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sábado, 1 de maio de 2010

GRAVETOLATRIA OU GRAVETOMANIA?


 

Antes de começar a escrever sobre isto, preciso dar uma definição pessoal de ambos os termos que intitulam este artigo. Evidentemente eles não existem na língua portuguesa, nem, que eu saiba, em outra língua qualquer... Tudo que sei é que isto veio à minha mente após algumas reflexões sobre algumas ocorrências relatadas por pessoas que tem como hábito freqüentar montes e lugares abertos para oração! As definições não são científicas ou teológicas, mas práticas, ou seja, numa linguagem coloquial:

GRAVETOLATRIA – Amor exagerado aos gravetos (neste caso, acesos ou incandescentes); apego à, ou veneração de.

GRAVETOMANIA – Mania de gravetos (neste caso, acesos ou incandescentes); mania de procurar por tais objetos em circunstâncias especiais, com reações especiais.

Particularmente, tenho muito prazer em orar em lugares diferentes e onde haja muita liberdade física. Gosto de participar de vigílias em chácaras, sítios, fazendas ou lugares abertos e ermos. Acho que há maior tranqüilidade e, consequentemente, maior possibilidade de concentração no ato de orar. Conta ainda, o fato de não incomodar vizinhos, visto que muitas igrejas estão localizadas em bairros residenciais e ladeadas por pessoas, que nem sempre professam a nossa fé, irritando-se com os barulhos gerados pelos cultos, principalmente quando estas são de confissão pentecostal.
Temos como grande exemplo disto o próprio Senhor Jesus que regularmente afastava-se dos grandes centros, dos lugares movimentados e da zona urbana, para ficar a sós com o Pai em oração.

Várias passagens bíblicas mostram-nos isto ocorrendo, inclusive com o mestre querendo afastar-se dos seus próprios discípulos para orar sozinho, mesmo que em várias outras circunstâncias costumasse orar juntamente com eles, como por exemplo, na noite de sua prisão e posterior julgamento (Mateus 26: 36-41). Você pode ainda conferir estes textos: Mateus 14: 23; Marcos 6: 46; Lucas 9: 29. Ainda há outras onde os apóstolos procederam da mesma forma. Portanto, retirar-se para orar, seja num monte ou mesmo numa planície, não é errado. Pelo contrário, pode ser bem melhor que orar num lugar onde teremos dificuldade de concentração e privacidade. O que ocorre, no entanto, é que, infelizmente, o hábito tem criado algumas distorções e interpretações equivocadas quanto ao propósito, ao método e aos efeitos deste tipo de prática de oração. Há os que acreditam que orar nos montes ou campos, torna a oração mais poderosa que dentro da igreja ou em seu próprio quarto, como também ensinou o Senhor Jesus: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto; e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará”. (Mateus 6: 6); outros acreditam que as manifestações de Deus tornar-se-ão mais evidentes em locais afastados e outros que Deus se agradará mais disto além de ouvir mais rapidamente, já que não há nenhuma barreira entre o céu e eles. No segundo grupo, estão aqueles que valorizam demasiadamente as manifestações físicas da oração. São estes que andam preocupados com um “fenômeno” muitas vezes relatado como sendo a manifestação da glória de Deus: o aparecimento de gravetos incandescentes.

Por diversas vezes ouvi de pessoas que participam deste tipo de oração, geralmente em grupo: “Ahhh, pastor, é tão grande o poder de Deus nestes lugares, que a gente vê gravetos acesos... Os gravetos pegam fogo mesmo! Se isto não é poder e glória de Deus, então o que é??!” Algumas destas pessoas (senão a maioria), tornam-se tão obcecadas pelos tais gravetos, que a reunião de oração onde isto não acontece não é considerada uma boa e abençoada reunião de oração. Conheço vários irmãos que freqüentam estes lugares unicamente interessados em presenciarem este tipo de “manifestação”. O pior, é que isto tem gerado polêmicas, entraves e discussões acaloradas sobre a autenticidade e legitimidade dos tais “gravetos acesos”! Já vi irmãos se aborrecerem uns com os outros a ponto de se tornarem inimigos dentro de uma mesma igreja em função do tema. Pessoalmente devo dizer que nunca vi tais manifestações, e, sinceramente, sem qualquer hipocrisia, não tenho nem um pouco de curiosidade ou desejo de ver, até porque isto nada acrescentaria à minha fé ou a minha crença no Todo-Poderoso. Para mim com graveto ou sem graveto, com milagre ou sem milagre... Deus continua sendo Deus! Não vejo (e digo isto com toda sinceridade) em que isto pode edificar as pessoas ou lhes trazer benefícios espirituais.

É verdade que vemos manifestações maravilhosas de Deus em toda a Bíblia Sagrada, mas também é verdade que temos poucos relatos de fatos semelhantes. Mesmo assim, em todas as situações havia propósitos específicos e grandiosos, para momentos especiais nas vidas dos profetas, sacerdotes e mesmo da nação de Israel ou da igreja. Para não tornar-me demasiadamente extenso e cansativo à leitura, citarei rapidamente alguns casos assim: No Antigo Testamento encontramos o caso de Moisés quando apascentava as ovelhas de seu sogro Jetro. Deus queria falar com ele de forma a motivá-lo para uma gigantesca obra de fé, ao pedir que tirasse o povo de Israel, do Egito. Então o Senhor aparece numa sarça ardente, um pequeno arbusto que queimava, mas não se consumia. Não me aterei às várias e possíveis explicações científicas para isto, porque creio genuinamente no que diz a Bíblia a respeito. Encontramos também a ocasião em que Moisés passara quarenta dias e quarenta noites no monte Horebe, e, quando desceu, seu rosto resplandecia a ponto de ter que cobri-lo com um véu para apresentar-se ao povo (aquí o povo precisava ver e crer que Moisés encontrara-se realmente com Deus). Outra vez encontramos Deus manifestando-se através do fogo quando Salomão inaugura o grande templo que havia construído para o Senhor em Jerusalém (o fogo era sinal de aprovação de uma casa para a qual todos deveriam dirigir-se para adorá-lo), e ainda podemos citar o caso do profeta Elias quando clamou e o Senhor consumiu com fogo o holocausto diante dos assustados profetas de Baal (o profeta mostrava que o responsável pela chuva e pela fertilidade da terra era o Deus de Israel e não Baal). No Novo Testamento, onde estas manifestações pouco aparecem, lembro o caso do Dia de Pentecostes quando foram vistas pelos poucos (em torno de 120) membros da recém fundada igreja neotestamentária, “línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles” (Atos 2: 3). Neste caso, era preciso confirmar a profecia de Joel, para a plena fundamentação da igreja como participante da era da graça com todos os dons espirituais à disposição! Temos antes disto, o episódio da transfiguração onde as vestes do Senhor Jesus resplandeceram enquanto orava com seus discípulos. Após estes casos, praticamente não encontramos relatos semelhantes na Bíblia. Não há nenhuma narrativa, nem sequer nos casos citados acima, de gravetos acesos ou incandescentes em orações particulares ou de grupos nas escrituras.

Concluímos, portanto, que não há nada de edificante ou benéfico para nós com os tais gravetos que se acendem. Quero, contudo, ressaltar que acredito sim que Deus possa fazer gravetos acenderem, aliás, creio que um dia Deus fará o planeta ser incendiado a ponto de ser transformado numa nova terra. Creio que Deus seja criativo a ponto de fazer coisas que não se limitam à Bíblia, mas jamais confundirão ou serão sem propósito! Todavia, não encontro respaldo bíblico algum para esta doutrina ou modismo, nem vejo qualquer milagre ocorrendo por conta disto. O que vejo são crentes tornando-se meninos na fé e extremamente arrogantes por acreditarem serem melhores que os outros ao verem este tipo de “manifestação”, com exceção, claro, de alguns. É bom lembrar: para toda regra, há exceção! Então aconselho: esteja atento para não tornar-se um “gravetólatra”, ou um “graveto maníaco”, procurando freqüentar reuniões de oração mais interessado nessas visões mirabolantes (embora - raramente - possam ser reais), que realmente em orar buscando comunhão com Criador, intercessão pelos santos, familiares, amigos e almas carentes de Cristo! Vale a recomendação ao apóstolo Paulo:

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino” (I Coríntios 13: 11)


Vivamos a fé verdadeira naquele que tudo pode, porém sem direcionar esta fé em propósitos irracionais, emocionais ou fantasiosos, por mais reais que sejam as manifestações! Glória ao Deus, que é um fogo consumidor!


Pr. Jesiel Freitas

19 comentários:

  1. A paz do Senhor, para falar a verdade, fui varias vezes em vígilia e nunca vi um graveto acender, nem por isso deixei de ser grandemente visitado e até mesmo tocado por Deus, claro que Deus pode como foi dito na matéria se manifestar de n maneiras, mas devemos tomar muito cuidado, para não irmos as vigilais so para ver o que pode acontecer ao invés de ir para se buscar à Deus, devemos vigiar para não fazer do monte mais uma idolatria, mas sim para buscar, adorar e ter um momento a sós com o nosso Criador.

    Muito boa postagem, Deus abençõe.

    Visita meu blogger que foi atualizado

    http://fontedevida-meubloggerpessoal.blogspot.com/

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  2. Infelizmente os crentes nascidos no nosso tempo tem recebido um Evangelho tão fraco (que não é Evangelho, pois não existe Evangelho fraco) um pseudo Evangelho, que se torna um povo sensorial demais, que exclui toda a capacidade de pensar. Cristo não é mais suficiente, e nem mesmo as Escrituras. E quando isso acontece é o começo do fim. Igrejas assim devem ser duramente exortadas como o foi os Gálatas (quem vos fascinou? Correis bem...) com o perigo de cair da graça. Virou tônica que foi chegando aos poucos essa idéia de "experiencia". Começou com os "Encontros" onde a pessoa voltava e dizia: "Agora sim eu sei o que é vida cristã, desprezando tudo o mais" até chegar a essa babaquice de graveto. Que Jesus venha logo.

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  3. Paz caro amigo Fábio!

    Pois é... É isso aí. Também participei de inúmeras vigílias e nunca ví. Mas também nunca tive necessidade disto para ter fé.

    O importante é sentir a constante presença de Deus em nossos corações!

    Abraço fraterno.

    No mais... Paz!

    Pr. Jesiel Freitas

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    Respostas
    1. Vai se converter antes de julgar e diminuir os demais cristãos.Se o senhor não passou por essa experiência isso não quer dizer que seja mentiroso o relato dos outros crentes,não é atoa que a igreja Assembléia não é mais aquela igreja avivada que eu conheci quando criança.

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    2. Se o senhor não tem fé pra isso eu tenho, eu já vi.Se creres verás a glória de Deus. alexandreproenc@hotmail.com

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  4. Amado Pr. Nilson:

    Concordo plenamente. Há um "fraco evangelho" sendo pregado. Na verdade (e entendo o que quer dizer) este fraco evangelho é a falta de anunciá-lo integral e genuinamente como deve ser!

    Trocaram a solidez espiritual pelas tais "experiências", e desde então, muitas igrejas estão morrendo de inanição ou intoxicação espiritual.

    Abraço fraterno.

    Obrigado pela participação...

    No mais... Paz!

    Pr. Jesiel Freitas

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  5. Luciana Silveira2 de maio de 2010 11:06

    Prezado Pr Jesiel, achei esse artigo excelente!
    Vivemos num mundo em que as pessoas desejam ver coisas mirabolantes, sobrenaturais para crer, em qualquer coisa que seja, aliás por isso Paulo também sofria com os falsos mestres na igreja de Corinto. Infelismente a expressão "fraco evangelho" é verdadeira.

    Mas é muito bom saber que ainda há cristãos preocupados com o evangelho verdadeiro, que salva e estrutura o indivíduo!

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  6. Pr. Marcos Ferreira2 de maio de 2010 13:09

    Prezado amigo, Pr. Jesiel. Fui poucas vezes em vigílias; no monte ou em qualquer outro lugar. Normalmente prefiro orar na igreja ou em casa. Nas poucas vezes que fui orar em vigílias estava tão necessitado de um tempo a sós com Deus que nunca me preocupei com os gravetos acesos. Além dos problemas que o Sr. citou ainda existe outros como o de mulheres casadas se desentenderem com seus maridos por chegar tarde da noite sozinhas desses lugares, da falta de segurança, pois normalmente são lugares ermos, etc. Afirmo também que nunca precisei ver esses fenômenos para aumentar minha fé, o Sr. me conhece e sabe do meu compromisso com a Palavra e com a Verdade e minha rigidez teológica. Realmente, não há necessidade dessas experiências para ser visitado por Deus. Para mim Cristo é suficiente. Agora, não é porque alguém não viu que isso não aconteceu. Apesar de sermos pastores não temos domínio sobre o agir de Deus. EU VI O GRAVETO ACENDER! Atenção: Não tenho interesse algum de que se crie polêmica ao redor disso. Mas eu estava orando, sem intenção de ver nada, por pura necessidade de orar quando os gravetos se acenderam debaixo de meus joelhos. Peguei um feixe deles na mão e, acredite se quiser pois não minto; minhas mãos também acenderam como se fossem feitas do material usado em interruptores fosforescente de luz que acendem a noite. Fiquei intrigado com aquilo, peguei um e coloquei no bolso. Quando cheguei na minha casa, minha esposa estava dormindo, coloquei-o sobre o criado mudo e ele ainda estava aceso. Acordei minha esposa para saber se só eu via e quando ela olhou também viu o graveto aceso. Ele ficou aceso até a manhã seguinte. Esse testemunho é fiel e verdadeiro.Isso não é evangelho. Experiências pesoais não devem ser base de doutrinas. Não identifiquei o propósito de Deus nisso e não recomendo a ninguém fazer disso motivo para oração em "montes", porém EU VI O GRAVETO ACENDER! Dos exemplos que o Sr.citou, somente o de Moisés descendo do monte se assemelha ao fenômeno. Não é fogo que desce do céu e sim um brilho sobrenatural. Acho que nós pastores precisamos, às vezes, descer do nosso pedestal teológico e admitir que Deus faz coisas que não entendemos.Deus é soberano e não é obrigado a nos explicar tudo o que ele faz. Não entender não é pecado e admitir que não sabe explicar demonstra humildade. Não me leve a mal, mas não podia me furtar a declarar fatos que aconteceram comigo e certamente aconteceu com muitas pessoas, visto que no dia que aconteceu conosco estavamos em um grupo de crentes sinceros que não merecem ser moralmente avacalhados por opiniões de pessoas que nunca tiveram essa experiência. Se alguém é "gravetrólatra" ou "gravetomaníaco" está pecando, mas acho que esse não é o caso da maioria dos crentes que oram com sinceridade e veêm esse fenômeno.Precisamos respeitar as pessoas, pois no afã de curá-las do fanatismo as vezes as matamos com excesso de ceticismo.O tom jocoso das colocações não ajuda em nada o progresso da discussão. Mais uma vez me desculpe mas não concordo com algumas colocações, não todas. Companheiro amado de ministério e quase primo, um grande abraço!

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  7. Caro amigo Pastor Marcos Ferreira:

    Sinto-me honrado, feliz e muito grato com sua participação em meu blog. Sabe que me é um amigo muito amado, além do que, isto enriquece este espaço!

    Na verdade, isto sim me faz acreditar, que agora essa discussão está realmente evoluindo e tomando mais corpo apologético. Concordo com boa parte do que diz, e devo discordar (como é típico de uma discussão saudável como esta) de outras que afirmou em seus comentários... Devo esclarecer os seguintes pontos, na ordem de suas declarações:

    1) Os problemas relatados como dificuldades geradas entre maridos e suas mulheres, segurança e outros de ordem física em orações em montes ou locais afastados, são exatamente estes, e alguns outros. Concordo plenamente neste ponto.

    2) Conheço-o, sei de sua firmeza teológica e experiência cristã e ministerial, e, portanto, tenho pleno conhecimento de que nunca necessitou e não necessita de nenhum fenômeno desse tipo para ter mais fé ou tornar-se mais espiritual. Estou de acordo.

    3) Em nenhum lugar deste artigo afirmei que não acredito que pessoas viram. Aliás, acredito, até porque já ouvi inúmeros relatos sobre isto. Foi exatamente o que me levou a escrever: o fato de terem visto, e não o fato de não terem visto! E neste ponto quero deixar claro: não acredito, e tolo seria se acreditasse, que nós pastores temos domínio sobre o agir de Deus. Nem nós pastores e nem os não pastores. O Criador é ilimitado em seu poder, em sua criatividade e operacionalidade, e, portanto, não está submisso às nossas vontades e opiniões pessoais. Tem o direito de agir como quiser em sua soberana sabedoria!

    4) Sei que já viu graveto acender, porque já o vi contando isto pessoalmente. Experiência intrigante para o amado companheiro e sua digna esposa que testemunharam o fato. Contra a verdade e os fatos não há argumentos. Esta foi uma experiência pessoal sua como poderia ter sido minha e tem sido de várias outras pessoas, como já afirmei acima. Acredito em seu testemunho e não o desmereço ou diminuo, tampouco tenho interesse em fazê-lo.

    5) Se observar atentamente ao final do quinto parágrafo, logo perceberá que expliquei com clareza que em nenhum dos exemplos históricos bíblicos citados, afirmei que haja identicidade com os gravetos que acendem, aliás, deixo claro que não há nenhuma ocorrência do tipo na Bíblia. O que afirmei, é que houve fenômenos físicos como resultados de operações divinas em períodos ou não de oração, corroborando com isto, o fato de que é perfeitamente aceitável a ocorrência de fenômenos semelhantes ou proximamente parecidos em anteriores experiências místicas.

    (CONTINUA...)

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  8. (CONTINUAÇÃO...)

    6) Importante: convicções de fé pessoal ou mesmo de cunho teológico, não necessariamente constituem-se no intitulado “PEDESTAL TEOLÓGICO” citado pelo amigo. Convicções são convicções! São produzidas ao longo da vida tanto com as experiências pessoais que temos com Deus, quanto com o pleno conhecimento da verdade, o que somente alcançaremos totalmente (com o perdão da redundância), na eternidade! Tenho e sempre terei a Bíblia como minha única e infalível regra de fé, e, recuso-me a adotar qualquer prática que ela não me autentique ou confirme.

    7) Concordo plenamente que Deus não é obrigado a explicar-nos o que faz. Em nenhum momento no texto afirmei ser capaz de explicar aquilo que não entendo. Pelo contrário. Jamais me porei a tentar fazê-lo. Humildemente reconheço o que não sei explicar, até porque sequer tentei explicar científica, religiosa ou espiritualmente o fato dos gravetos acenderem! E o fato deles acenderem não me incomoda. O que me incomoda é o fato de algumas pessoas fazerem disto uma idolatria e motivação para suas práticas devocionais. Portanto, nem pequei, nem tive intenção de ser arrogante, prepotente, presunçoso, orgulhoso ou exaltado nesta questão!

    8) Embora não tenha tido e não tenha esta intenção, devo pedir perdão, se entendeu que tentei “avacalhar”, como disse, os crentes sinceros que tiveram esta experiência. Não tive esta experiência, não tenho desejo de ter (e não tenho culpa de não desejar), e isto realmente não mudará minha fé se por acaso ocorrer! Apenas jamais farei disto inspiração ou motivação para orar. Gosto de orar e sinto necessidade da oração por outras razões, mais jamais por esta.

    9) Com relação a desrespeitar as pessoas, sinceramente li repetidamente o texto que escrevi procurando exatamente não fazê-lo. Após seu comentário tornei e lê-lo, e estou procurando até agora em quê os desrespeitei. Só podem, acredito, ter interpretado assim aqueles que realmente encaixam-se nos perfis de “gravetólatras” ou “graveto maníacos”...

    10) Como vê meu desejo de curá-las (mesmo que isto pareça pretensioso a um pastor que tem a missão de ensinar as verdades divinas) não está carregado de ceticismo; Apenas de cuidado para que não tomem caminhos errados.

    11) Também discordo que tenha usado tom jocoso. Mas é natural que pareça, quando defendemos com grande convicção, às nossas convicções! É impossível defender posições firmes, sem firmeza de expressão. Regra básica de comunicação!

    12) Finalmente, não há do que desculpá-lo, pois foi aberta aquí (aliás, por mim) uma discussão, que não seria discussão, se todos concordassem plenamente com tudo o que escrevi. Seria insano de minha parte buscar, esperar ou querer que todos concordem com as convicções que defendo, até porque, se isto ocorresse, estaria perdendo tempo em escrever apologias. Sermões e textos apologéticos só existem e são gerados, exatamente porque existem os contrários, as oposições.

    Conclusão: Nada tenho contra os que vêem e testemunham fenômenos como os tais gravetos, tenho contra os que praticam a “gravetolatria” e a “graveto mania”. Aos que viram: que Deus os abençoe e continue lhes dando experiências místicas, aos que não viram: não sintam tristeza, porque isto pouco ou nada lhes acrescentará, exceto uma história para contar ou (em caso das exceções) uma necessária convicção de sua presença para uma obra especial.

    Aos “gravetólatras” ou “graveto maníacos” minha oração para que se convertam e satisfaçam-se apenas com a doce e insubstituível presença de Cristo nos corações!


    Abraço fraterno ao amado amigo, companheiro e quase primo, Pr. Marcos Ferreira!

    No mais... Paz!

    Pr. Jesiel Freitas

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  9. Prezada amiga e irmã Luciana Silveira:

    Obrigado pelo seu comentário e participação. Reitero aquí, concordando com você e com o Pr. Nílson: evangelho fraco tem sido o grande problema!

    O apóstolo Paulo sofreu isto, e nós também sofreremos.

    Abraço fraterno.

    Paz seja contigo.

    Pr. Jesiel Freitas

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  10. Paz seja convosco Amado Pastor

    Estava procurando algum estudo a luz da biblia sobre estes acontecimentos relacionados neste Blog...
    que é sobre o fato de gravetos e folhas acenderem em locais onde irmãos se reúnem para orar, em vigílias em monte.
    Farei 2 observações.
    Uma de modo pratico, tive a oportunidade de vivenciar por varias vezes este fato que e ver e poder pegar gravetos e folhas que brilhavam no escuro da noite, estavam "acesos" destacava-se de tudo que havia a volta, e uma certa vez eu peguei 1 graveto de + - 20 a 25 cm de comprimento e fino como um lápis, e coloquei dentro da minha jaqueta para ter a certeza de que não era luz do luar que o iluminava.
    Isso ja aconteceu comigo varias vezes, e em vários lugares diferentes, nunca fui ao monte para ver isso, porque isso pra mim e conseqüência das orações e fe e na minha concepção de fé acredito que não é só um fenômeno da natureza, e sim uma resposta da natureza com a presença da glória de Deus naquele lugar... Sendo assim isso pra mim se torna um sinal da parte de Deus. Mas deixo bem claro aqui, isto pra mim nao e o unico sinal, assim como a testificaçao do Espirito Santo em nossos coraçoes, no agir de Deus com Seus vazos,sao diversos os sinais, nao e somente esse pra mim.
    A outra observaçao e a luz da Biblia onde narra -se no livros de 2 Samuel cap 22 no verso 13 que diz: "Na presença do seu resplendor brasas de fogo se acendem"
    e na palavra de Deus tambem ta escrito:
    "os sinais seguiram os que crerem"
    Deus age na vida de cada um de maneira poderosa e misteriosa de multiformas entao cada um com suas experiencias e respeitando um ao outro. E é claro nao duvidando do poder e da grandeza de Deus na vida de cada um...

    Obrigado por esta oportunidade
    Paz...

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  11. Caros Irmãos

    Trata-se apenas de um fenômeno chamado de bioluminescência. Folhas e gravetos, na presença de umidade, durante o processo de decomposição, são contaminados por uma espécie de fungo. A luminescência é produzida pela fase chamada micélio e tem coloração esverdeada. É necessário um bom tempo de adaptação ao escuro para que seja visível. As pupilas precisam estar relaxadas... Alguns fungos em estado de frutificação (ex: cogumelo) liberam espóros que podem promover a disseminação em outros materiais. Qualquer biólogo sabe disso. Para efeito de observação, basta estar em um local de mata, com alguma umidade, acostumar-se a escuridade, relaxar e observar.

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  12. Prezado oaalves:

    Interessante sua explicação científica para a luminiscência dos gravetos. Certamente contribui para enriquecer as informações geradas pela matéria e pode dirimir as dúvidas de muitos interessados nas várias explicações para o fenômeno.

    Grato pela sua contribuição.

    Abraço fraterno.

    E que a Paz de Cristo esteja contigo sempre!

    Pr. Jesiel Freitas

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  13. boa tarde pastor!!! eu ja participei de duas vigilias em montes nas duas vezes eu vi acenderem os gravetos!!! eu não sigo nenhuma religião, sou apenas cristã , e o que eu tenho a dizer é que foi sem duvida a melhor experiencia da minha vida, muita emoção!!! naquela noite foi como se eu recebesse mais uma prova do amor de cristo, mais isso não me fez uma idolatra de vigilias nos montes, isso serviu para mostrar como é grande e glorioso nosso deus!!!!e para o comentario feito ai em cima, nao tem nada de ¨"babaquice" acho uma ofença falar assim de algo tão glorioso!!!!reflita

    um abraço!!!!

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  14. Caro Pastor, eu ja estive em matas por muitas vezes em tempos passados, seja pra caçar ou pra pescar, e contudo nunca vi tal fenomeno, contudo dps de convertido ao orar em montes eu ja tive oportunidades de ve-los, e serviu pra fortelecer minha fé, contudo teve um propósito pra mim, qual é a explicação cientifica pra isso a qual o senhor tanto louvou o oaalves?

    Marcos

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  15. Acontece que uma arvore inteira ascendeu com todas as folhas que nao estavam secas. E somente onde estavamos. Andando alguns metros a frente nao estava nada aceso e nem o caminho de volta estava aceso, mas somente no local onde nos encontravamos na hora da oracao.

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  16. Logo, logo duvidaram de que um dia o mar vermelho se abriu ou contestará como fenômeno natural que ocorre dectempos em tempos em época de lya cheia...enfim, até pode ser os fungos, mas presenciei essas luzes no violão, na jaqueta e nos sapatos de vários irmãos... Pode até existir alguma explicação científica, mas prefiro crer que além da ciência e da razão existe o espírito de Deus ...

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  17. Logo, logo duvidarao de que um dia o mar vermelho se abriu ou contestará como fenômeno natural que ocorre dectempos em tempos em época de lya cheia...enfim, até pode ser os fungos, mas presenciei essas luzes no violão, na jaqueta e nos sapatos de vários irmãos... Pode até existir alguma explicação científica, mas prefiro crer que além da ciência e da razão existe o espírito de Deus ...

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