o pecado e mostra ao pecador o caminho da libertação e da salvação? De forma alguma! O que anunciamos não é preconceito e sim CONCEITO. Não é sem base, não é sem conhecimento adequado, não é concebido ou gerado antes do conhecimento de fatos que podem contestá-lo e não é sem fundamento sério. Pregamos a Cristo e Cristo liberta.

Falta de amor é não apontar o pecado, é não mostrá-lo como destrutivo aos homens e negar-se a anunciar a salvação em Cristo e o juízo divino ao mundo. Afinal, que bíblia estão lendo os que nos acusam em nosso próprio convívio? Onde encontraram esta falsa liberdade que faculta a todos a permanência numa vida descomprometida com Deus e com os seus valores?

Há poucos dias, vi um desses liberais publicando em seus perfis e páginas virtuais elogios recebidos de pessoas de vários segmentos por sua postura "amorosa" para com os pecadores e para com o pecado. Expressões de gratidão, reconhecimento pela sua tolerância e simpatia por sua postura politicamente correta. Jactava-se de cultivar e alimentar a solidariedade dessas pessoas pela sua heroica postura contra os evangélicos, seus próprios irmãos, e defender os "pobres perseguidos" pelo "preconceito evangélico". E aí, pergunto: desde quando faz parte do evangelho preocupar-se com a simpatia dos que afrontam a Deus com seus pecados e sua dura cerviz diante da mensagem libertadora de Cristo? É verdade que Jesus sempre deixou os pecadores à vontade com suas rebeldias e afrontas ao evangelho? De modo algum! À mulher adúltera ele disse: "vai e não peques mais"(João 8: 11); ao jovem rico e apegado aos bens, desafiou: "Vai, vendo tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me" (Marcos 10: 21) e aos discípulos disse: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me" (Mateus 16: 24). Não é porque ele se assentava à mesa com rejeitados pela sociedade, porque permitia que as prostitutas, os cobradores impiedosos de impostos e toda sorte de gente se aproximasse dele, que não lhes apontava o pecado e suas consequências. Sempre foi assim entre religiosos e não religiosos. Ele disse: "Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á" (Mateus 16: 25).

Se o mundo nos admira, se está satisfeito com nossa postura, se não se sente nem um pouco incomodado com a mensagem que pregamos, então o que estamos de fato pregando? O evangelho realmente deve ser pregado de maneira que não confronte o mundo com seus pecados? Como fazer isto quando "Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno" (I João 5: 19) ou como fazer isto sem atrair o ódio do mundo contra nós, quando o próprio Senhor Jesus disse: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia" (João 15: 18,19). E ainda: "Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não tem desculpa do seu pecado. Quem me odeia odeia também a meu Pai. Se eu não tivesse feito entre eles tais obras, quais nenhum outro fez, pecado não teriam; mas, agora, não somente tem eles visto, mas também odiado, tanto a mim como a meu Pai" (João 15: 22-24).

Então, concluímos: a acusação de que há preconceito praticado pelos evangélicos é MENTIRA! Não há preconceito algum. Realmente amamos os pecadores, os recebemos a qualquer tempo, vamos até eles o tempo todo, lhes oferecemos o evangelho, lhes revelamos Cristo pela pregação e os alertamos do juízo vindouro inevitável. É fato! Pregar contra o pecado e seus malefícios, não é preconceito, é conceito bíblico divino! Finalmente, cumpramos integralmente a ordem do Senhor Jesus: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar TODAS as coisas que vos tenho ordenado" -grifo meu - (Mateus 28: 19,20).

Sem preconceito, apenas conceito. Tolerantes com o pecador e intolerantes com o pecado.


Pastor Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

quinta-feira, 18 de junho de 2015

A FALSA MODERNA GUERRA SANTA DOS EVANGÉLICOS - É coisa nova mesmo?


É possível anunciar um evangelho que não provoque dissensão?


Em algum lugar, li um artigo de certo apologista e pastor, acusando os evangélicos de estarem promovendo uma "guerra santa" no país ou, pelo menos, contribuindo para que ela aconteça. Chega a fazer entender que somos vândalos tentando promover um incêndio. Para o religioso, os materiais para a combustão que deflagraria o desastre seriam nossa "intolerância" e nosso "preconceito" em relação aos pecados que ele tolera e relativiza. Como num lampejo no céu que prepara-se para a chuva, veio ao meu pensamento uma porção bíblica que imediatamente instalou-se em meu coração. Ela narra as palavras do Senhor Jesus. É a seguinte:

"Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder. Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize! Supondes que vim dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão. Porque, daqui em diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra." (Lucas 12: 49-53)

Somente nessa porção bíblica, é possível perceber uma série de equívocos do caro ministro evangélico defensor dos pecadores resignados e inconversos. Passo a pontuar alguns que considero de fundamental relevância:

1) O incêndio foi deflagrado há dois mil anos -Nesse caso os evangélicos atuais não estão inaugurando nenhum novo tempo, nem são detentores da autoria do tal incêndio. É o primeiro equívoco do ávido defensor do silêncio da igreja. Foi o Senhor Jesus quem disse: "Eu vim lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder". Ele falava de uma nova era de relacionamento com Deus, de um novo tempo de purificação, de um estado de santificação que seria estabelecido através de sua morte vicária. O que ele estava revelando era que o Espírito Santo, a partir daquele período, estaria presente no homem para promover o convencimento do pecado, levá-lo ao arrependimento (abandono do erro), à confissão, ao perdão e a um estado de permanente comunhão com o Pai através da graça e de uma vida santificada por ela. Quando diz: "bem quisera que já estivesse a arder", ele refere-se ao desejo que tinha de já ter passado pelo sofrimento da cruz e dado início aquele período, o que aconteceria em pouco tempo. E então, confirma: "Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize". É possível ler sobre o clímax de sua ansiedade relacionada a esse momento, durante seu sofrimento no Jardim do Getsêmane. A partir daí, o incêndio seria mantido pela pregação genuína do evangelho.

2) A verdadeira "guerra santa" não começará agora, está acontecendo há dois milênios - Eis o segundo equívoco: Esse termo (guerra santa) já foi utilizado dezenas de outras vezes. Serviu para denominar as guerras da nação de Israel com o povo árabe ao longo do tempo, intitulou períodos envolvendo a igreja primitiva e o poder de Roma, apareceu nos embates da Reforma de Lutero, perseguiu os pais da igreja e vários outros episódios que não vem ao caso. Não é novidade. Quanto sangue foi derramado ao longo da história da igreja, quantos cristãos foram perseguidos por proclamarem a verdade e quantos morreram empunhando a bandeira do evangelho? E toda guerra surge motivada por divisões; divisões de sentimentos, divisões de ideias, divisões de ideais, divisões de terra, divisões de poder econômico, divisões políticas, divisões religiosas e, inclusive, divisões espirituais. É o que ocorre aqui nas palavras proferidas pelo Senhor Jesus: "Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão". Bem, então, qual a novidade? Estamos divididos e sempre estaremos, até que Cristo volte. Somos dois grupos: os que pregam a Cristo, vivem o que Cristo ensinou e anunciam sem fronteiras ou relativismo o evangelho, e os que vivem no pecado, não vivem o que Cristo ensinou, contextualizam a mensagem e seus efeitos, relativizam o pecado e não se apartam dele! E esses, inclusive, estão não apenas no mundo que jaz no maligno, mas surgem também no meio da igreja de Cristo. Não estou defendendo ou motivando a inflamação dos ânimos ou pondo lenha na fogueira como sugerem alguns. Longe disso! Quanto mais paz, melhor. Todavia, enquanto pregarmos o evangelho autêntico, essa paz ecumênica ou esse universalismo será simplesmente impossível.

3) Se até as relações familiares seriam afetadas, como não seriam as relações sociais? Triste engano. Mais um equívoco do nosso bravo herói dos inconversos! O Senhor Jesus cita as relações familiares como primeiro palco dos conflitos religiosos, e não menciona isto como simples possibilidade, antes afirma enfaticamente: "Porque, daqui em diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três". Aprofunda o discurso e detalha a origem das divisões geradoras de guerras intelectuais, espirituais e religiosas: "Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra". Para a família judaica a paz no lar, a ausência de conflitos na família e a boa relação com os entes queridos era coisa sagrada! O que o mestre disse caiu como uma bomba entre os discípulos. Se o evangelho tem o poder de abalar as relações familiares, ou seja, nosso circulo íntimo, quanto mais abalará nossas relações com gente alheia à nossa casa! Certamente, aparecerá alguém para minimizar a abrangência das palavras de Jesus, aliás, já ouvi em algum lugar, há muito tempo, sobre isto. Afirmam que isto se restringia aos tempos de Cristo e ao povo judeu; dizem que isto ficou no passado e que nada tem a ver conosco. Engano! Repito: é assim desde que Cristo veio e será assim até que ele venha.

4) É tolice pensar que o mundo poderá nos amar, ou pensar que nós devemos amar o mundo - Eis as razões:
  • "Irmãos, não vos maravilheis se o mundo vos odeia." (I João 3: 13)
  • "Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele." (I João 2: 15)
  • "Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I João 4: 7)
  • "Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no maligno". (I João 5: 19)
Então, depois de tudo isso, você certamente me perguntaria: "Mas, não devemos amar os pecadores e mostrar-lhes o caminho da salvação?". A resposta é simples: Claro que devemos amar os pecadores e é óbvio que devemos mostrar-lhes o caminho da salvação! Amor, amor, amor e amor! Sempre amor. Mas não há amor verdadeiro que não repreenda, que não mostre o perigo, que não aponte o erro, que não mostre o perigo da condenação eterna ou que seja omisso em relação a verdade. É intrínseco do amor estender a mão, ajudar, motivar, afagar quando necessário, sorrir, abraçar e concordar quando correto. Mas o amor não é omisso, tão pouco tem espírito de covardia. Graça e juízo são duas vertentes inegáveis do evangelho.


Pr. Jesiel Freitas
Ministério Palavra no Altar

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

UM EXÉRCITO DE FERIDOS E SOLDADOS FRUSTRADOS - Quem responderá por isto?


O tema pode ser chocante, mas a construção está correta. É o que tenho visto, aliás, o que temos visto, apesar dos tantos que se fazem de cegos ou comportam-se com indiferença em relação ao tema. Estou falando de um exército bem conhecido de nós, pastores, líderes e ministros do evangelho em geral: milhares de soldados militantes na árdua tarefa do sagrado ministério eclesiástico. São pastores, evangelistas, presbíteros e obreiros atuantes de todos os lugares e de diversas denominações que em pleno campo de trabalho ministerial foram atacados, perseguidos, feridos e abandonados por seus líderes ou recrutadores, companheiros e iguais como se não tivessem origem, chamada, nome, valores, famílias, formação e história! É assustador o número deles... E crescem em proporção a cada dia, como se isto fosse perfeitamente natural e aceitável entre aqueles que sempre apregoaram, apregoam e devem continuar apregoando o AMOR de DEUS como sendo nossa maior herança e característica. O que é mais intrigante e inaceitável, é o fato de que os ferimentos que sofreram não tenham sido provocados pelo mundo sem DEUS ou por aqueles que não professam a mesma fé, alheios à igreja de Cristo; não! Estou falando de soldados feridos em pleno campo de batalha pelos seus iguais, irmãos em Cristo, defensores da mesma causa e que falam em nome do mesmo Deus. Profundamente lamentável! Tenho visto missionários, pastores auxiliares e obreiros valorosos sendo achacados, caluniados, perseguidos, desprezados, difamados, relegados e abandonados. Grande parte deles dedicou o maior tempo de suas vidas ao serviço ministerial, sacrificou suas famílias, renunciou sua vida particular, deixou para trás profissão, local de origem, entes queridos e até alguns ou vários empreendimentos terrenos para investir no Reino de DEUS. A maioria deles acreditou na chamada divina, iniciou romanticamente o trabalho ministerial, confiou em seus líderes, preparou-se teologicamente, investiu em conhecimento, desprendeu tempo de sua vida e lançou-se sem reservas nos ideais de suas denominações e organizações, fazendo disto o propósito e ocupação também de suas famílias. O cenário é desolador. Alguém poderia argumentar: "Mas isto é natural no exercício do ministério, isso pode acontecer com qualquer um. O ministério cristão é assim mesmo... não devemos estranhar isto!" E eu digo: Não! Não é natural, não pode acontecer com tanta frequência e não podemos aceitar passivamente o fenômeno, sem que repensemos o que é chamada divina, ministério cristão e modelo de igreja de acordo com a Bíblia Sagrada. 

Estou falando de obreiros que sofrem injustiças terríveis, são desprezados em detrimento de interesses secundários, substituídos para darem lugar a alguém que é amigo de alguém, menosprezados em suas chamados para que seus lugares sejam ocupados por gente despreparada, mantida por influências puramente genéticas ou políticas e obreiros que são descartados como se fossem meros objetos de consumo comercial. Conheço inúmeros companheiros feridos e abandonados no meio do caminho, sem que ao menos tenham praticado qualquer erro de natureza grave ou que justifique as atitudes tomadas contra eles. Homens que depois de dedicarem anos de suas vidas trabalhando com ministérios e igrejas, são descartados sem qualquer temor a DEUS ou direção que dele venha, até porque DEUS não faz isto com seus filhos. São tratados como se não tivessem esposas, filhos, responsabilidades, sonhos, objetivos, foco, vocação, talento ou chamada. São traídos e removidos arbitrariamente de um lado para o outro sem qualquer diálogo, como se fossem móveis de uma casa velha e como se não tivessem opinião própria, porque vontade, esta sempre precisará ser a de DEUS! Descartados, são abandonados à beira do caminho para morrerem. Os que são mais fortes ou preparados espiritualmente, ainda insistem na luta buscando em DEUS socorro, saída e novas oportunidades. Os que estão muito cansados, desgastados pelo tempo e até desmotivados pelas injustiças sofridas, vão esmorecendo aos poucos, moribundos, decepcionados, frustrados e muitos até revoltados com as circunstâncias. Desses, nascem grupos diferentes: alguns desviam-se, fracassam, enfraquecem na fé e não querem mais continuar na batalha. Há outros que apenas desistem do ofício sagrado, bastando-lhes serem crentes que vão à igreja vez ou outra. Se não perdem a salvação, louvado seja DEUS! Mas há outro grupo: o daqueles que convictos de suas chamadas e sem espaço ou oportunidade, lançam-se em novos projetos e abrem ministérios, igrejas ou denominações, já que não querem abrir mão da vocação recebida do Senhor JESUS CRISTO! E, sabe o que é pior? São chamados de rebeldes, desviados, encrenqueiros, antiéticos, e divisores.

Deixo claro, que neste artigo não faço qualquer tipo de defesa àqueles obreiros despreparados, ou que se auto-intitulam pastores, missionários, apóstolos, bispos ou seja lá o quê. Não estou defendendo os insubmissos, os criadores de contenda ou os de espírito faccioso que só promovem dissenções por onde passam. Não! Estes são dignos de disciplina cristã, de afastamento de suas funções e de tratamento divino. Refiro-me mesmo aos injustiçados, àqueles que realmente são atacados por seus iguais, aqueles que são abandonados no campo de batalha e que acabam por frustrarem-se diante das injustiças vividas. E pergunto? Quem responderá por isto? Quem prestará contas a DEUS pelos que se perdem vitimados por homens arrogantes, presunçosos, carnais e amantes de si mesmos e dos deleites? Bem, certamente os que sem qualquer temor provocam tais situações. É preciso rever urgentemente isto, é preciso retratar-se com DEUS e resgatar os milhares de soldados feridos em campo de batalha. Há muitos que ainda não morreram, que ainda podem ser curados, que ainda podem gerar frutos e que podem continuar a nobre missão de resgatarem almas para CRISTO e de cuidarem dos rebanhos do Bom Pastor. Quando deparo-me com tais líderes eclesiásticos de procedimentos duvidosos e de atitudes cruéis para com seus companheiros, então lembro-me claramente do texto abaixo:

"Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes... E, do modo porque Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé". (II Timóteo 3: 1-5,8)

Infelizmente, muitos dos tais líderes, quando se vêem acuados ou flagrados em suas próprias injustiças, então acusam seus desafetos ou por eles feridos, dos mais diferentes "erros". Inventam adultérios, roubos, más administrações e toda sorte de fantasias e mentiras para destruírem os que já feridos estão e justificarem suas impiedades. Não é muito nem temeroso dizer que grande parte dos tais amargará a condenação eterna do inferno. Afinal, DEUS não aceita injustiça nem faz vistas grossas às impiedades e injustiças cometidas em sua casa e "em nome" do seu reino, já que a maioria deles justifica-se dizendo que foi "DEUS quem mandou" fazer isto ou aquilo ou que tudo está no que eles chamam de "tempo de DEUS". Oremos em favor do ministério e daqueles que estão conosco nas fileiras do exército divino!

Pastor Jesiel Freitas 
Ministério Palavra no Altar

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CRUZADA SÃO LUIS PARA CRISTO 2014 - Com Pr. Jesiel Freitas e Pr. Gilmar Santos



Nos próximos dias 2 e 3 de outubro, acontecerá em São Luis, no estado do Maranhão, a Cruzada São Luis Para Cristo. Realizada todos os anos, a cruzada de evangelismo e milagres tem sido um marco na capital maranhense. Milhares de pessoas são esperadas para ouvirem as mensagens e receberem as ministrações de cura com os pastores Jesiel Freitas (SP) e Gilmar Santos (GO). Várias conversões e testemunhos de milagres são relatados nesta grande cruzada anual. Também haverá participações de cantores e grupos de louvores de São Luis. Nas duas noites o Pastor Jesiel Freitas e o Pastor Gilmar Santos ministrarão juntos. A Cruzada é promovida pela Assembléia de Deus Ministério Cristo Para Todos liderada em São Luis pelo Pr. Siclay e nacionalmente pelo Pr. Gilmar. A programação e o local estão no cartaz acima.

Ministério Palavra no Altar

terça-feira, 9 de outubro de 2012

XIII CONGRESSO DE MISSÕES EM SANTO ANASTÁCIO/SP - Pr. Jesiel Freitas será um dos preletores


Neste final de semana, de 12 a 14 de outubro, será realizado o XII Congresso de Missões da Igreja Assembléia de Deus, Ministério do Belém em Santo Anastácio/SP. Vários preletores e cantores estarão presentes, além de caravanas convidadas. Os pastores Carlos Augusto de Souza (Presidente do Campo), Adilson Rossi (SP), Gilmar Santos (Goiânia), Danilo Riquetto (Guarullhos/SP) e o Pr. Jesiel Freitas, estarão ministrando no evento. Haverá ainda a participação de vários outros pastores presidentes de campos da Assembléia de Deus. O Pr. Jesiel Freitas estará ministrando no encerramento do Congresso, dia 14, domingo à noite. Todos os cultos serão realizados na sede da Assembléia de Deus de Santo Anastácio, à Rua Dr. Costa Manso, 804, Vila Gonçalves. Você vê os horário e os vários convidados no cartaz do evento. O tema do Congresso é: "Que ocupação é a tua?" (Jonas 1:8). Todos os leitores estão convidados a participarem.



Equipe Ministério Palavra no Altar

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

4º CONGRAÇA EM TEÓFILO OTONI/MG – CINE TEATRO VITÓRIA É PALCO DE GRANDE AVIVAMENTO.

Primeira noite: ministrando na abertura do evento no templo

O palco comumente utilizado para espetáculos de arte e conferências seculares, foi transformado num altar com um púlpito improvisado, e as cadeiras do CINE TEATRO VITÓRIA, no centro da cidade de Teófilo Otoni/MG, tornaram-se assentos do que foi transformado num grande templo superlotado de crentes e visitantes para a realização do 4º CONGRAÇA , o Congresso de Jovens da Igreja Assembléia de Deus. Além da igreja sede e das congregações locais, congregações das cidades vizinhas do Vale do Mucurí marcaram presença no evento que teve como tema: “SIMPLESMENTE COMO JESUS”. A igreja em Teófilo Otoni é presidida pelo Pastor Valdevino Eugênio da Silva (4º vice-presidente da Convenção Mineira da AD) há aproximadamente 5 anos e tem registrado grande crescimento na cidade, contando com um admirável grupo de jovens que louva ao Senhor durante os cultos.

O Pastor Jesiel Freitas foi convidado pela direção do evento e pelo pastor da igreja para ministrar a Palavra de Deus durante os três dias do CONGRAÇA que teve início na sexta-feira, dia 23 e encerramento na noite de domingo, 25. Foram dias literalmente marcados por forte presença de Deus e abundantes manifestações do Espírito Santo. Na primeira noite, sexta-feira, o Pr. Jesiel Freitas falou sobre a “A vírgula de Deus” com base no livro de Salmos. Na segunda noite, sábado, o Pr. Jesiel ministrou sobre o tema: “Três razões pelas quais JESUS é nosso melhor amigo” com base em João 15:14. Domingo pela manhã os jovens ouviram o testemunho de vida do Pr. Jesiel, baseado em suas experiências na infância, adolescência e juventude, tratando sobre “Relacionamento Pais e Filhos, Conflitos Familiares e a prática do perdão”. Três textos bíblicos foram utlizados como base: Efésios 6: 1-4, Mateus 6:  14,15 e ainda Atos 2: 11-4, 16-18. O Cine Teatro Vitória parecia pequeno na manhã de domingo diante do grande derramamento da glória de Deus no ambiente. Jovens e pais tomados de choro dirijiram-se à frente do palco abraçados, profundamente emocionados e quebrantados pelo poder da palavra. Houve diversas reconciliações entre pais e filhos e reconciliações no seio da família. Mas foi o encerramento no domingo a noite que ficou marcado por grande impacto espiritual. Mais uma vez o local estava superlotado e a mensagem ministrada pelo Pr. Jesiel foi: “O Cristo que adoramos” com base no capítulo 5 do livro de Apocalipse. Deus derramou grande poder sobre os crentes e o congresso foi encerrado sob as manifestações da glória de Deus! Toda honra, toda glória e todo louvor sejam tributados à Deus, aquele para quem e por quem são todas as coisas e por meio de quem todas estas coisas aconteceram. Veja imagens do evento: 



Segunda noite do CONGRAÇA no Cine Teatro Vitória

A esquerda Pr. Valdevino e Pr. Jesiel

Na foto acima: Pr. Jesiel juntamente com os jovens de TO

Momentos que marcaram o evento. Acima à direita a culinária mineira













A Equipe do Ministério Palavra no Altar não poderia deixar de registrar aqui os agradecimentos ao Pr. Valdevino, a todo o ministério e à toda a igreja de Teófilo Otoni pela recepção carinhosa, pelo respeito e pelo tratamento digno dispensados ao Pr. Jesiel Freitas durante sua estada na cidade.

Saulo Vieira
Ministério Palavra no Altar
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